Carga SIN75.639 MW▼ 5,87%PLD MédioR$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD SE/COR$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD SulR$ 61,81/MWh▲ 7,22%PLD NER$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD NorteR$ 61,82/MWh▲ 7,23%EAR SIN58,4%▲ 0,34%EAR SE/CO55,2%▲ 0,18%EAR Sul79,8%▲ 0,63%EAR NE61,9%• 0,00%EAR Norte59,9%▼ 0,33%ENA SIN147% MLT▼ 5,77%ENA SE/CO147% MLT▼ 6,96%ENA Sul231% MLT▲ 1,32%ENA NE57% MLT▼ 12,31%ENA Norte47% MLT▲ 2,17%Carga SIN75.639 MW▼ 5,87%PLD MédioR$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD SE/COR$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD SulR$ 61,81/MWh▲ 7,22%PLD NER$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD NorteR$ 61,82/MWh▲ 7,23%EAR SIN58,4%▲ 0,34%EAR SE/CO55,2%▲ 0,18%EAR Sul79,8%▲ 0,63%EAR NE61,9%• 0,00%EAR Norte59,9%▼ 0,33%ENA SIN147% MLT▼ 5,77%ENA SE/CO147% MLT▼ 6,96%ENA Sul231% MLT▲ 1,32%ENA NE57% MLT▼ 12,31%ENA Norte47% MLT▲ 2,17%
Hidráulica38.197 MW(50%)▼ 16,30%Térmica10.390 MW(14%)▼ 3,02%Eólica12.179 MW(16%)▲ 30,31%Solar13.523 MW(18%)▼ 7,76%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,44%Hidráulica38.197 MW(50%)▼ 16,30%Térmica10.390 MW(14%)▼ 3,02%Eólica12.179 MW(16%)▲ 30,31%Solar13.523 MW(18%)▼ 7,76%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,44%Hidráulica38.197 MW(50%)▼ 16,30%Térmica10.390 MW(14%)▼ 3,02%Eólica12.179 MW(16%)▲ 30,31%Solar13.523 MW(18%)▼ 7,76%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,44%
PETR4R$ 50,71▼ 2,85%PETR3R$ 57,82▼ 2,10%PRIO3R$ 68,08▼ 3,39%RECV3R$ 10,76▲ 0,09%VBBR3R$ 29,12▼ 4,40%UGPA3R$ 31,07▼ 2,94%RAIZ4R$ 0,30▲ 7,14%CSAN3R$ 2,27▲ 0,89%EGIE3R$ 26,12▼ 1,28%CMIG4R$ 9,86▼ 2,09%CPFE3R$ 41,62▼ 2,09%EQTL3R$ 32,16▼ 2,25%ENGI11R$ 43,40▼ 2,47%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,61▼ 3,28%ENEV3R$ 25,15▼ 2,63%TAEE11R$ 39,15▼ 0,13%ALUP11R$ 30,75▼ 1,73%LIGT3R$ 2,45▲ 2,94%PETR4R$ 50,71▼ 2,85%PETR3R$ 57,82▼ 2,10%PRIO3R$ 68,08▼ 3,39%RECV3R$ 10,76▲ 0,09%VBBR3R$ 29,12▼ 4,40%UGPA3R$ 31,07▼ 2,94%RAIZ4R$ 0,30▲ 7,14%CSAN3R$ 2,27▲ 0,89%EGIE3R$ 26,12▼ 1,28%CMIG4R$ 9,86▼ 2,09%CPFE3R$ 41,62▼ 2,09%EQTL3R$ 32,16▼ 2,25%ENGI11R$ 43,40▼ 2,47%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,61▼ 3,28%ENEV3R$ 25,15▼ 2,63%TAEE11R$ 39,15▼ 0,13%ALUP11R$ 30,75▼ 1,73%LIGT3R$ 2,45▲ 2,94%
BrentUS$ 102,84▼ 0,73%WTIUS$ 95,76▼ 0,34%Gás NaturalUS$ 2,92▲ 0,83%DólarR$ 5,49▲ 0,96%BrentUS$ 102,84▼ 0,73%WTIUS$ 95,76▼ 0,34%Gás NaturalUS$ 2,92▲ 0,83%DólarR$ 5,49▲ 0,96%BrentUS$ 102,84▼ 0,73%WTIUS$ 95,76▼ 0,34%Gás NaturalUS$ 2,92▲ 0,83%DólarR$ 5,49▲ 0,96%
▸IEA: Índia quase quadruplica renováveis, supera 300 GW e se consolida como player global▸EPE relata entraves de distribuidoras de gás para acesso a dados de planejamento▸P-78 atinge capacidade máxima de 180 mil bpd no campo de Búzios▸Seca no Tapajós eleva custos logísticos e ameaça conta de luz via CCC▸MME projeta alta de 10% na capacidade de refino até 2036 com RNEST e Boaventura▸Raízen avança em reestruturação com novos conselhos e capital de até R$ 39,8 bi▸Neoenergia formaliza saída de Dardanelos e antecipa R$ 400 milhões em caixa▸ANEEL Revoga Outorgas e ONS Rescinde CUSTs de 11,5 GW em Projetos de Geração▸OPEP+ mantém metas de produção para dezembro e adia decisão sobre 2027▸ANP distribui R$ 7,32 bilhões em royalties de agosto sob incertezas regulatórias▸Atrasos em licenciamento ambiental de óleo e gás ameaçam investimentos, alerta Energeo▸ONS indica baixa probabilidade de acionamento do PEGEE para 1º e 2 de novembro▸IEA: Índia quase quadruplica renováveis, supera 300 GW e se consolida como player global▸EPE relata entraves de distribuidoras de gás para acesso a dados de planejamento▸P-78 atinge capacidade máxima de 180 mil bpd no campo de Búzios▸Seca no Tapajós eleva custos logísticos e ameaça conta de luz via CCC▸MME projeta alta de 10% na capacidade de refino até 2036 com RNEST e Boaventura▸Raízen avança em reestruturação com novos conselhos e capital de até R$ 39,8 bi▸Neoenergia formaliza saída de Dardanelos e antecipa R$ 400 milhões em caixa▸ANEEL Revoga Outorgas e ONS Rescinde CUSTs de 11,5 GW em Projetos de Geração▸OPEP+ mantém metas de produção para dezembro e adia decisão sobre 2027▸ANP distribui R$ 7,32 bilhões em royalties de agosto sob incertezas regulatórias▸Atrasos em licenciamento ambiental de óleo e gás ameaçam investimentos, alerta Energeo▸ONS indica baixa probabilidade de acionamento do PEGEE para 1º e 2 de novembro
Radar Energia
AnáliseRenováveis & Transição

