Carga SIN79.255 MW 0,06%PLD MédioR$ 117,9/MWh 4,61%PLD SE/COR$ 117,9/MWh 4,61%PLD SulR$ 117,89/MWh 4,61%PLD NER$ 117,89/MWh 4,61%PLD NorteR$ 117,9/MWh 4,61%EAR SIN71,1% 0,28%EAR SE/CO64,3% 0,16%EAR Sul84,1% 0,24%EAR NE87,2% 0,34%EAR Norte91,6% 0,11%ENA SIN124% MLT 3,88%ENA SE/CO98% MLT 1,01%ENA Sul253% MLT 1,94%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte74% MLT 0,00%Carga SIN79.255 MW 0,06%PLD MédioR$ 117,9/MWh 4,61%PLD SE/COR$ 117,9/MWh 4,61%PLD SulR$ 117,89/MWh 4,61%PLD NER$ 117,89/MWh 4,61%PLD NorteR$ 117,9/MWh 4,61%EAR SIN71,1% 0,28%EAR SE/CO64,3% 0,16%EAR Sul84,1% 0,24%EAR NE87,2% 0,34%EAR Norte91,6% 0,11%ENA SIN124% MLT 3,88%ENA SE/CO98% MLT 1,01%ENA Sul253% MLT 1,94%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte74% MLT 0,00%
Hidráulica40.471 MW(50%) 8,94%Térmica9.226 MW(12%) 8,54%Eólica17.355 MW(22%) 54,25%Solar11.094 MW(14%) 9,49%Nuclear2.010 MW(3%) 1,01%Hidráulica40.471 MW(50%) 8,94%Térmica9.226 MW(12%) 8,54%Eólica17.355 MW(22%) 54,25%Solar11.094 MW(14%) 9,49%Nuclear2.010 MW(3%) 1,01%Hidráulica40.471 MW(50%) 8,94%Térmica9.226 MW(12%) 8,54%Eólica17.355 MW(22%) 54,25%Solar11.094 MW(14%) 9,49%Nuclear2.010 MW(3%) 1,01%
PETR4R$ 39,89 1,89%PETR3R$ 44,64 1,85%PRIO3R$ 56,79 1,35%RECV3R$ 10,29 1,34%VBBR3R$ 34,37 3,21%UGPA3R$ 31,99 6,24%RAIZ4R$ 0,29 6,45%CSAN3R$ 3,88 0,26%EGIE3R$ 30,40 5,79%CMIG4R$ 11,09 0,98%CPFE3R$ 47,19 0,02%EQTL3R$ 39,85 2,69%ENGI11R$ 50,07 3,04%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,76 4,47%ENEV3R$ 25,95 4,49%TAEE11R$ 41,03 0,56%ALUP11R$ 33,50 1,79%LIGT3R$ 3,41 8,25%PETR4R$ 39,89 1,89%PETR3R$ 44,64 1,85%PRIO3R$ 56,79 1,35%RECV3R$ 10,29 1,34%VBBR3R$ 34,37 3,21%UGPA3R$ 31,99 6,24%RAIZ4R$ 0,29 6,45%CSAN3R$ 3,88 0,26%EGIE3R$ 30,40 5,79%CMIG4R$ 11,09 0,98%CPFE3R$ 47,19 0,02%EQTL3R$ 39,85 2,69%ENGI11R$ 50,07 3,04%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,76 4,47%ENEV3R$ 25,95 4,49%TAEE11R$ 41,03 0,56%ALUP11R$ 33,50 1,79%LIGT3R$ 3,41 8,25%
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Radar Energia
AnáliseNuclear

ANSN abre consulta para atualizar normas de segurança nuclear e proteção radiológica

A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) lançou duas consultas públicas para modernizar os requisitos de relatórios de operação de usinas nucleares e estabelecer novos padrões de proteção radiológica para medidores nucleares, buscando alinhar a regulamentação brasileira às melhores práticas internacionais.

16 de julho de 2026 às 17:20Fonte oficial: Gov.brRedação Radar Energia

A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) abriu nesta quarta-feira (15) duas consultas públicas com o objetivo de consolidar e aprimorar as normas sobre relatórios de operação de usinas nucleoelétricas e os requisitos de proteção radiológica para medidores nucleares. As propostas, que fazem parte da Agenda Regulatória 2026-2027 da agência, visam fortalecer a segurança nuclear e a proteção radiológica no país, conforme comunicado oficial da ANSN.

Uma das propostas em discussão é a atualização da Norma ANSN NN 1.14, que trata dos relatórios de operação de usinas nucleoelétricas, como Angra 1 e 2, operadas pela Eletronuclear. A revisão busca aprimorar a notificação de eventos significativos e a elaboração desses relatórios. A outra iniciativa é a criação de uma nova resolução que estabelecerá requisitos de proteção radiológica para instalações que utilizam medidores nucleares fixos e móveis, definindo padrões de segurança para o uso, manuseio e armazenamento de fontes radioativas.

As consultas públicas representam um esforço da ANSN para modernizar e unificar o arcabouço regulatório do setor, alinhando-o às melhores práticas internacionais. A Norma ANSN NN 1.14 receberá contribuições de 15 de julho a 29 de agosto (45 dias), enquanto a resolução sobre medidores nucleares estará aberta para sugestões de 15 de julho a 13 de setembro (60 dias). Após o encerramento, uma Comissão de Estudos da agência analisará as contribuições para consolidar as propostas antes da deliberação final da Diretoria Colegiada e publicação no Diário Oficial da União.

Para o setor regulado, especialmente a Eletronuclear e as instalações que utilizam medidores nucleares, as novas normas implicarão na necessidade de revisar e adequar procedimentos internos e, potencialmente, realizar investimentos em equipamentos e treinamento para garantir a conformidade. Embora o objetivo seja aprimorar a segurança, a ausência de detalhamento sobre eventuais regras de transição ou custos de adequação nos documentos da consulta pública cria uma incerteza que será crucial acompanhar nas próximas fases do processo regulatório.

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