Carga SIN71.794 MW 15,78%PLD MédioR$ 121,41/MWh 11,35%PLD SE/COR$ 124,95/MWh 14,59%PLD SulR$ 124,94/MWh 14,59%PLD NER$ 114,96/MWh 5,44%PLD NorteR$ 120,78/MWh 10,77%EAR SIN66,1% 0,30%EAR SE/CO59,8% 0,50%EAR Sul85,1% 1,07%EAR NE77,8% 0,77%EAR Norte84,7% 0,70%ENA SIN115% MLT 4,96%ENA SE/CO94% MLT 2,08%ENA Sul203% MLT 2,40%ENA NE64% MLT 1,54%ENA Norte64% MLT 1,54%Carga SIN71.794 MW 15,78%PLD MédioR$ 121,41/MWh 11,35%PLD SE/COR$ 124,95/MWh 14,59%PLD SulR$ 124,94/MWh 14,59%PLD NER$ 114,96/MWh 5,44%PLD NorteR$ 120,78/MWh 10,77%EAR SIN66,1% 0,30%EAR SE/CO59,8% 0,50%EAR Sul85,1% 1,07%EAR NE77,8% 0,77%EAR Norte84,7% 0,70%ENA SIN115% MLT 4,96%ENA SE/CO94% MLT 2,08%ENA Sul203% MLT 2,40%ENA NE64% MLT 1,54%ENA Norte64% MLT 1,54%
Hidráulica36.925 MW(50%) 16,27%Térmica10.167 MW(14%) 1,60%Eólica13.710 MW(18%) 4,96%Solar11.654 MW(16%) 24,39%Nuclear2.005 MW(3%) 0,05%Hidráulica36.925 MW(50%) 16,27%Térmica10.167 MW(14%) 1,60%Eólica13.710 MW(18%) 4,96%Solar11.654 MW(16%) 24,39%Nuclear2.005 MW(3%) 0,05%Hidráulica36.925 MW(50%) 16,27%Térmica10.167 MW(14%) 1,60%Eólica13.710 MW(18%) 4,96%Solar11.654 MW(16%) 24,39%Nuclear2.005 MW(3%) 0,05%
PETR4R$ 42,02 5,19%PETR3R$ 46,91 5,06%PRIO3R$ 61,33 1,14%RECV3R$ 10,50 0,66%VBBR3R$ 33,84 1,83%UGPA3R$ 34,55 0,67%RAIZ4R$ 0,24 4,35%CSAN3R$ 3,53 4,75%EGIE3R$ 28,00 0,65%CMIG4R$ 10,19 2,41%CPFE3R$ 42,88 1,49%EQTL3R$ 36,46 4,26%ENGI11R$ 45,71 4,58%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,32 2,18%ENEV3R$ 26,10 4,74%TAEE11R$ 37,85 1,07%ALUP11R$ 32,12 3,41%LIGT3R$ 3,29 2,17%PETR4R$ 42,02 5,19%PETR3R$ 46,91 5,06%PRIO3R$ 61,33 1,14%RECV3R$ 10,50 0,66%VBBR3R$ 33,84 1,83%UGPA3R$ 34,55 0,67%RAIZ4R$ 0,24 4,35%CSAN3R$ 3,53 4,75%EGIE3R$ 28,00 0,65%CMIG4R$ 10,19 2,41%CPFE3R$ 42,88 1,49%EQTL3R$ 36,46 4,26%ENGI11R$ 45,71 4,58%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,32 2,18%ENEV3R$ 26,10 4,74%TAEE11R$ 37,85 1,07%ALUP11R$ 32,12 3,41%LIGT3R$ 3,29 2,17%
BrentUS$ 92,12 2,40%WTIUS$ 85,07 2,29%Gás NaturalUS$ 2,82 0,46%DólarR$ 5,15 0,78%BrentUS$ 92,12 2,40%WTIUS$ 85,07 2,29%Gás NaturalUS$ 2,82 0,46%DólarR$ 5,15 0,78%BrentUS$ 92,12 2,40%WTIUS$ 85,07 2,29%Gás NaturalUS$ 2,82 0,46%DólarR$ 5,15 0,78%
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Radar Energia
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BNDES reabre habilitação para programa que garante crédito a projetos de eficiência energética

O FGEnergia, do BNDES, oferece garantia de 80% do principal para financiamentos de eficiência energética a micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), visando destravar investimentos e reduzir o risco de crédito para instituições financeiras. A reabertura para novos agentes financeiros ocorreu em fevereiro.

24 de agosto de 2026 às 15:20Fonte oficial: BNDESRedação Radar Energia

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) reabriu em fevereiro deste ano o processo de habilitação para agentes financeiros interessados em operar o FGEnergia, programa que oferece garantia de 80% do principal de financiamentos para projetos de eficiência energética de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). A iniciativa, que teve o início da contratação de operações comunicado em agosto de 2022, busca mitigar o risco de crédito e impulsionar investimentos em gestão de demanda no setor produtivo.

Com valores que podem variar de R$ 50 mil a R$ 10 milhões por projeto, o FGEnergia atua como um mitigador do risco de crédito para as instituições financeiras, flexibilizando ou dispensando a exigência de garantias reais e, consequentemente, reduzindo os custos totais do financiamento. Os projetos elegíveis devem focar na redução do consumo de energia — como modernização de iluminação, sistemas de refrigeração e troca de motores — e não são elegíveis projetos que envolvam exclusivamente a geração de energia. Os financiamentos podem ter prazos de 12 a 120 meses, com carência de até 24 meses.

As MPMEs, principais beneficiárias do programa, devem realizar um diagnóstico energético e submeter o projeto ao Modelo de Avaliação de Eficiência Energética do BNDES para obter um token antes de buscar o financiamento em bancos credenciados. Agentes financeiros como Banco ABC Brasil, BDMG e Banrisul já estão habilitados, e a reabertura do processo em fevereiro, conforme Aviso SUP/ADIG Nº 03/2026-BNDES, visa expandir essa rede. Para o Radar Energia, a redução do risco de crédito para os bancos pode destravar um vasto potencial de investimentos em um segmento da economia com grande demanda por modernização energética.

A iniciativa do BNDES, formalizada por circulares como a SUP/ADIG n° 109/2025-BNDES que estabelece o Regulamento de Operações, beneficia diretamente as MPMEs ao facilitar o acesso a capital para modernizar suas operações e reduzir custos. Indiretamente, distribuidoras de energia podem se beneficiar da redução da demanda, especialmente em horários de pico, o que pode postergar investimentos em expansão de rede e melhorar a estabilidade do sistema, contribuindo para a modicidade tarifária e a segurança energética a longo prazo.

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