Carga SIN87.136 MW 0,75%PLD MédioR$ 212,81/MWh 10,73%PLD SE/COR$ 212,82/MWh 11,30%PLD SulR$ 212,81/MWh 11,30%PLD NER$ 212,81/MWh 9,76%PLD NorteR$ 212,82/MWh 10,55%EAR SIN64,1% 1,38%EAR SE/CO57,8% 1,87%EAR Sul84,6% 3,17%EAR NE75,7% 1,56%EAR Norte81,4% 2,28%ENA SIN167% MLT 56,07%ENA SE/CO90% MLT 2,17%ENA Sul343% MLT 78,65%ENA NE63% MLT 1,56%ENA Norte67% MLT 8,06%Carga SIN87.136 MW 0,75%PLD MédioR$ 212,81/MWh 10,73%PLD SE/COR$ 212,82/MWh 11,30%PLD SulR$ 212,81/MWh 11,30%PLD NER$ 212,81/MWh 9,76%PLD NorteR$ 212,82/MWh 10,55%EAR SIN64,1% 1,38%EAR SE/CO57,8% 1,87%EAR Sul84,6% 3,17%EAR NE75,7% 1,56%EAR Norte81,4% 2,28%ENA SIN167% MLT 56,07%ENA SE/CO90% MLT 2,17%ENA Sul343% MLT 78,65%ENA NE63% MLT 1,56%ENA Norte67% MLT 8,06%
Hidráulica45.841 MW(53%) 0,66%Térmica10.648 MW(12%) 0,86%Eólica14.825 MW(17%) 7,22%Solar13.832 MW(16%) 4,31%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.841 MW(53%) 0,66%Térmica10.648 MW(12%) 0,86%Eólica14.825 MW(17%) 7,22%Solar13.832 MW(16%) 4,31%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.841 MW(53%) 0,66%Térmica10.648 MW(12%) 0,86%Eólica14.825 MW(17%) 7,22%Solar13.832 MW(16%) 4,31%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 48,20 7,06%PETR3R$ 53,54 6,46%PRIO3R$ 64,41 2,76%RECV3R$ 11,54 5,97%VBBR3R$ 36,35 5,61%UGPA3R$ 36,73 5,49%RAIZ4R$ 0,26 13,04%CSAN3R$ 3,79 2,82%EGIE3R$ 30,15 2,62%CMIG4R$ 10,97 2,52%CPFE3R$ 46,08 3,46%EQTL3R$ 38,38 4,66%ENGI11R$ 51,15 6,56%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,66 4,20%ENEV3R$ 27,43 4,65%TAEE11R$ 40,89 4,58%ALUP11R$ 33,41 2,05%LIGT3R$ 3,70 4,23%PETR4R$ 48,20 7,06%PETR3R$ 53,54 6,46%PRIO3R$ 64,41 2,76%RECV3R$ 11,54 5,97%VBBR3R$ 36,35 5,61%UGPA3R$ 36,73 5,49%RAIZ4R$ 0,26 13,04%CSAN3R$ 3,79 2,82%EGIE3R$ 30,15 2,62%CMIG4R$ 10,97 2,52%CPFE3R$ 46,08 3,46%EQTL3R$ 38,38 4,66%ENGI11R$ 51,15 6,56%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,66 4,20%ENEV3R$ 27,43 4,65%TAEE11R$ 40,89 4,58%ALUP11R$ 33,41 2,05%LIGT3R$ 3,70 4,23%
BrentUS$ 95,23 0,61%WTIUS$ 90,63 0,45%Gás NaturalUS$ 3,00 3,27%DólarR$ 5,11 1,41%BrentUS$ 95,23 0,61%WTIUS$ 90,63 0,45%Gás NaturalUS$ 3,00 3,27%DólarR$ 5,11 1,41%BrentUS$ 95,23 0,61%WTIUS$ 90,63 0,45%Gás NaturalUS$ 3,00 3,27%DólarR$ 5,11 1,41%
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Eneva e Diamante Energia permutam ativos e Eneva consolida infraestrutura de GNL

A Eneva e a Diamante Energia fecharam um acordo de permuta de ativos, com a Eneva transferindo sua usina a carvão de Itaqui e assumindo o controle total da Porto do Pecém Transportadora de Minérios (PPTM), crucial para seu terminal de GNL. A transação, que inclui R$ 400 milhões à Eneva, reforça sua estratégia de gás natural e a saída de carvão.

2 de setembro de 2026 às 16:54Fonte oficial: CVMRedação Radar Energia

A Eneva e a Diamante Geração de Energia celebraram nesta quarta-feira (2) um acordo de permuta de participações societárias que marca a saída da Eneva de seu último ativo de geração a carvão e consolida sua infraestrutura de gás natural no Complexo do Pecém. Pelo negócio, a Eneva transferirá 100% da Itaqui Geração de Energia S.A., detentora da UTE Porto do Itaqui (360 MW), para a Diamante, e receberá 50% da Porto do Pecém Transportadora de Minérios (PPTM), passando a deter a totalidade da empresa, além de um pagamento de R$ 400 milhões, conforme Fato Relevante divulgado à CVM.

A operação inclui uma parcela contingente adicional de até R$ 467 milhões à Eneva, condicionada à eventual antecipação da data de início do contrato de reserva de capacidade da UTE Porto do Itaqui, conquistado no Leilão de Reserva de Capacidade de 2026 (LRCAP 2026) e com vigência de 2031 a 2041. A Diamante Energia também informou que não exercerá a opção de compra de 30% das SPEs detentoras dos projetos de geração do Hub Ceará da Eneva, que incluem as usinas Jandaia II e Jandaia III, com 1,2 GW de potência.

A permuta reforça a estratégia da Eneva de desinvestimento em carvão, movimento que já incluiu a venda da termelétrica Porto do Pecém II para a própria Diamante Energia em agosto, e de foco integral no gás natural. Com o controle total da PPTM, a Eneva garante a infraestrutura logística crucial para a implementação de seu terminal de GNL no Pecém, visando ampliar a oferta de gás no Nordeste. Para a Diamante, a transação consolida sua exposição à geração termelétrica a carvão, assumindo a operação da UTE Porto do Itaqui e seus contratos de longo prazo. A efetivação do negócio está sujeita a condições precedentes usuais, como a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

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