Carga SIN86.805 MW 0,38%PLD MédioR$ 153,73/MWh 27,76%PLD SE/COR$ 154,29/MWh 27,50%PLD SulR$ 154,29/MWh 27,50%PLD NER$ 152,63/MWh 28,28%PLD NorteR$ 153,73/MWh 27,77%EAR SIN63,9% 0,31%EAR SE/CO57,6% 0,35%EAR Sul83,9% 0,83%EAR NE75,4% 0,40%EAR Norte80,9% 0,61%ENA SIN165% MLT 1,20%ENA SE/CO93% MLT 3,33%ENA Sul335% MLT 2,33%ENA NE64% MLT 1,59%ENA Norte65% MLT 2,99%Carga SIN86.805 MW 0,38%PLD MédioR$ 153,73/MWh 27,76%PLD SE/COR$ 154,29/MWh 27,50%PLD SulR$ 154,29/MWh 27,50%PLD NER$ 152,63/MWh 28,28%PLD NorteR$ 153,73/MWh 27,77%EAR SIN63,9% 0,31%EAR SE/CO57,6% 0,35%EAR Sul83,9% 0,83%EAR NE75,4% 0,40%EAR Norte80,9% 0,61%ENA SIN165% MLT 1,20%ENA SE/CO93% MLT 3,33%ENA Sul335% MLT 2,33%ENA NE64% MLT 1,59%ENA Norte65% MLT 2,99%
Hidráulica46.563 MW(54%) 1,58%Térmica10.070 MW(12%) 5,43%Eólica13.126 MW(15%) 11,46%Solar14.968 MW(17%) 8,21%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.563 MW(54%) 1,58%Térmica10.070 MW(12%) 5,43%Eólica13.126 MW(15%) 11,46%Solar14.968 MW(17%) 8,21%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.563 MW(54%) 1,58%Térmica10.070 MW(12%) 5,43%Eólica13.126 MW(15%) 11,46%Solar14.968 MW(17%) 8,21%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 48,99 4,52%PETR3R$ 54,18 3,46%PRIO3R$ 64,00 0,02%RECV3R$ 11,59 2,39%VBBR3R$ 37,00 6,23%UGPA3R$ 36,70 4,00%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,79 4,53%EGIE3R$ 30,59 5,41%CMIG4R$ 11,21 3,89%CPFE3R$ 47,40 5,31%EQTL3R$ 39,37 6,15%ENGI11R$ 52,48 7,59%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,70 4,00%ENEV3R$ 27,82 4,90%TAEE11R$ 42,19 6,19%ALUP11R$ 33,97 4,11%LIGT3R$ 3,63 0,55%PETR4R$ 48,99 4,52%PETR3R$ 54,18 3,46%PRIO3R$ 64,00 0,02%RECV3R$ 11,59 2,39%VBBR3R$ 37,00 6,23%UGPA3R$ 36,70 4,00%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,79 4,53%EGIE3R$ 30,59 5,41%CMIG4R$ 11,21 3,89%CPFE3R$ 47,40 5,31%EQTL3R$ 39,37 6,15%ENGI11R$ 52,48 7,59%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,70 4,00%ENEV3R$ 27,82 4,90%TAEE11R$ 42,19 6,19%ALUP11R$ 33,97 4,11%LIGT3R$ 3,63 0,55%
BrentUS$ 96,42 0,83%WTIUS$ 92,09 1,19%Gás NaturalUS$ 2,98 0,98%DólarR$ 5,10 1,07%BrentUS$ 96,42 0,83%WTIUS$ 92,09 1,19%Gás NaturalUS$ 2,98 0,98%DólarR$ 5,10 1,07%BrentUS$ 96,42 0,83%WTIUS$ 92,09 1,19%Gás NaturalUS$ 2,98 0,98%DólarR$ 5,10 1,07%
Abegás lança propostas para gás natural com foco na Margem EquatorialAneel libera operação comercial de UTE Jacarezinho 2 com 25 MW no ParanáAneel fixa TFSEE para distribuidoras com atualização tarifária de agostoShell adquire participação em blocos exploratórios da bp no pré-sal e Golfo do MéxicoMinistério da Gestão autoriza nomeação de aprovados em concurso da ANPComissão do Senado aprova PLP que dá à ANP acesso a notas fiscais para fiscalizaçãoSenado aprova PL que limita reajustes de tarifa de energia à inflação e cria regime compensatórioEneva e Diamante Energia permutam ativos e Eneva consolida infraestrutura de GNLRaízen conclui venda da Usina Caarapó para Adecoagro no Mato Grosso do SulONS não aciona plano de corte de geração após alerta a distribuidorasCâmara aprova urgência para PLP que visa proteger orçamento de agências reguladorasONS digitaliza liquidação de encargos de transmissão com plataforma PagarAbegás lança propostas para gás natural com foco na Margem EquatorialAneel libera operação comercial de UTE Jacarezinho 2 com 25 MW no ParanáAneel fixa TFSEE para distribuidoras com atualização tarifária de agostoShell adquire participação em blocos exploratórios da bp no pré-sal e Golfo do MéxicoMinistério da Gestão autoriza nomeação de aprovados em concurso da ANPComissão do Senado aprova PLP que dá à ANP acesso a notas fiscais para fiscalizaçãoSenado aprova PL que limita reajustes de tarifa de energia à inflação e cria regime compensatórioEneva e Diamante Energia permutam ativos e Eneva consolida infraestrutura de GNLRaízen conclui venda da Usina Caarapó para Adecoagro no Mato Grosso do SulONS não aciona plano de corte de geração após alerta a distribuidorasCâmara aprova urgência para PLP que visa proteger orçamento de agências reguladorasONS digitaliza liquidação de encargos de transmissão com plataforma Pagar
Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

