Carga SIN75.639 MW▼ 5,87%PLD MédioR$ 57,65/MWh▲ 0,59%PLD SE/COR$ 57,65/MWh▲ 0,59%PLD SulR$ 57,65/MWh▲ 0,59%PLD NER$ 57,65/MWh▲ 0,59%PLD NorteR$ 57,65/MWh▲ 0,59%EAR SIN58,4%▲ 0,34%EAR SE/CO55,2%▲ 0,18%EAR Sul79,8%▲ 0,63%EAR NE61,9%• 0,00%EAR Norte59,9%▼ 0,33%ENA SIN147% MLT▼ 5,77%ENA SE/CO147% MLT▼ 6,96%ENA Sul231% MLT▲ 1,32%ENA NE57% MLT▼ 12,31%ENA Norte47% MLT▲ 2,17%Carga SIN75.639 MW▼ 5,87%PLD MédioR$ 57,65/MWh▲ 0,59%PLD SE/COR$ 57,65/MWh▲ 0,59%PLD SulR$ 57,65/MWh▲ 0,59%PLD NER$ 57,65/MWh▲ 0,59%PLD NorteR$ 57,65/MWh▲ 0,59%EAR SIN58,4%▲ 0,34%EAR SE/CO55,2%▲ 0,18%EAR Sul79,8%▲ 0,63%EAR NE61,9%• 0,00%EAR Norte59,9%▼ 0,33%ENA SIN147% MLT▼ 5,77%ENA SE/CO147% MLT▼ 6,96%ENA Sul231% MLT▲ 1,32%ENA NE57% MLT▼ 12,31%ENA Norte47% MLT▲ 2,17%
Hidráulica38.197 MW(50%)▼ 16,30%Térmica10.390 MW(14%)▼ 3,02%Eólica12.179 MW(16%)▲ 30,31%Solar13.523 MW(18%)▼ 7,76%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,44%Hidráulica38.197 MW(50%)▼ 16,30%Térmica10.390 MW(14%)▼ 3,02%Eólica12.179 MW(16%)▲ 30,31%Solar13.523 MW(18%)▼ 7,76%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,44%Hidráulica38.197 MW(50%)▼ 16,30%Térmica10.390 MW(14%)▼ 3,02%Eólica12.179 MW(16%)▲ 30,31%Solar13.523 MW(18%)▼ 7,76%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,44%
PETR4R$ 50,85▼ 2,59%PETR3R$ 57,95▼ 1,88%PRIO3R$ 68,44▼ 2,88%RECV3R$ 10,75• 0,00%VBBR3R$ 29,31▼ 3,78%UGPA3R$ 31,03▼ 3,06%RAIZ4R$ 0,30▲ 7,14%CSAN3R$ 2,29▲ 1,78%EGIE3R$ 26,21▼ 0,94%CMIG4R$ 9,90▼ 1,69%CPFE3R$ 41,68▼ 1,95%EQTL3R$ 32,08▼ 2,49%ENGI11R$ 43,15▼ 3,03%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,65▼ 2,92%ENEV3R$ 25,20▼ 2,44%TAEE11R$ 39,11▼ 0,23%ALUP11R$ 30,72▼ 1,82%LIGT3R$ 2,47▲ 3,78%PETR4R$ 50,85▼ 2,59%PETR3R$ 57,95▼ 1,88%PRIO3R$ 68,44▼ 2,88%RECV3R$ 10,75• 0,00%VBBR3R$ 29,31▼ 3,78%UGPA3R$ 31,03▼ 3,06%RAIZ4R$ 0,30▲ 7,14%CSAN3R$ 2,29▲ 1,78%EGIE3R$ 26,21▼ 0,94%CMIG4R$ 9,90▼ 1,69%CPFE3R$ 41,68▼ 1,95%EQTL3R$ 32,08▼ 2,49%ENGI11R$ 43,15▼ 3,03%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,65▼ 2,92%ENEV3R$ 25,20▼ 2,44%TAEE11R$ 39,11▼ 0,23%ALUP11R$ 30,72▼ 1,82%LIGT3R$ 2,47▲ 3,78%
BrentUS$ 104,33▼ 0,42%WTIUS$ 96,65▲ 0,20%Gás NaturalUS$ 2,90▲ 1,51%DólarR$ 5,49▲ 1,06%BrentUS$ 104,33▼ 0,42%WTIUS$ 96,65▲ 0,20%Gás NaturalUS$ 2,90▲ 1,51%DólarR$ 5,49▲ 1,06%BrentUS$ 104,33▼ 0,42%WTIUS$ 96,65▲ 0,20%Gás NaturalUS$ 2,90▲ 1,51%DólarR$ 5,49▲ 1,06%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

