Carga SIN87.793 MW 2,57%PLD MédioR$ 124,12/MWh 8,29%PLD SE/COR$ 124,12/MWh 8,29%PLD SulR$ 124,12/MWh 8,28%PLD NER$ 124,12/MWh 8,29%PLD NorteR$ 124,13/MWh 8,28%EAR SIN65% 0,91%EAR SE/CO58,9% 0,84%EAR Sul82% 3,30%EAR NE76,9% 0,52%EAR Norte83,3% 0,95%ENA SIN107% MLT 3,60%ENA SE/CO92% MLT 1,08%ENA Sul192% MLT 2,54%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 1,59%Carga SIN87.793 MW 2,57%PLD MédioR$ 124,12/MWh 8,29%PLD SE/COR$ 124,12/MWh 8,29%PLD SulR$ 124,12/MWh 8,28%PLD NER$ 124,12/MWh 8,29%PLD NorteR$ 124,13/MWh 8,28%EAR SIN65% 0,91%EAR SE/CO58,9% 0,84%EAR Sul82% 3,30%EAR NE76,9% 0,52%EAR Norte83,3% 0,95%ENA SIN107% MLT 3,60%ENA SE/CO92% MLT 1,08%ENA Sul192% MLT 2,54%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 1,59%
Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%
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Copel eleva meta de alavancagem e estende prazo para retorno ao centro da faixa

A Copel comunicou a atualização de seus parâmetros de estrutura de capital, elevando a meta de alavancagem para 2,9x Dívida Líquida/Ebitda e estendendo o prazo para a companhia retornar ao centro da faixa de 24 para 48 meses. A política de dividendos manteve o payout mínimo de 75% do lucro líquido, sinalizando maior flexibilidade para financiar investimentos robustos.

16 de julho de 2026 às 14:26Fonte oficial: CopelRedação Radar Energia

A Copel atualizou seus parâmetros de estrutura de capital e política de dividendos em 15 de julho de 2026, conforme comunicado ao mercado. A decisão, aprovada pelo Conselho de Administração, eleva a meta de alavancagem da companhia e estende o prazo para retorno ao centro da faixa, visando proporcionar maior flexibilidade financeira para conciliar o robusto ciclo de investimentos com a remuneração aos acionistas.

A meta de alavancagem (Dívida Líquida/Ebitda) foi ajustada de 2,8x para 2,9x, com a faixa de tolerância passando de 2,5x-3,1x para 2,6x-3,2x. O prazo para a companhia convergir para o centro da faixa de 2,9x foi ampliado de 24 para 48 meses, com contagem a partir de dezembro de 2026, estendendo-se, na prática, até dezembro de 2030. A política de distribuição anual de proventos permanece inalterada em seus pilares, garantindo um payout mínimo de 75% do lucro líquido.

Para a Copel, a maior flexibilidade no endividamento é essencial para financiar seu plano de investimentos de aproximadamente R$ 14,89 bilhões entre 2027 e 2030, incluindo projetos estratégicos como as expansões das hidrelétricas Segredo e Foz do Areia. Contudo, analistas de mercado interpretaram que a maior tolerância à alavancagem e o prazo estendido para desalavancagem podem sinalizar uma priorização de investimentos em detrimento de retornos mais agressivos aos acionistas no curto prazo, o que se refletiu na queda das ações CPLE3 e CPLE6 no dia seguinte ao anúncio.

Embora a decisão mantenha a remuneração mínima, o alongamento do prazo para o retorno ao centro da faixa de alavancagem, mesmo dentro da tolerância, introduz um risco de percepção de mercado sobre a disciplina financeira da companhia.

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