Carga SIN81.092 MW 12,60%PLD MédioR$ 142,68/MWh 25,04%PLD SE/COR$ 142,68/MWh 25,04%PLD SulR$ 142,67/MWh 25,04%PLD NER$ 142,67/MWh 25,03%PLD NorteR$ 142,68/MWh 25,04%EAR SIN62,8% 0,32%EAR SE/CO56,9% 0,35%EAR Sul81,7% 0,37%EAR NE73,9% 0,27%EAR Norte79,1% 0,25%ENA SIN124% MLT 3,13%ENA SE/CO100% MLT 1,01%ENA Sul237% MLT 4,44%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte56% MLT 1,82%Carga SIN81.092 MW 12,60%PLD MédioR$ 142,68/MWh 25,04%PLD SE/COR$ 142,68/MWh 25,04%PLD SulR$ 142,67/MWh 25,04%PLD NER$ 142,67/MWh 25,03%PLD NorteR$ 142,68/MWh 25,04%EAR SIN62,8% 0,32%EAR SE/CO56,9% 0,35%EAR Sul81,7% 0,37%EAR NE73,9% 0,27%EAR Norte79,1% 0,25%ENA SIN124% MLT 3,13%ENA SE/CO100% MLT 1,01%ENA Sul237% MLT 4,44%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte56% MLT 1,82%
Hidráulica33.206 MW(44%) 7,13%Térmica9.088 MW(12%) 12,63%Eólica18.356 MW(24%) 26,80%Solar12.392 MW(17%) 4,89%Nuclear2.005 MW(3%) 4,54%Hidráulica33.206 MW(44%) 7,13%Térmica9.088 MW(12%) 12,63%Eólica18.356 MW(24%) 26,80%Solar12.392 MW(17%) 4,89%Nuclear2.005 MW(3%) 4,54%Hidráulica33.206 MW(44%) 7,13%Térmica9.088 MW(12%) 12,63%Eólica18.356 MW(24%) 26,80%Solar12.392 MW(17%) 4,89%Nuclear2.005 MW(3%) 4,54%
PETR4R$ 48,42 2,78%PETR3R$ 53,69 3,23%PRIO3R$ 62,52 3,87%RECV3R$ 11,42 2,33%VBBR3R$ 37,95 2,60%UGPA3R$ 38,40 2,62%RAIZ4R$ 0,26 7,14%CSAN3R$ 3,79 0,26%EGIE3R$ 30,73 1,96%CMIG4R$ 11,33 0,62%CPFE3R$ 46,00 1,77%EQTL3R$ 38,81 0,89%ENGI11R$ 50,46 1,89%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,94 0,50%ENEV3R$ 27,33 0,94%TAEE11R$ 40,87 1,59%ALUP11R$ 33,39 0,74%LIGT3R$ 3,64 1,96%PETR4R$ 48,42 2,78%PETR3R$ 53,69 3,23%PRIO3R$ 62,52 3,87%RECV3R$ 11,42 2,33%VBBR3R$ 37,95 2,60%UGPA3R$ 38,40 2,62%RAIZ4R$ 0,26 7,14%CSAN3R$ 3,79 0,26%EGIE3R$ 30,73 1,96%CMIG4R$ 11,33 0,62%CPFE3R$ 46,00 1,77%EQTL3R$ 38,81 0,89%ENGI11R$ 50,46 1,89%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,94 0,50%ENEV3R$ 27,33 0,94%TAEE11R$ 40,87 1,59%ALUP11R$ 33,39 0,74%LIGT3R$ 3,64 1,96%
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AnálisePetróleo & Gás

IEA aponta medidas para segurança do gás após crises de fornecimento

A Agência Internacional de Energia (IEA) publicou um relatório que identifica mecanismos práticos para países importadores de gás reforçarem a segurança do suprimento nos próximos cinco anos. O documento, que surge após crises recentes como a interrupção no Estreito de Ormuz, sugere desde obrigações de armazenamento comercial até reservas estratégicas e acordos transfronteiriços.

9 de setembro de 2026 às 20:20Fonte oficial: IEARedação Radar Energia

A Agência Internacional de Energia (IEA) publicou um relatório que detalha mecanismos práticos e opções de flexibilidade para países importadores de gás natural reforçarem a segurança do fornecimento global nos próximos cinco anos. O documento, lançado em 9 de setembro de 2026, é uma resposta direta às vulnerabilidades expostas por crises recentes, como a redução das entregas de gás russo para a Europa em 2022-2023 e as interrupções nos fluxos de GNL através do Estreito de Ormuz durante o conflito no Oriente Médio em 2026, que causou uma perda de quase 20% na oferta global.

Entre as medidas sugeridas pela IEA estão obrigações de armazenamento comercial, reservas estratégicas controladas por governos, estoques de GNL de segurança (buffer stocks), reservas conjuntas e acordos de estoque transfronteiriços. O relatório também aponta para a análise de opções de compra conjunta de GNL e acordos para acesso a cargas adicionais em emergências, reconhecendo que, embora as reservas físicas sejam pilares, elas não resolvem todas as interrupções. A IEA ressalta a tensão entre investir em segurança e os custos associados, argumentando que o custo de estar despreparado pode ser significativamente maior.

Para governos de países importadores de gás e empresas do setor, as recomendações implicam em adaptações a eventuais novas políticas nacionais. O relatório sugere que os governos aprofundem o diálogo sobre segurança do gás, melhorem a transparência das reservas e condições de mercado, e realizem exercícios de emergência regulares. Embora não quantifique impactos em tarifas ou encargos específicos para o Brasil, a IEA compara os custos iniciais das medidas a um seguro, protegendo contra choques de preços e escassez que podem privar usuários finais do acesso ao gás.

O Brasil, em processo de adesão à IEA e com uma crescente demanda por gás, especialmente para geração termelétrica, é um importador de GNL e, portanto, se enquadra no perfil de vulnerabilidade destacado. A crise de Ormuz em julho de 2026 evidenciou a necessidade de maior flexibilidade e resiliência no suprimento. A implementação das diretrizes da IEA no contexto brasileiro exigiria a elaboração e aprovação de legislação e regulamentação específicas pelas autoridades nacionais, como a ANP e o MME, o que demandaria debates sobre financiamento e responsabilidades entre os agentes.

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