MME projeta alta de 10% na capacidade de refino até 2036 com RNEST e Boaventura

O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projetam um aumento de 10% na capacidade nacional de refino de petróleo até 2036, de 2,3 para 2,5 milhões de barris por dia (bpd). A expansão, detalhada no Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2036, será impulsionada por projetos como o segundo trem da Refinaria Abreu e Lima (RNEST) e a integração do Complexo Boaventura com a Reduc.

3 de novembro de 2026 às 16:22Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estimam um crescimento de 10% na capacidade nacional de refino de petróleo até 2036, elevando-a de 2,3 milhões de barris por dia (bpd) em 2026 para 2,5 milhões de bpd. A projeção, contida no Caderno de Refino e Infraestrutura de Abastecimento do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2036, divulgado nesta terça-feira (03/11), aponta para uma otimização do parque existente e a entrada de novos ativos.

A expansão será concretizada por projetos estratégicos, com destaque para o segundo trem da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), que terá ampliações de destilação atmosférica a partir de junho de 2027 e unidades de hidrotratamento e coqueamento entre fevereiro de 2028 e julho de 2029. A integração do Complexo Boaventura com a Reduc também se destaca, prevendo unidades de hidrocraqueamento, HDT de diesel e geração de hidrogênio entre março e maio de 2029. A Brasil Refino, em Simões Filho (BA), também contribuirá, com início de operação previsto para o segundo semestre de 2026. Paralelamente, o fator de utilização das refinarias deve subir de 86% para 90%, e a participação do óleo nacional na carga processada, de 88% para 97%, absorvendo a produção doméstica que deverá atingir 4,9 milhões de bpd em 2036.

A maior capacidade e o aumento do fator de utilização tendem a reduzir a dependência externa de derivados como nafta, querosene de aviação (QAV) e gasolina, oferecendo maior segurança de suprimento para esses produtos. No entanto, o Brasil deverá permanecer como importador líquido de derivados de petróleo em todo o horizonte decenal, especialmente de óleo diesel. As importações líquidas de diesel projetam um salto de aproximadamente 36,6 mil m³/dia em 2026 para cerca de 51 mil m³/dia em 2036, indicando que a produção doméstica não acompanhará integralmente o crescimento de 19% na demanda por esse derivado.

As projeções do PDE 2036 para o setor de refino estão condicionadas à moderação dos preços do petróleo Brent, que hoje opera em US$ 103,51 o barril. Contudo, o documento alerta que restrições físico-logísticas e baixos investimentos globais podem pressionar as cotações para cima, um risco que impactaria a viabilidade econômica dos projetos e elevaria os custos de importação de derivados, especialmente o diesel. O plano estima investimentos totais de R$ 3,3 trilhões no setor de energia entre 2027 e 2036, dos quais R$ 142 bilhões são para biocombustíveis.

Essa estratégia de refino se alinha a informes recentes da EPE, que em outubro de 2026 apontou recorde de produção e exportação de petróleo em 2025, ao mesmo tempo em que projetou demanda recorde de QAV em 2027 e revisou a demanda de diesel para 2026. Esses dados evidenciam a necessidade de expansão da capacidade para atender ao crescimento da demanda interna por derivados e processar a crescente produção nacional de petróleo, para a qual a EPE já havia alertado sobre a necessidade de reposição de reservas.

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