Carga SIN77.658 MW▲ 1,63%PLD MédioR$ 100,31/MWh▲ 28,95%PLD SE/COR$ 100,31/MWh▲ 28,95%PLD SulR$ 100,31/MWh▲ 28,95%PLD NER$ 100,31/MWh▲ 28,95%PLD NorteR$ 100,31/MWh▲ 28,95%EAR SIN59,9%• 0,00%EAR SE/CO55,6%▼ 0,18%EAR Sul81,8%▲ 0,74%EAR NE65,7%▼ 0,15%EAR Norte68,8%▼ 0,15%ENA SIN151% MLT• 0,00%ENA SE/CO124% MLT▲ 1,64%ENA Sul240% MLT• 0,00%ENA NE71% MLT▼ 1,39%ENA Norte43% MLT• 0,00%Carga SIN77.658 MW▲ 1,63%PLD MédioR$ 100,31/MWh▲ 28,95%PLD SE/COR$ 100,31/MWh▲ 28,95%PLD SulR$ 100,31/MWh▲ 28,95%PLD NER$ 100,31/MWh▲ 28,95%PLD NorteR$ 100,31/MWh▲ 28,95%EAR SIN59,9%• 0,00%EAR SE/CO55,6%▼ 0,18%EAR Sul81,8%▲ 0,74%EAR NE65,7%▼ 0,15%EAR Norte68,8%▼ 0,15%ENA SIN151% MLT• 0,00%ENA SE/CO124% MLT▲ 1,64%ENA Sul240% MLT• 0,00%ENA NE71% MLT▼ 1,39%ENA Norte43% MLT• 0,00%
Hidráulica38.693 MW(50%)▲ 1,87%Térmica9.362 MW(12%)▼ 2,91%Eólica14.708 MW(19%)▲ 1,16%Solar13.539 MW(17%)▲ 5,03%Nuclear1.356 MW(2%)• 0,00%Hidráulica38.693 MW(50%)▲ 1,87%Térmica9.362 MW(12%)▼ 2,91%Eólica14.708 MW(19%)▲ 1,16%Solar13.539 MW(17%)▲ 5,03%Nuclear1.356 MW(2%)• 0,00%Hidráulica38.693 MW(50%)▲ 1,87%Térmica9.362 MW(12%)▼ 2,91%Eólica14.708 MW(19%)▲ 1,16%Solar13.539 MW(17%)▲ 5,03%Nuclear1.356 MW(2%)• 0,00%
PETR4R$ 56,85▲ 2,47%PETR3R$ 63,78▲ 2,99%PRIO3R$ 66,76▲ 4,72%RECV3R$ 12,55▲ 3,72%VBBR3R$ 36,59▼ 2,56%UGPA3R$ 38,80▼ 0,67%RAIZ4R$ 0,36▲ 5,88%CSAN3R$ 5,11▼ 2,48%EGIE3R$ 31,32▼ 1,48%CMIG4R$ 11,90▼ 1,41%CPFE3R$ 50,60▲ 0,48%EQTL3R$ 49,20▼ 0,93%ENGI11R$ 67,11▲ 1,30%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,30▼ 4,73%ENEV3R$ 31,35▲ 1,75%TAEE11R$ 45,85▲ 0,48%ALUP11R$ 39,65▲ 0,74%LIGT3R$ 3,80▼ 1,30%PETR4R$ 56,85▲ 2,47%PETR3R$ 63,78▲ 2,99%PRIO3R$ 66,76▲ 4,72%RECV3R$ 12,55▲ 3,72%VBBR3R$ 36,59▼ 2,56%UGPA3R$ 38,80▼ 0,67%RAIZ4R$ 0,36▲ 5,88%CSAN3R$ 5,11▼ 2,48%EGIE3R$ 31,32▼ 1,48%CMIG4R$ 11,90▼ 1,41%CPFE3R$ 50,60▲ 0,48%EQTL3R$ 49,20▼ 0,93%ENGI11R$ 67,11▲ 1,30%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,30▼ 4,73%ENEV3R$ 31,35▲ 1,75%TAEE11R$ 45,85▲ 0,48%ALUP11R$ 39,65▲ 0,74%LIGT3R$ 3,80▼ 1,30%
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Capacidade global de baterias deve crescer seis vezes até 2030; Brasil avança em regulação e leilões

A capacidade global de armazenamento de energia em baterias (BESS) é projetada para um salto de seis vezes até 2030, impulsionada por eletrificação e queda de custos. No Brasil, ANEEL e MME publicaram normas e diretrizes para leilões dedicados, estruturando o mercado e a integração da tecnologia ao Sistema Interligado Nacional.

28 de julho de 2026 às 13:18Fonte oficial: GlobaldataRedação Radar Energia

A capacidade global instalada de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) deve crescer seis vezes entre 2025 e 2030, saltando de 224,8 GW para aproximadamente 1.300 GW, conforme projeção da GlobalData. Este avanço é impulsionado pela crescente demanda por eletrificação, expansão industrial e data centers, além da contínua queda nos custos da tecnologia de íon-lítio e o fortalecimento das cadeias de suprimentos. China e Estados Unidos dominam esse mercado, respondendo por 74,6% da capacidade global instalada até o final de 2025.

Em paralelo ao cenário global, o Brasil estrutura seu arcabouço regulatório para a tecnologia. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou a Resolução Normativa (REN) nº 1.161/2026, que estabelece requisitos e procedimentos para outorgas de autorização de Sistemas de Armazenamento de Energia (SAE) autônomos, com vigência de 35 anos. A norma também prevê dois modelos de tarifação para o uso da rede (TUSD/TUST): um para sistemas que aceitam controle do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), com cobrança apenas no descarregamento, e outro para operação livre, com cobrança nas duas pontas.

Complementando a regulamentação, o Ministério de Minas e Energia (MME) e a ANEEL definiram as diretrizes para os primeiros leilões de reserva de capacidade (LRCAP 2026) dedicados a BESS, marcados para 2 e 4 de dezembro de 2026. Serão dois certames – “Armazenamento Nacional”, com requisitos de nacionalização, e “Armazenamento”, aberto aos demais – exigindo projetos com potência mínima de 30 MW, autonomia de descarga de 4 horas, tempo máximo de recarga de 6 horas, eficiência mínima de 85% e funcionalidade “grid-forming”.

Apesar do avanço regulatório, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) expressa preocupação com a manutenção da “dupla tarifação” para sistemas de operação livre, avaliando que isso pode encarecer a tecnologia fora do ambiente de leilões. O custo da contratação de capacidade de armazenamento nos leilões será rateado entre os geradores (hidrelétricas, solares, eólicas e termelétricas) por meio do Encargo de Potência para Reserva de Capacidade (ERCAP), cuja fórmula exata de rateio ainda será definida pela ANEEL. A energia utilizada e injetada pelos sistemas será liquidada no mercado de curto prazo ao Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), com os resultados destinados à Conta de Potência para Reserva de Capacidade (CONCAP).

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