Carga SIN83.804 MW 0,16%PLD MédioR$ 116,94/MWh 24,35%PLD SE/COR$ 119,09/MWh 26,64%PLD SulR$ 110,49/MWh 17,49%PLD NER$ 119,09/MWh 26,64%PLD NorteR$ 119,09/MWh 26,62%EAR SIN62,8% 0,16%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul81,5% 0,97%EAR NE72,3% 0,14%EAR Norte77,1% 0,52%ENA SIN153% MLT 1,92%ENA SE/CO125% MLT 4,17%ENA Sul265% MLT 0,38%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 0,00%Carga SIN83.804 MW 0,16%PLD MédioR$ 116,94/MWh 24,35%PLD SE/COR$ 119,09/MWh 26,64%PLD SulR$ 110,49/MWh 17,49%PLD NER$ 119,09/MWh 26,64%PLD NorteR$ 119,09/MWh 26,62%EAR SIN62,8% 0,16%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul81,5% 0,97%EAR NE72,3% 0,14%EAR Norte77,1% 0,52%ENA SIN153% MLT 1,92%ENA SE/CO125% MLT 4,17%ENA Sul265% MLT 0,38%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 0,00%
Hidráulica41.360 MW(49%) 0,56%Térmica10.796 MW(13%) 10,33%Eólica15.806 MW(19%) 8,15%Solar14.256 MW(17%) 6,95%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%Hidráulica41.360 MW(49%) 0,56%Térmica10.796 MW(13%) 10,33%Eólica15.806 MW(19%) 8,15%Solar14.256 MW(17%) 6,95%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%Hidráulica41.360 MW(49%) 0,56%Térmica10.796 MW(13%) 10,33%Eólica15.806 MW(19%) 8,15%Solar14.256 MW(17%) 6,95%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%
PETR4R$ 49,22 0,61%PETR3R$ 54,60 0,63%PRIO3R$ 63,29 0,97%RECV3R$ 11,06 2,73%VBBR3R$ 38,75 2,79%UGPA3R$ 38,69 0,83%RAIZ4R$ 0,27 0,00%CSAN3R$ 3,66 1,39%EGIE3R$ 30,74 0,92%CMIG4R$ 11,30 0,71%CPFE3R$ 45,19 1,03%EQTL3R$ 39,73 0,63%ENGI11R$ 51,89 1,05%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,62 0,78%ENEV3R$ 27,11 0,63%TAEE11R$ 41,32 2,00%ALUP11R$ 33,22 0,54%LIGT3R$ 3,68 1,87%PETR4R$ 49,22 0,61%PETR3R$ 54,60 0,63%PRIO3R$ 63,29 0,97%RECV3R$ 11,06 2,73%VBBR3R$ 38,75 2,79%UGPA3R$ 38,69 0,83%RAIZ4R$ 0,27 0,00%CSAN3R$ 3,66 1,39%EGIE3R$ 30,74 0,92%CMIG4R$ 11,30 0,71%CPFE3R$ 45,19 1,03%EQTL3R$ 39,73 0,63%ENGI11R$ 51,89 1,05%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,62 0,78%ENEV3R$ 27,11 0,63%TAEE11R$ 41,32 2,00%ALUP11R$ 33,22 0,54%LIGT3R$ 3,68 1,87%
BrentUS$ 105,41 3,07%WTIUS$ 102,16 3,47%Gás NaturalUS$ 2,88 1,20%DólarR$ 5,15 0,18%BrentUS$ 105,41 3,07%WTIUS$ 102,16 3,47%Gás NaturalUS$ 2,88 1,20%DólarR$ 5,15 0,18%BrentUS$ 105,41 3,07%WTIUS$ 102,16 3,47%Gás NaturalUS$ 2,88 1,20%DólarR$ 5,15 0,18%
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Radar Energia
AnáliseMercado

EPE detalha plano para estruturar futuro leilão de armazenamento hidráulico focado em UHRs

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) apresentou o plano de trabalho para o futuro procedimento competitivo de contratação de serviços providos por sistemas de armazenamento hidráulico (SAH), com foco em usinas reversíveis (UHRs). A iniciativa visa antecipar etapas e coletar dados para subsidiar a modelagem de um leilão de capacidade e serviços ancilares.

16 de setembro de 2026 às 14:27Fonte oficial: EPERedação Radar Energia

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) detalhou nesta terça-feira, 15 de setembro, o plano de trabalho para estruturar um futuro leilão de armazenamento hidráulico, com foco em usinas reversíveis (UHRs). A apresentação ocorreu durante o Seminário sobre Sistemas de Armazenamento Hidráulico, conduzido pelo GESEL/UFRJ, e atende às diretrizes da Resolução CNPE nº 08/2026, além de consolidar as competências atribuídas à EPE pela Lei nº 15.269/2025.

O plano prevê a abertura de uma chamada pública consultiva para o cadastramento de projetos de UHRs, com o objetivo de analisar a maturidade do mercado, os custos envolvidos e os impactos socioambientais. As instruções para este cadastramento serão publicadas em outubro de 2026, e a chamada pública será lançada em novembro do mesmo ano. Este processo tem caráter informativo e consultivo, sem a finalidade de habilitar projetos para um leilão cuja data ainda não foi definida, mas que deverá remunerar a disponibilidade de potência e o desempenho operacional dos empreendimentos.

A iniciativa da EPE tende a fortalecer a segurança operativa do Sistema Interligado Nacional (SIN) e a flexibilidade necessária para a crescente integração de fontes renováveis variáveis, como eólica e solar. A contratação de UHRs, que entregam atributos como potência, armazenamento, rampas e serviços ancilares, pode mitigar o risco hidrológico, reduzir a necessidade de despacho térmico mais caro e, consequentemente, diminuir a volatilidade do PLD nos submercados, estabilizando a curva forward de energia no longo prazo. Desenvolvedores de projetos de UHRs ganham com a sinalização de um novo mercado e um caminho regulatório mais claro, além da elegibilidade a benefícios fiscais e à Licença Ambiental Especial (LAE).

Este movimento estabelece um precedente para a contratação de ativos complexos com múltiplos atributos no setor elétrico brasileiro, complementando iniciativas para outras tecnologias de armazenamento, como os leilões de reserva de capacidade para baterias. Contudo, a complexidade e o longo ciclo de desenvolvimento dos projetos de UHRs representam um risco, exigindo que a definição precisa dos requisitos técnicos pelo MME, ANEEL e ONS, bem como a modelagem econômica para a remuneração, sejam cruciais para atrair investimentos e garantir a viabilidade dos empreendimentos sem custos excessivos.

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