Carga SIN79.241 MW 15,22%PLD MédioR$ 207,17/MWh 1,16%PLD SE/COR$ 207,17/MWh 1,16%PLD SulR$ 207,17/MWh 1,16%PLD NER$ 207,16/MWh 1,16%PLD NorteR$ 207,17/MWh 1,16%EAR SIN71,3% 0,14%EAR SE/CO65,8% 0,15%EAR SE/CO65,7% 0,25%EAR Sul57,1% 0,17%EAR NE91,4% 0,22%EAR Norte96,6% 0,31%Carga SIN79.241 MW 15,22%PLD MédioR$ 207,17/MWh 1,16%PLD SE/COR$ 207,17/MWh 1,16%PLD SulR$ 207,17/MWh 1,16%PLD NER$ 207,16/MWh 1,16%PLD NorteR$ 207,17/MWh 1,16%EAR SIN71,3% 0,14%EAR SE/CO65,8% 0,15%EAR SE/CO65,7% 0,25%EAR Sul57,1% 0,17%EAR NE91,4% 0,22%EAR Norte96,6% 0,31%
Hidráulica45.298 MW(56%) 17,60%Térmica10.340 MW(13%) 8,23%Eólica12.964 MW(16%) 8,59%Solar9.936 MW(12%) 18,87%Nuclear1.990 MW(2%) 3,22%Hidráulica45.298 MW(56%) 17,60%Térmica10.340 MW(13%) 8,23%Eólica12.964 MW(16%) 8,59%Solar9.936 MW(12%) 18,87%Nuclear1.990 MW(2%) 3,22%Hidráulica45.298 MW(56%) 17,60%Térmica10.340 MW(13%) 8,23%Eólica12.964 MW(16%) 8,59%Solar9.936 MW(12%) 18,87%Nuclear1.990 MW(2%) 3,22%
PETR4R$ 38,54 6,41%PETR3R$ 43,32 6,21%PRIO3R$ 56,85 7,32%RECV3R$ 10,00 8,51%VBBR3R$ 27,92 4,22%UGPA3R$ 23,88 3,71%RAIZ4R$ 0,43 0,00%CSAN3R$ 3,27 2,10%EGIE3R$ 34,33 2,50%CMIG4R$ 10,72 0,09%CPFE3R$ 43,77 1,46%EQTL3R$ 37,60 3,02%ENGI11R$ 46,16 2,62%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,46 2,80%ENEV3R$ 24,44 0,41%TAEE11R$ 39,40 0,73%ALUP11R$ 31,95 0,99%LIGT3R$ 2,50 4,58%PETR4R$ 38,54 6,41%PETR3R$ 43,32 6,21%PRIO3R$ 56,85 7,32%RECV3R$ 10,00 8,51%VBBR3R$ 27,92 4,22%UGPA3R$ 23,88 3,71%RAIZ4R$ 0,43 0,00%CSAN3R$ 3,27 2,10%EGIE3R$ 34,33 2,50%CMIG4R$ 10,72 0,09%CPFE3R$ 43,77 1,46%EQTL3R$ 37,60 3,02%ENGI11R$ 46,16 2,62%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,46 2,80%ENEV3R$ 24,44 0,41%TAEE11R$ 39,40 0,73%ALUP11R$ 31,95 0,99%LIGT3R$ 2,50 4,58%
BrentUS$ 79,48 0,66%WTIUS$ 75,76 0,38%Gás NaturalUS$ 3,21 0,90%DólarR$ 5,09 0,32%BrentUS$ 79,48 0,66%WTIUS$ 75,76 0,38%Gás NaturalUS$ 3,21 0,90%DólarR$ 5,09 0,32%BrentUS$ 79,48 0,66%WTIUS$ 75,76 0,38%Gás NaturalUS$ 3,21 0,90%DólarR$ 5,09 0,32%
MME e ENBPar destinam R$ 305 milhões para eficiência energética municipalMME e CNPE intensificam testes para viabilizar aumento da mistura de biodiesel no dieselMME e IEA avançam em estratégia de dados energéticos para aprimorar planejamento do setorUnicamp lança workshops para integrar produção de biocombustíveis e pecuária em São PauloCargill avalia expansão do uso de sebo bovino para biodiesel no BrasilAneel prorroga flexibilização regulatória para Amazonas Energia por três mesesBNDES lança FGEnergia para garantir crédito a MPMEs em eficiência energéticaTCU alerta: Cortes orçamentários ameaçam fiscalização da ANEEL e ANPCâmara aprova divulgação de informações sobre EJA em contas de luz e águaANP autua 21 postos por preço abusivo e prevê intensificar fiscalização de combustíveisAIEA alerta que reatores nucleares pequenos não são solução universal, apesar de interesse do BrasilSenado debate regulamentação da eólica offshore para destravar investimentosMME e ENBPar destinam R$ 305 milhões para eficiência energética municipalMME e CNPE intensificam testes para viabilizar aumento da mistura de biodiesel no dieselMME e IEA avançam em estratégia de dados energéticos para aprimorar planejamento do setorUnicamp lança workshops para integrar produção de biocombustíveis e pecuária em São PauloCargill avalia expansão do uso de sebo bovino para biodiesel no BrasilAneel prorroga flexibilização regulatória para Amazonas Energia por três mesesBNDES lança FGEnergia para garantir crédito a MPMEs em eficiência energéticaTCU alerta: Cortes orçamentários ameaçam fiscalização da ANEEL e ANPCâmara aprova divulgação de informações sobre EJA em contas de luz e águaANP autua 21 postos por preço abusivo e prevê intensificar fiscalização de combustíveisAIEA alerta que reatores nucleares pequenos não são solução universal, apesar de interesse do BrasilSenado debate regulamentação da eólica offshore para destravar investimentos
Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

