Carga SIN85.755 MW▼ 1,43%PLD MédioR$ 105,39/MWh▲ 0,91%PLD SE/COR$ 106,61/MWh▼ 0,54%PLD SulR$ 101,75/MWh▲ 5,77%PLD NER$ 106,6/MWh▼ 0,54%PLD NorteR$ 106,61/MWh▼ 0,54%EAR SIN62,3%▼ 0,32%EAR SE/CO57,3%▼ 0,17%EAR Sul83,2%▼ 0,36%EAR NE70,2%▼ 0,43%EAR Norte74,8%▼ 0,27%ENA SIN177% MLT▼ 1,12%ENA SE/CO142% MLT▲ 0,71%ENA Sul264% MLT▲ 1,54%ENA NE69% MLT▲ 1,47%ENA Norte54% MLT• 0,00%Carga SIN85.755 MW▼ 1,43%PLD MédioR$ 105,39/MWh▲ 0,91%PLD SE/COR$ 106,61/MWh▼ 0,54%PLD SulR$ 101,75/MWh▲ 5,77%PLD NER$ 106,6/MWh▼ 0,54%PLD NorteR$ 106,61/MWh▼ 0,54%EAR SIN62,3%▼ 0,32%EAR SE/CO57,3%▼ 0,17%EAR Sul83,2%▼ 0,36%EAR NE70,2%▼ 0,43%EAR Norte74,8%▼ 0,27%ENA SIN177% MLT▼ 1,12%ENA SE/CO142% MLT▲ 0,71%ENA Sul264% MLT▲ 1,54%ENA NE69% MLT▲ 1,47%ENA Norte54% MLT• 0,00%
Hidráulica46.445 MW(54%)▲ 2,53%Térmica9.365 MW(11%)▼ 7,92%Eólica13.911 MW(16%)▼ 9,69%Solar14.684 MW(17%)▲ 0,07%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica46.445 MW(54%)▲ 2,53%Térmica9.365 MW(11%)▼ 7,92%Eólica13.911 MW(16%)▼ 9,69%Solar14.684 MW(17%)▲ 0,07%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica46.445 MW(54%)▲ 2,53%Térmica9.365 MW(11%)▼ 7,92%Eólica13.911 MW(16%)▼ 9,69%Solar14.684 MW(17%)▲ 0,07%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%
PETR4R$ 49,26▲ 1,88%PETR3R$ 54,12▲ 1,73%PRIO3R$ 60,71▲ 0,41%RECV3R$ 10,76▼ 1,65%VBBR3R$ 39,15▼ 1,39%UGPA3R$ 38,80▼ 1,72%RAIZ4R$ 0,29▲ 3,57%CSAN3R$ 3,81▲ 1,87%EGIE3R$ 29,00▼ 5,38%CMIG4R$ 10,91▼ 3,96%CPFE3R$ 44,48▼ 2,86%EQTL3R$ 39,63▼ 2,24%ENGI11R$ 51,37▼ 3,13%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 12,42▼ 2,74%ENEV3R$ 27,20▼ 1,81%TAEE11R$ 40,94▼ 1,89%ALUP11R$ 32,05▼ 1,60%LIGT3R$ 3,45▼ 4,17%PETR4R$ 49,26▲ 1,88%PETR3R$ 54,12▲ 1,73%PRIO3R$ 60,71▲ 0,41%RECV3R$ 10,76▼ 1,65%VBBR3R$ 39,15▼ 1,39%UGPA3R$ 38,80▼ 1,72%RAIZ4R$ 0,29▲ 3,57%CSAN3R$ 3,81▲ 1,87%EGIE3R$ 29,00▼ 5,38%CMIG4R$ 10,91▼ 3,96%CPFE3R$ 44,48▼ 2,86%EQTL3R$ 39,63▼ 2,24%ENGI11R$ 51,37▼ 3,13%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 12,42▼ 2,74%ENEV3R$ 27,20▼ 1,81%TAEE11R$ 40,94▼ 1,89%ALUP11R$ 32,05▼ 1,60%LIGT3R$ 3,45▼ 4,17%
BrentUS$ 97,89▼ 8,17%WTIUS$ 92,21▼ 2,54%Gás NaturalUS$ 3,25▼ 1,49%DólarR$ 5,19▲ 0,48%BrentUS$ 97,89▼ 8,17%WTIUS$ 92,21▼ 2,54%Gás NaturalUS$ 3,25▼ 1,49%DólarR$ 5,19▲ 0,48%BrentUS$ 97,89▼ 8,17%WTIUS$ 92,21▼ 2,54%Gás NaturalUS$ 3,25▼ 1,49%DólarR$ 5,19▲ 0,48%
▸Shell planeja perfurar poço exploratório no sul da Bacia de Santos em 2027▸Aneel propõe regra de transição na Pnast para data centers com viabilidade prévia▸Petrobras busca consenso com credores da Braskem, mas não descarta recuperação judicial▸IG4 Capital prepara oferta vinculante por créditos da Raízen e mira controle da unidade de açúcar e etanol▸S&P atribui rating 'brAAA' a debêntures de R$ 2,4 bi da Eneva▸ANP realiza 2º workshop sobre Gas Release em 29 de setembro▸Energisa avança no gás natural e biometano com crescimento de 60% no Ebitda▸EPE reforça visão de longo prazo para energia no Fórum Sinerges 2026▸MME autoriza UTE Araucária II com 369 MW no Paraná▸PL de incentivos eólicos e solares perde efeito com caducidade de MPV no Congresso▸Vibra minimiza risco de restrição de diesel dos EUA e aposta em diversificação▸Petrobras busca 6 a 8 bilhões de barris de óleo in place na Foz do Amazonas para viabilizar exploração▸Shell planeja perfurar poço exploratório no sul da Bacia de Santos em 2027▸Aneel propõe regra de transição na Pnast para data centers com viabilidade prévia▸Petrobras busca consenso com credores da Braskem, mas não descarta recuperação judicial▸IG4 Capital prepara oferta vinculante por créditos da Raízen e mira controle da unidade de açúcar e etanol▸S&P atribui rating 'brAAA' a debêntures de R$ 2,4 bi da Eneva▸ANP realiza 2º workshop sobre Gas Release em 29 de setembro▸Energisa avança no gás natural e biometano com crescimento de 60% no Ebitda▸EPE reforça visão de longo prazo para energia no Fórum Sinerges 2026▸MME autoriza UTE Araucária II com 369 MW no Paraná▸PL de incentivos eólicos e solares perde efeito com caducidade de MPV no Congresso▸Vibra minimiza risco de restrição de diesel dos EUA e aposta em diversificação▸Petrobras busca 6 a 8 bilhões de barris de óleo in place na Foz do Amazonas para viabilizar exploração
Radar Energia
AnáliseMercado

