Carga SIN79.259 MW 17,84%PLD MédioR$ 203,53/MWh 1,99%PLD SE/COR$ 207,76/MWh 2,25%PLD SulR$ 209,86/MWh 3,29%PLD NER$ 194,15/MWh 0,83%PLD NorteR$ 202,37/MWh 1,50%EAR SIN70,8% 0,14%EAR SE/CO65,5% 0,15%EAR Sul55,9% 0,18%EAR NE90,2% 0,22%EAR Norte95,1% 0,21%ENA SE/CO89% MLT 0,00%ENA Sul59% MLT 1,72%ENA NE60% MLT 0,00%ENA Norte64% MLT 1,54%Carga SIN79.259 MW 17,84%PLD MédioR$ 203,53/MWh 1,99%PLD SE/COR$ 207,76/MWh 2,25%PLD SulR$ 209,86/MWh 3,29%PLD NER$ 194,15/MWh 0,83%PLD NorteR$ 202,37/MWh 1,50%EAR SIN70,8% 0,14%EAR SE/CO65,5% 0,15%EAR Sul55,9% 0,18%EAR NE90,2% 0,22%EAR Norte95,1% 0,21%ENA SE/CO89% MLT 0,00%ENA Sul59% MLT 1,72%ENA NE60% MLT 0,00%ENA Norte64% MLT 1,54%
Hidráulica45.318 MW(56%) 16,26%Térmica8.462 MW(10%) 15,29%Eólica13.369 MW(17%) 30,12%Solar11.589 MW(14%) 13,80%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.318 MW(56%) 16,26%Térmica8.462 MW(10%) 15,29%Eólica13.369 MW(17%) 30,12%Solar11.589 MW(14%) 13,80%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.318 MW(56%) 16,26%Térmica8.462 MW(10%) 15,29%Eólica13.369 MW(17%) 30,12%Solar11.589 MW(14%) 13,80%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%
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Google e Energy Dome implantam bateria de CO2 de 23 MW/200 MWh na Irlanda

O Google e a Energy Dome assinaram o primeiro contrato comercial bilateral para um projeto de bateria de CO₂ de 23 MW/200 MWh na Irlanda, marcando um avanço na estratégia do gigante de tecnologia para operar com energia 24 horas por dia, 7 dias por semana, livre de carbono. A iniciativa visa integrar maior volume de energias renováveis na rede irlandesa, que enfrenta desafios de estabilidade devido à alta penetração eólica.

24 de junho de 2026 às 13:48Fonte oficial: BusinesswireRedação Radar Energia

O Google e a Energy Dome assinaram o primeiro contrato comercial bilateral para implantar um sistema de armazenamento de energia baseado em bateria de CO₂ na Irlanda, com capacidade de 23 MW e 200 MWh. Este projeto marca um avanço significativo na parceria entre as empresas, visando escalar a tecnologia da Energy Dome e atender à crescente demanda por soluções de longa duração que impulsionem a transição energética global.

A iniciativa integra a ambiciosa meta do Google de operar todas as suas operações com energia 24/7 livre de carbono até 2030. Esse objetivo exige soluções robustas de armazenamento para compensar a intermitência das fontes renováveis. A Irlanda, escolhida para o projeto, é um local estratégico por enfrentar desafios significativos na gestão de sua rede elétrica, onde a energia eólica pode responder por mais de 40% da geração anual, demandando flexibilidade e estabilidade para evitar o *curtailment* e garantir a segurança do suprimento.

Com 23 MW de potência e 200 MWh de capacidade, o sistema da Energy Dome oferece uma descarga de aproximadamente 8,7 horas, posicionando-se como uma solução de armazenamento de longa duração. Essa característica é crucial para equilibrar a rede em períodos de baixa geração renovável ou alta demanda, preenchendo uma lacuna que as baterias de íon-lítio, mais comuns para armazenamento de curta duração (até 4 horas), não conseguem suprir de forma econômica e sustentável.

A tecnologia da Energy Dome utiliza dióxido de carbono (CO₂) em um ciclo termodinâmico fechado para armazenar e liberar energia. Durante o carregamento, o CO₂ é comprimido e liquefeito, armazenando energia. Para descarregar, o CO₂ líquido é evaporado e expandido através de uma turbina, gerando eletricidade. Este método se destaca por não depender de minerais raros e por ter uma pegada ambiental e de custo potencialmente menor em comparação com outras tecnologias de longa duração.

Os principais atores desta colaboração são o Google, que impulsiona a demanda por soluções de energia limpa e armazenamento, e a Energy Dome, desenvolvedora da tecnologia. Na Irlanda, a EirGrid, operadora do sistema de transmissão, é crucial e se beneficiará diretamente da melhoria da estabilidade e segurança da rede. Reguladores como a Commission for Regulation of Utilities (CRU) também desempenham um papel fundamental ao criar um ambiente regulatório favorável a esses investimentos.

A implantação do projeto é impulsionada pelo arcabouço regulatório da União Europeia (UE), que estabelece metas ambiciosas de descarbonização e aumento da participação de energias renováveis, como o pacote 'Fit for 55' e a meta de neutralidade climática até 2050. A Irlanda, em particular, possui políticas e incentivos para o desenvolvimento de infraestrutura de armazenamento de energia, reconhecendo sua importância para a integração de renováveis e a segurança do suprimento, alinhando-se às diretrizes da Agência Internacional de Energia (AIE) e da própria UE.

O impacto esperado é uma melhoria significativa na estabilidade da rede elétrica irlandesa, permitindo uma maior integração de energia eólica e solar sem comprometer a segurança do suprimento. O armazenamento de longa duração pode reduzir a necessidade de acionar geradores a combustíveis fósseis para o balanceamento da rede, diminuindo as emissões de carbono e potencialmente estabilizando os preços da energia para os consumidores. Para o Google, o projeto contribui diretamente para sua meta de energia 24/7 livre de carbono, demonstrando um modelo de compra de energia mais sustentável e replicável.

Este projeto na Irlanda representa uma escalada significativa para a Energy Dome, que já havia demonstrado sua tecnologia em um piloto de 2,5 MW/4 MWh na Sardenha, Itália. A nova escala de 23 MW/200 MWh valida a viabilidade comercial e técnica da solução para aplicações de maior porte e duração, competindo no mercado de armazenamento de longa duração ao lado de hidrelétricas reversíveis, ar comprimido e hidrogênio.

Após o anúncio do contrato bilateral, os próximos passos incluem as fases de engenharia detalhada, licenciamento, construção e comissionamento do projeto, com expectativa de entrada em operação em um prazo de dois a três anos. O sucesso desta implantação na Irlanda pode servir de precedente para a expansão da tecnologia de bateria de CO₂ da Energy Dome para outros mercados europeus e globais, impulsionando a adoção de soluções de armazenamento de longa duração em escala comercial e contribuindo para a descarbonização das redes elétricas.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.