ANP retoma debate para definir critérios de preços abusivos de combustíveis

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) retoma nesta quarta-feira (17) a audiência pública para estabelecer critérios objetivos de elevação abusiva nos preços dos combustíveis. A iniciativa busca dar segurança jurídica ao consumidor e aprimorar a fiscalização em um mercado complexo e volátil, após pressões intensificadas desde 2018.

16 de junho de 2026 às 19:32Fonte oficial: CNENRedação Radar Energia

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) retoma nesta quarta-feira (17) a audiência pública para debater as minutas de resoluções que visam estabelecer os critérios para a elevação abusiva dos preços de combustíveis. Essa discussão é um passo crucial para balizar um mercado que gera frequentes questionamentos sobre a formação de preços e a atuação dos agentes na cadeia de distribuição.

A busca por uma definição clara de 'preço abusivo' intensificou-se após a greve dos caminhoneiros de 2018, evento que expôs a alta volatilidade do setor e a percepção de opacidade na precificação. Desde então, a ANP tem sido pressionada a aprimorar seus mecanismos de fiscalização e a definir regras mais objetivas para coibir práticas especulativas, um esforço regulatório que, apesar de tentativas anteriores, ainda não resultou em uma norma consolidada.

O desafio da agência é criar parâmetros objetivos em um mercado vasto e complexo, com um consumo médio diário de aproximadamente 130 milhões de litros de gasolina e 180 milhões de litros de diesel, distribuídos por cerca de 42 mil postos revendedores em todo o país. A formação dos preços na bomba é influenciada por uma série de fatores, como o preço internacional do petróleo Brent, a taxa de câmbio (R$/USD), a política de preços da Petrobras – baseada no Preço de Paridade de Importação (PPI) – e uma alta carga tributária, que inclui Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE).

Nesse contexto, a ANP atua como o principal órgão regulador, com a atribuição de proteger os interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta de produtos, conforme estabelecido pela Lei nº 9.478/1997, a Lei do Petróleo. A minuta de resolução em debate busca justamente complementar esse arcabouço, estabelecendo critérios objetivos para o que hoje é tratado de forma mais subjetiva. Casos de formação de cartel, por exemplo, são enquadrados pela Lei nº 12.529/2011, a Lei de Defesa da Concorrência, e reprimidos pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

A proposta da ANP encontra diferentes reações entre os atores do setor. Os revendedores de combustíveis, representados por entidades como a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) e sindicatos regionais, posicionam-se frequentemente contra intervenções excessivas na livre formação de preços, argumentando que elas podem desequilibrar o mercado. Por outro lado, órgãos de defesa do consumidor, como o Procon e o Ministério Público, atuam na proteção dos consumidores e pressionam por maior rigor na fiscalização e por mecanismos mais eficazes para coibir abusos.

A definição clara de 'elevação abusiva' pode trazer maior segurança jurídica para o consumidor, coibindo, potencialmente, práticas especulativas e protegendo o poder de compra. No entanto, para os revendedores, a medida pode aumentar o escrutínio e o risco regulatório, exigindo maior transparência na composição de seus preços e margens. Existe o risco de que uma regulamentação excessivamente restritiva possa desincentivar a concorrência e até mesmo levar a problemas de abastecimento em determinadas regiões, caso as margens se tornem inviáveis para a operação.

Concluída a retomada da audiência pública, a ANP analisará as contribuições recebidas de diversos agentes do mercado e da sociedade civil. Com base nessas análises, a agência deve finalizar e publicar a resolução com os critérios para a elevação abusiva de preços e estabelecer os parâmetros de fiscalização. A vigência da nova norma dependerá do rito interno da ANP e de possíveis contestações administrativas ou judiciais por parte dos agentes regulados, que podem questionar a legalidade ou aplicabilidade das novas regras.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Fonte

Matéria produzida pela redação do Radar Energia com base em informações de CNEN. Consulte o material original para validação técnica e jurídica.

Acessar fonte oficial

Tags

#ANP#combustíveis#preços#regulamentação#audiência pública#mercado