IEA: Índia quase quadruplica renováveis, supera 300 GW e se consolida como player global

Um relatório da Agência Internacional de Energia (IEA) destaca a Índia como player global em energia, após quase quadruplicar sua capacidade renovável para mais de 300 GW em uma década, impulsionada pela solar fotovoltaica. O país alcançou metas de descarbonização antes do previsto e gerou economias substanciais em importações de combustíveis fósseis, mas enfrenta desafios de infraestrutura e financiamento.

4 de novembro de 2026 às 06:20Fonte oficial: IEARedação Radar Energia

A Índia consolidou sua posição como player global nos mercados de energia, impulsionada por um crescimento acelerado das energias renováveis que quase quadruplicou sua capacidade na última década, ultrapassando 300 GW em 2026. Essa avaliação consta do novo relatório "India Renewable Energy Market Report 2026", divulgado pela Agência Internacional de Energia (IEA), que destaca o país por ter alcançado sua meta de 50% de capacidade instalada não fóssil em 2025, cinco anos antes do previsto.

O avanço é liderado pela energia solar fotovoltaica, que impulsionou o país a se tornar o segundo maior fabricante de módulos fotovoltaicos e o segundo mercado de renováveis de crescimento mais rápido globalmente. A capacidade anual de fabricação de módulos solares PV atingiu 225 GW em setembro de 2026, com projeção de 250 GW até o fim da década. A IEA projeta que a capacidade renovável total da Índia alcance aproximadamente 530 GW até 2030, com custos de geração solar PV em escala de utilidade variando entre US$ 30 e US$ 35 por MWh em 2025, cerca de 40% abaixo do custo médio da eletricidade a carvão.

Essa expansão gerou uma economia de mais de US$ 100 bilhões em custos de importação de carvão e gás natural para a Índia entre 2011 e 2025, com projeção de mais que dobrar até 2030, fortalecendo a segurança energética e a balança comercial do país. A Índia também se consolida como hub global de fabricação, respondendo por 40% da capacidade global de módulos PV fora da China em 2025, com projeção de 50% até 2030. No setor de biocombustíveis, o consumo foi de 11 bilhões de litros em 2025, com metas de mistura de SAF para voos internacionais a partir de 2027.

Enquanto desenvolvedores e fabricantes de equipamentos se beneficiam diretamente do ambiente de crescimento, as empresas de distribuição de energia (utilities) e o governo indiano enfrentam o desafio de fortalecer suas finanças e investir significativamente em infraestrutura de rede e armazenamento. A capacidade de armazenamento de baterias, de 350 MW no início de 2026, é projetada para quase 50 GW até 2031-32, conforme o Plano Nacional de Eletricidade, um investimento crucial para integrar a crescente geração renovável variável.

A IEA alerta, contudo, que a sustentabilidade desse progresso dependerá de políticas consistentes, desenvolvimento mais ágil de infraestrutura de rede e armazenamento, simplificação da implementação de projetos e fortalecimento financeiro das concessionárias. A falta de avanço nessas áreas pode limitar a integração da capacidade instalada e o atingimento das ambiciosas metas futuras, um desafio que espelha preocupações globais sobre gargalos de transmissão e a necessidade de acelerar a implantação de infraestrutura para acompanhar o ritmo das renováveis.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.