Carga SIN71.979 MW 8,71%PLD MédioR$ 113,68/MWh 3,70%PLD SE/COR$ 113,68/MWh 3,70%PLD SulR$ 113,68/MWh 3,69%PLD NER$ 113,68/MWh 3,69%PLD NorteR$ 113,69/MWh 3,69%EAR SIN63,1% 0,00%EAR SE/CO57,1% 0,00%EAR Sul82% 0,24%EAR NE74,3% 0,27%EAR Norte79,5% 0,38%ENA SIN132% MLT 3,65%ENA SE/CO98% MLT 2,08%ENA Sul262% MLT 5,42%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte55% MLT 1,79%Carga SIN71.979 MW 8,71%PLD MédioR$ 113,68/MWh 3,70%PLD SE/COR$ 113,68/MWh 3,70%PLD SulR$ 113,68/MWh 3,69%PLD NER$ 113,68/MWh 3,69%PLD NorteR$ 113,69/MWh 3,69%EAR SIN63,1% 0,00%EAR SE/CO57,1% 0,00%EAR Sul82% 0,24%EAR NE74,3% 0,27%EAR Norte79,5% 0,38%ENA SIN132% MLT 3,65%ENA SE/CO98% MLT 2,08%ENA Sul262% MLT 5,42%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte55% MLT 1,79%
Hidráulica38.458 MW(52%) 9,06%Térmica8.769 MW(12%) 15,88%Eólica12.831 MW(17%) 8,09%Solar11.783 MW(16%) 8,93%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%Hidráulica38.458 MW(52%) 9,06%Térmica8.769 MW(12%) 15,88%Eólica12.831 MW(17%) 8,09%Solar11.783 MW(16%) 8,93%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%Hidráulica38.458 MW(52%) 9,06%Térmica8.769 MW(12%) 15,88%Eólica12.831 MW(17%) 8,09%Solar11.783 MW(16%) 8,93%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%
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Taesa projeta desalavancagem a partir de 2027, abrindo espaço para investimentos

A Taesa projeta que sua alavancagem atingirá um pico temporário no terceiro trimestre de 2026, impulsionada pela aquisição de ativos da Energisa, mas espera que o indicador retorne a patamares abaixo de 4 vezes a partir de 2027, abrindo novo espaço para investimentos.

7 de setembro de 2026 às 13:36Fonte oficial: TaesaRedação Radar Energia

A Taesa (TAEE11) projeta que sua relação dívida líquida/Ebitda, que estava em 4,2 vezes no segundo trimestre de 2026, aumentará temporariamente e atingirá seu pico no terceiro trimestre deste ano. A companhia, contudo, espera que o indicador de alavancagem retorne a patamares abaixo de 4 vezes a partir de 2027, o que deve liberar capital para novos investimentos e reforçar a disciplina financeira, conforme comunicado pela transmissora.

O movimento de alta na alavancagem é impulsionado pela aquisição de cinco ativos de transmissão que pertenciam à Energisa, uma operação avaliada em R$ 2,4 bilhões e concluída em agosto de 2026. A desalavancagem esperada a partir de 2027 se apoia na incorporação da Receita Anual Permitida (RAP) desses novos ativos, que adicionam R$ 291 milhões para o ciclo 2025-2026, além de outros R$ 507 milhões em RAP de projetos recém-energizados no ciclo 2026/2027, como a Conversora Garabi 2.

Para o mercado, a gestão da alavancagem é fundamental para a tese de investimento da Taesa, diretamente ligada à sua capacidade de financiar a expansão e manter a política de dividendos. Embora a companhia reafirme seu compromisso com a política de dividendos, com a proposta de distribuir entre 90% e 100% do lucro líquido regulatório a partir de 2025, analistas apontam que a manutenção de níveis historicamente elevados pode ser mais desafiadora sem novas oportunidades atrativas de investimento. As ações da Taesa (TAEE11) fecharam a R$ 41,53 em 04/09/2026, com queda de 0,05%.

A estratégia de crescimento da Taesa é sustentada por movimentos recentes de financiamento e energização. Em julho de 2026, a companhia encerrou uma emissão de debêntures de R$ 1,7 bilhão para financiar sua expansão. Além disso, em agosto, a Taesa energizou as Linhas de Transmissão Ponta Grossa/Assis, adicionando R$ 123,6 milhões à RAP de Ananaí. A empresa também incorporou R$ 141,9 milhões em RAP no terceiro trimestre de 2026, com efeitos retroativos a 27 de julho de 2026, consolidando sua base de receita futura.

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