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Hidráulica45.318 MW(56%) 16,26%Térmica8.462 MW(10%) 15,29%Eólica13.369 MW(17%) 30,12%Solar11.589 MW(14%) 13,80%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.318 MW(56%) 16,26%Térmica8.462 MW(10%) 15,29%Eólica13.369 MW(17%) 30,12%Solar11.589 MW(14%) 13,80%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.318 MW(56%) 16,26%Térmica8.462 MW(10%) 15,29%Eólica13.369 MW(17%) 30,12%Solar11.589 MW(14%) 13,80%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%
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Radar Energia
AnáliseNuclear

Brasil é referência global em irradiação para bens culturais, aponta IIA

O Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN/CNEN) foi o único representante da América Latina a figurar em uma publicação internacional que destaca o uso da radiação ionizante na preservação do patrimônio cultural. O reconhecimento, divulgado pela Associação Internacional de Irradiação (IIA), sublinha o pioneirismo brasileiro na aplicação da tecnologia gama para conservação de acervos.

23 de junho de 2026 às 10:35Fonte oficial: CNENRedação Radar Energia

O Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN/CNEN) destacou-se como o único representante da América Latina em uma publicação da Associação Internacional de Irradiação (IIA), que ressalta o uso de radiação ionizante na preservação do patrimônio cultural. A informação, divulgada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), sublinha a expertise brasileira na aplicação da tecnologia gama para a conservação de acervos históricos e artísticos.

A expertise do IPEN/CNEN nessa área se consolidou ao longo de décadas, com o instituto desenvolvendo técnicas de irradiação gama para desinfestação e esterilização de artefatos. A aplicação da tecnologia nuclear para fins pacíficos, como a conservação de acervos de museus e documentos históricos, intensificou-se a partir dos anos 1980, utilizando irradiadores de Cobalto-60 para tratar materiais orgânicos sem danificar suas estruturas.

O reconhecimento pela IIA posiciona o Brasil entre os líderes globais em aplicações não energéticas da tecnologia nuclear. Tal distinção não só atesta a capacidade científica e tecnológica do país, mas também impulsiona novas colaborações e investimentos em pesquisa e desenvolvimento, contribuindo para a preservação da memória e identidade cultural brasileiras.

A segurança e a conformidade dessas operações são rigorosamente asseguradas pelas normas da própria CNEN, como as diretrizes básicas de proteção radiológica (CNEN 3.01) e o licenciamento de instalações radiativas (CNEN 6.04). Essas regulamentações garantem que os procedimentos sejam realizados sem riscos para os operadores ou para os bens culturais tratados, conferindo credibilidade à metodologia aplicada pelo IPEN.

Embora países como França e Estados Unidos também utilizem a irradiação para a conservação de patrimônio, o Brasil se sobressai pelo pioneirismo e pela consolidação da técnica na América Latina. Essa liderança regional posiciona o IPEN como um polo de referência, apto a influenciar e disseminar as melhores práticas em todo o continente.

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