Abegás lança propostas para gás natural com foco na Margem Equatorial

A Abegás apresentou uma agenda estratégica aos candidatos às eleições de 2026, com foco em quatro políticas públicas, quatro propostas legislativas e seis recomendações regulatórias para o setor de gás natural. O documento visa aumentar a oferta e a competitividade do insumo no Brasil, com especial atenção ao potencial da Margem Equatorial e à otimização da produção doméstica.

3 de setembro de 2026 às 10:40Fonte oficial: ABEGÁSRedação Radar Energia

A Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) lançou, em 3 de setembro de 2026, um conjunto de propostas para os candidatos ao Palácio do Planalto e ao Congresso Nacional, delineando uma agenda estratégica para o setor de gás natural nos próximos 20 anos. O documento, intitulado “Gás Canalizado: Agenda estratégica para promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil”, busca destravar a oferta e ampliar a competitividade do insumo no mercado doméstico, segundo comunicado da entidade.

Entre as prioridades, a Abegás defende a limitação da reinjeção de gás natural nos reservatórios de petróleo, que em 2025 superou 100 milhões de m³/dia, representando 55% da produção total e atingindo 58% em junho. A associação propõe critérios técnicos e econômicos para que a reinjeção se restrinja ao volume estritamente necessário à recuperação de óleo. Além disso, cobra a regulamentação do programa Gas Release, que prevê a venda compulsória de gás por agentes dominantes, e a obrigatoriedade de infraestrutura de escoamento para novas plataformas, especialmente na Margem Equatorial, cujo potencial é comparado ao pré-sal e exigirá inversão de fluxo para atender o Sudeste.

As propostas visam reverter o cenário atual, onde o Brasil produziu um recorde de 179 milhões de m³/dia de gás natural em 2025, mas apenas 33% desse volume chegou efetivamente ao consumidor. A Abegás projeta que o aumento da oferta e a maior concorrência, impulsionados pela agenda, tenderiam a pressionar os preços do gás para baixo, beneficiando indústrias, data centers (com energia firme) e termelétricas (com lastro estrutural). As distribuidoras, que investem cerca de R$ 1,5 bilhão por ano, poderiam acelerar esse ritmo com novas políticas, gerando empregos e arrecadação.

O caminho para a implementação das propostas, contudo, enfrenta riscos regulatórios e judiciais. A Abegás defende a exclusão do inciso VI do artigo 7º da Lei do Gás (Lei 14.134/2021), que atribui à ANP a classificação técnica de gasodutos, ponto já judicializado no Supremo Tribunal Federal. A regulamentação do Gas Release e a limitação da reinjeção podem gerar forte oposição dos grandes produtores, como a Petrobras, que teriam sua flexibilidade operacional e dominância de mercado reduzidas.

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