Carga SIN83.669 MW 14,26%PLD MédioR$ 94,04/MWh 3,38%PLD SE/COR$ 94,04/MWh 3,37%PLD SulR$ 94,04/MWh 3,37%PLD NER$ 94,04/MWh 3,37%PLD NorteR$ 94,05/MWh 3,39%EAR SIN62,9% 0,00%EAR SE/CO57,4% 0,17%EAR Sul82,3% 0,36%EAR NE72,4% 0,41%EAR Norte77,5% 0,39%ENA SIN156% MLT 1,27%ENA SE/CO120% MLT 4,35%ENA Sul264% MLT 1,93%ENA NE65% MLT 1,56%ENA Norte57% MLT 0,00%Carga SIN83.669 MW 14,26%PLD MédioR$ 94,04/MWh 3,38%PLD SE/COR$ 94,04/MWh 3,37%PLD SulR$ 94,04/MWh 3,37%PLD NER$ 94,04/MWh 3,37%PLD NorteR$ 94,05/MWh 3,39%EAR SIN62,9% 0,00%EAR SE/CO57,4% 0,17%EAR Sul82,3% 0,36%EAR NE72,4% 0,41%EAR Norte77,5% 0,39%ENA SIN156% MLT 1,27%ENA SE/CO120% MLT 4,35%ENA Sul264% MLT 1,93%ENA NE65% MLT 1,56%ENA Norte57% MLT 0,00%
Hidráulica41.591 MW(50%) 13,89%Térmica9.785 MW(12%) 4,67%Eólica17.209 MW(21%) 23,89%Solar13.330 MW(16%) 12,71%Nuclear2.007 MW(2%) 4,97%Hidráulica41.591 MW(50%) 13,89%Térmica9.785 MW(12%) 4,67%Eólica17.209 MW(21%) 23,89%Solar13.330 MW(16%) 12,71%Nuclear2.007 MW(2%) 4,97%Hidráulica41.591 MW(50%) 13,89%Térmica9.785 MW(12%) 4,67%Eólica17.209 MW(21%) 23,89%Solar13.330 MW(16%) 12,71%Nuclear2.007 MW(2%) 4,97%
PETR4R$ 50,43 2,92%PETR3R$ 56,23 3,14%PRIO3R$ 65,68 2,32%RECV3R$ 11,37 0,09%VBBR3R$ 38,76 3,22%UGPA3R$ 38,43 1,08%RAIZ4R$ 0,27 3,57%CSAN3R$ 3,54 4,32%EGIE3R$ 30,52 0,75%CMIG4R$ 11,10 3,06%CPFE3R$ 44,72 1,80%EQTL3R$ 39,54 0,28%ENGI11R$ 51,53 0,16%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,58 2,20%ENEV3R$ 26,98 1,39%TAEE11R$ 40,80 0,17%ALUP11R$ 33,41 0,98%LIGT3R$ 3,70 1,86%PETR4R$ 50,43 2,92%PETR3R$ 56,23 3,14%PRIO3R$ 65,68 2,32%RECV3R$ 11,37 0,09%VBBR3R$ 38,76 3,22%UGPA3R$ 38,43 1,08%RAIZ4R$ 0,27 3,57%CSAN3R$ 3,54 4,32%EGIE3R$ 30,52 0,75%CMIG4R$ 11,10 3,06%CPFE3R$ 44,72 1,80%EQTL3R$ 39,54 0,28%ENGI11R$ 51,53 0,16%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,58 2,20%ENEV3R$ 26,98 1,39%TAEE11R$ 40,80 0,17%ALUP11R$ 33,41 0,98%LIGT3R$ 3,70 1,86%
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Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

Lula sanciona Redata para atrair data centers com incentivos fiscais e energia limpa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Redata, regime que suspende tributos federais sobre a aquisição de bens de capital para data centers, com a condição de que a demanda energética seja 100% atendida por fontes renováveis ou de baixa emissão, impulsionando investimentos em infraestrutura digital e o mercado livre de energia.

15 de setembro de 2026 às 14:23Fonte oficial: Gov.brRedação Radar Energia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (15) a lei que institui o Redata, um regime especial de incentivos fiscais federais destinado a atrair investimentos em data centers e infraestrutura de inteligência artificial (IA) no Brasil. A medida prevê a suspensão de tributos sobre a aquisição de componentes eletrônicos e produtos de TIC para o ativo imobilizado desses empreendimentos, com a exigência de que a totalidade da demanda energética seja suprida por fontes renováveis ou de baixa emissão.

O Redata estabelece a suspensão de PIS/Pasep, Cofins, IPI e Imposto de Importação, com vigência de cinco anos. Contudo, devido à reforma tributária, os benefícios de PIS/Cofins e IPI serão integrais apenas até 31 de dezembro de 2026, mantendo-se o benefício do Imposto de Importação após essa data. Para usufruir das vantagens, as empresas deverão atender a critérios como destinar no mínimo 10% da capacidade ao mercado interno (8% em regiões especiais), manter índice de eficiência hídrica de até 0,05 L/kWh e investir 2% (ou 1,6% em regiões especiais) do valor dos produtos beneficiados em P&D no Brasil.

A renúncia fiscal estimada pelo governo é de R$ 5,2 bilhões em 2026, R$ 1 bilhão em 2027 e R$ 1 bilhão em 2028. Para o setor elétrico, a exigência de 100% de energia de fontes renováveis ou de baixa emissão impulsionará a demanda no Mercado Livre de Energia (ACL) para essas fontes, tornando a estratégia de contratação de energia um pilar central do compliance tributário e ambiental para os empreendimentos. Isso pode acelerar investimentos em novas usinas e a descarbonização da matriz de consumo para esses grandes consumidores.

A sanção presidencial concretiza um processo legislativo acelerado, que incluiu a aprovação do Projeto de Lei (PL) nº 278/2026 em regime de urgência na Câmara e no Senado, após a caducidade de uma Medida Provisória anterior. A inclusão do gás natural como fonte de energia elegível, enquadrado como 'baixa emissão', foi um ponto crucial aprovado no Senado em 1º de setembro, conforme noticiado pelo Radar Energia. A regulamentação pelo Poder Executivo definirá os limites para importação beneficiada e as fontes energéticas elegíveis, o que deve gerar uma disputa entre os lobbies de energias renováveis e gás natural.

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