Carga SIN80.358 MW▼ 7,06%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,2%▼ 0,17%EAR SE/CO55,1%• 0,00%EAR Sul79,3%▼ 0,13%EAR NE61,9%▼ 0,32%EAR Norte60,1%▼ 0,33%ENA SIN156% MLT• 0,00%ENA SE/CO158% MLT▲ 1,28%ENA Sul228% MLT▼ 0,87%ENA NE65% MLT▲ 1,56%ENA Norte46% MLT▲ 2,22%Carga SIN80.358 MW▼ 7,06%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,2%▼ 0,17%EAR SE/CO55,1%• 0,00%EAR Sul79,3%▼ 0,13%EAR NE61,9%▼ 0,32%EAR Norte60,1%▼ 0,33%ENA SIN156% MLT• 0,00%ENA SE/CO158% MLT▲ 1,28%ENA Sul228% MLT▼ 0,87%ENA NE65% MLT▲ 1,56%ENA Norte46% MLT▲ 2,22%
Hidráulica45.638 MW(56%)▼ 3,15%Térmica10.713 MW(13%)▲ 12,25%Eólica9.346 MW(11%)▼ 27,15%Solar14.661 MW(18%)▼ 6,12%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,44%Hidráulica45.638 MW(56%)▼ 3,15%Térmica10.713 MW(13%)▲ 12,25%Eólica9.346 MW(11%)▼ 27,15%Solar14.661 MW(18%)▼ 6,12%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,44%Hidráulica45.638 MW(56%)▼ 3,15%Térmica10.713 MW(13%)▲ 12,25%Eólica9.346 MW(11%)▼ 27,15%Solar14.661 MW(18%)▼ 6,12%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,44%
PETR4R$ 52,71▲ 0,38%PETR3R$ 60,01▲ 1,66%PRIO3R$ 71,49▼ 0,29%RECV3R$ 11,03▼ 0,27%VBBR3R$ 29,60▼ 3,46%UGPA3R$ 31,76▼ 3,64%RAIZ4R$ 0,30▼ 3,23%CSAN3R$ 2,33▼ 0,85%EGIE3R$ 26,26▼ 4,16%CMIG4R$ 10,07▼ 0,69%CPFE3R$ 41,90▼ 2,44%EQTL3R$ 32,60▼ 4,29%ENGI11R$ 44,29▼ 3,11%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,87▼ 1,45%ENEV3R$ 25,70▼ 2,58%TAEE11R$ 39,59▼ 0,30%ALUP11R$ 31,40▼ 1,10%LIGT3R$ 2,49▲ 5,06%PETR4R$ 52,71▲ 0,38%PETR3R$ 60,01▲ 1,66%PRIO3R$ 71,49▼ 0,29%RECV3R$ 11,03▼ 0,27%VBBR3R$ 29,60▼ 3,46%UGPA3R$ 31,76▼ 3,64%RAIZ4R$ 0,30▼ 3,23%CSAN3R$ 2,33▼ 0,85%EGIE3R$ 26,26▼ 4,16%CMIG4R$ 10,07▼ 0,69%CPFE3R$ 41,90▼ 2,44%EQTL3R$ 32,60▼ 4,29%ENGI11R$ 44,29▼ 3,11%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,87▼ 1,45%ENEV3R$ 25,70▼ 2,58%TAEE11R$ 39,59▼ 0,30%ALUP11R$ 31,40▼ 1,10%LIGT3R$ 2,49▲ 5,06%
BrentUS$ 111,23▼ 5,45%WTIUS$ 101,73▼ 2,30%Gás NaturalUS$ 2,91▲ 0,35%DólarR$ 5,38▼ 0,06%BrentUS$ 111,23▼ 5,45%WTIUS$ 101,73▼ 2,30%Gás NaturalUS$ 2,91▲ 0,35%DólarR$ 5,38▼ 0,06%BrentUS$ 111,23▼ 5,45%WTIUS$ 101,73▼ 2,30%Gás NaturalUS$ 2,91▲ 0,35%DólarR$ 5,38▼ 0,06%
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Radar Energia
AnáliseMercado

Liberalização do mercado de energia avança com projeto aprovado na Câmara

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que detalha a abertura do mercado livre de energia elétrica, estabelecendo mecanismos como o Supridor de Última Instância (SUI) e a Categoria Compensada por Sinal Horário (CCSH). A medida complementa a Lei nº 15.269/2025, que já prevê a migração escalonada de consumidores a partir de agosto de 2026.

3 de agosto de 2026 às 13:23Fonte oficial: Câmara dos DeputadosRedação Radar Energia

A abertura total do mercado de energia elétrica brasileiro, consolidada pela Lei nº 15.269/2025, avança com a aprovação, pela Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, de um projeto que estabelece novos mecanismos para a transição. A legislação de 2025 formaliza a liberdade de escolha para todos os consumidores, em um modelo similar ao de serviços como a telefonia móvel, com a primeira fase de migração para industriais e comerciais prevista para iniciar em agosto de 2026.

O projeto aprovado pela comissão cria a figura do Supridor de Última Instância (SUI), essencial para garantir o atendimento emergencial em caso de falhas ou encerramento das atividades de comercializadoras, e introduz a Categoria Compensada por Sinal Horário (CCSH), que visa incentivar o consumo inteligente com tarifas diferenciadas. Essas medidas se somam ao cronograma da Lei nº 15.269/2025, que prevê a abertura para consumidores de baixa tensão em novembro de 2027 e, para os residenciais, em novembro de 2028, redefinindo o Ambiente de Contratação Regulada (ACR) para um serviço de distribuição e transmissão.

A expansão do Ambiente de Contratação Livre (ACL) tende a intensificar a concorrência entre comercializadoras, pressionando as margens e estimulando a oferta de produtos customizados, ao mesmo tempo em que exige maior sofisticação dos consumidores na gestão de seus contratos. Para as distribuidoras, o papel se redefine para prestadoras de serviço de rede, com a lei prevendo indenização a pequenos consumidores por danos na rede e a possibilidade de prorrogação de concessões por até sete anos. Além disso, a Lei nº 15.269/2025 inclui os consumidores livres no rateio dos subsídios à geração distribuída (GD), socializando esses custos e aliviando a pressão sobre as tarifas do mercado cativo.

A transição para um mercado totalmente aberto, com a entrada de milhões de novos participantes, exige uma regulamentação robusta e clara por parte da ANEEL para garantir a segurança do sistema e a proteção dos consumidores. O governo federal prepara um decreto regulamentador, com minuta já na Casa Civil, que detalhará os mecanismos operacionais da migração, a divisão de custos de infraestrutura de armazenamento e as responsabilidades dos agentes. A operacionalização do SUI e a definição de seus custos serão pontos cruciais a serem acompanhados para a estabilidade e precificação do mercado.

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