ONS alerta para impactos do El Niño na hidrologia e operação do SIN no 2º semestre

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu uma Nota Técnica alertando para os potenciais impactos do fenômeno climático El Niño na hidrologia e na operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) durante o segundo semestre. A expectativa é de um cenário desafiador para os reservatórios, que pode exigir maior despacho de usinas termelétricas e pressionar os custos de geração de energia.

26 de junho de 2026 às 09:17Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu uma Nota Técnica alertando o setor de energia sobre os potenciais efeitos do fenômeno El Niño na hidrologia brasileira e na operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) ao longo do segundo semestre. O documento aponta para um período de menor afluência em importantes bacias hidrográficas, o que pode exigir uma gestão mais intensiva dos recursos hídricos e do despacho de geração.

A chegada do El Niño, caracterizada pelo aquecimento anômalo das águas do Oceano Pacífico Equatorial, tende a alterar o padrão de chuvas no Brasil. Historicamente, o fenômeno está associado a volumes abaixo da média nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, onde se concentram os maiores reservatórios do país, cruciais para a segurança energética. Em contrapartida, as regiões Sul e Nordeste podem registrar volumes acima do usual, mas sem compensar a redução nas áreas de maior capacidade de armazenamento.

A vulnerabilidade hidrológica do Brasil é um fator conhecido. Eventos de El Niño, como os de 2015-2016 e o atual ciclo de 2023-2024, já impactaram severamente os regimes de chuva e os níveis dos reservatórios. O país ainda carrega na memória a pior seca em 91 anos, enfrentada em 2021, que forçou o despacho térmico a níveis recordes e gerou preocupações com o suprimento, evidenciando a sensibilidade do sistema a variações climáticas extremas.

Com uma matriz elétrica predominantemente hidrelétrica, que responde por cerca de 50% a 60% da capacidade instalada, o SIN depende diretamente do regime de chuvas para manter a segurança e a economicidade da operação. O ONS, como operador do sistema, tem a responsabilidade de planejar e coordenar a operação, incluindo a gestão dos recursos hídricos e o despacho de energia, conforme estabelecido pela Lei nº 9.648/98.

Em cenários de hidrologia desfavorável, a estratégia operacional do ONS frequentemente envolve o aumento do despacho de usinas termelétricas, que possuem custos de geração mais elevados. Essa medida, embora essencial para garantir o suprimento, impacta diretamente o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), a referência para o mercado de energia elétrica. O PLD é regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), com sua metodologia definida, por exemplo, na Resolução Normativa ANEEL nº 958/2021.

O aumento do PLD tem consequências diretas para os diversos atores do setor. Geradores e comercializadores do mercado livre, assim como os grandes consumidores, sentem a pressão nos custos de aquisição de energia. Para o mercado cativo, o custo adicional pode ser repassado às tarifas dos consumidores finais, exigindo a ativação de bandeiras tarifárias mais caras e pressionando os orçamentos doméstico e industrial.

Além do ONS, que atua na ponta da operação, o Ministério de Minas e Energia (MME) monitora o cenário e pode ser acionado para definir políticas e emitir diretrizes em situações de risco, buscando garantir a segurança do suprimento. Geradores hidrelétricos e termelétricos, bem como os consumidores de todos os portes, são diretamente afetados pelas decisões operacionais e seus desdobramentos nos custos e na disponibilidade de energia.

A Nota Técnica do ONS serve como um balizador para o planejamento de curto e médio prazo, reforçando a necessidade de um monitoramento rigoroso das condições hidrológicas e meteorológicas. O Operador continuará a realizar revisões semanais e mensais da programação da operação, ajustando o despacho de geração conforme a evolução do cenário e as projeções climáticas para os próximos meses.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.