Carga SIN85.243 MW 1,62%PLD MédioR$ 116,21/MWh 6,93%PLD SE/COR$ 116,35/MWh 8,46%PLD SulR$ 116,34/MWh 8,47%PLD NER$ 115,95/MWh 4,20%PLD NorteR$ 116,18/MWh 6,47%EAR SIN66,3% 0,45%EAR SE/CO60,1% 0,33%EAR Sul84,2% 0,00%EAR NE78,4% 0,25%EAR Norte85,3% 0,35%ENA SIN121% MLT 1,63%ENA SE/CO96% MLT 1,03%ENA Sul208% MLT 0,95%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte65% MLT 1,52%Carga SIN85.243 MW 1,62%PLD MédioR$ 116,21/MWh 6,93%PLD SE/COR$ 116,35/MWh 8,46%PLD SulR$ 116,34/MWh 8,47%PLD NER$ 115,95/MWh 4,20%PLD NorteR$ 116,18/MWh 6,47%EAR SIN66,3% 0,45%EAR SE/CO60,1% 0,33%EAR Sul84,2% 0,00%EAR NE78,4% 0,25%EAR Norte85,3% 0,35%ENA SIN121% MLT 1,63%ENA SE/CO96% MLT 1,03%ENA Sul208% MLT 0,95%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte65% MLT 1,52%
Hidráulica44.099 MW(50%) 0,12%Térmica12.011 MW(14%) 15,09%Eólica14.426 MW(16%) 12,47%Solar15.414 MW(18%) 8,11%Nuclear2.004 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.099 MW(50%) 0,12%Térmica12.011 MW(14%) 15,09%Eólica14.426 MW(16%) 12,47%Solar15.414 MW(18%) 8,11%Nuclear2.004 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.099 MW(50%) 0,12%Térmica12.011 MW(14%) 15,09%Eólica14.426 MW(16%) 12,47%Solar15.414 MW(18%) 8,11%Nuclear2.004 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 44,30 2,76%PETR3R$ 49,34 2,49%PRIO3R$ 62,85 2,15%RECV3R$ 10,51 0,86%VBBR3R$ 34,61 2,26%UGPA3R$ 34,58 1,89%RAIZ4R$ 0,24 9,09%CSAN3R$ 3,64 7,37%EGIE3R$ 27,63 0,22%CMIG4R$ 10,04 1,28%CPFE3R$ 42,32 0,07%EQTL3R$ 35,77 2,70%ENGI11R$ 44,76 1,06%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,23 1,29%ENEV3R$ 25,36 1,04%TAEE11R$ 37,57 1,08%ALUP11R$ 32,13 2,32%LIGT3R$ 3,22 4,55%PETR4R$ 44,30 2,76%PETR3R$ 49,34 2,49%PRIO3R$ 62,85 2,15%RECV3R$ 10,51 0,86%VBBR3R$ 34,61 2,26%UGPA3R$ 34,58 1,89%RAIZ4R$ 0,24 9,09%CSAN3R$ 3,64 7,37%EGIE3R$ 27,63 0,22%CMIG4R$ 10,04 1,28%CPFE3R$ 42,32 0,07%EQTL3R$ 35,77 2,70%ENGI11R$ 44,76 1,06%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,23 1,29%ENEV3R$ 25,36 1,04%TAEE11R$ 37,57 1,08%ALUP11R$ 32,13 2,32%LIGT3R$ 3,22 4,55%
BrentUS$ 94,39 0,65%WTIUS$ 87,06 0,88%Gás NaturalUS$ 2,81 2,85%DólarR$ 5,14 0,77%BrentUS$ 94,39 0,65%WTIUS$ 87,06 0,88%Gás NaturalUS$ 2,81 2,85%DólarR$ 5,14 0,77%BrentUS$ 94,39 0,65%WTIUS$ 87,06 0,88%Gás NaturalUS$ 2,81 2,85%DólarR$ 5,14 0,77%
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ONS admite 367 projetos na 1ª Temporada de Acesso, com 20,31 GW para Rede Básica

O ONS divulgou a lista dos agentes admitidos na primeira Temporada de Acesso de 2026, totalizando 367 projetos e 20,31 GW que buscam conexão à Rede Básica do SIN. A medida marca a operacionalização da Política Nacional de Acesso ao Sistema de Transmissão (PNAST), que substitui o modelo de 'primeiro a chegar, primeiro a ser servido' por um processo periódico e competitivo.

8 de julho de 2026 às 15:01Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou nesta segunda-feira (6 de julho) a lista dos 367 agentes admitidos na primeira Temporada de Acesso de 2026, totalizando 20,31 GW de potência em projetos que buscam conexão à Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN). A medida marca a operacionalização da Política Nacional de Acesso ao Sistema de Transmissão (PNAST), que substitui o modelo anterior 'primeiro a chegar, primeiro a ser servido' por um processo periódico e coordenado de avaliação, conforme o novo marco regulatório.

A PNAST, instituída pelo Decreto nº 12.772/2025 e regulamentada pela Portaria Normativa MME nº 129/2026, de abril de 2026, reorganiza a fila de pedidos de conexão de grandes consumidores e empreendimentos de geração. Agora, a avaliação dos pleitos é feita em lote, com seleção baseada em critérios técnicos e competitivos. Em caso de capacidade esgotada em um barramento, será instaurado um Processo Competitivo, onde a classificação dos projetos será determinada pelo valor do "prêmio" ofertado em R$/kW, com os recursos revertidos para a modicidade tarifária.

Dos 404 cadastramentos recebidos para esta primeira temporada, 367 foram admitidos. Do montante total de 20,31 GW, a maior parte, 14,56 GW, corresponde a 288 empreendimentos de geração, enquanto 5,74 GW são relativos a 79 unidades consumidoras. Os agentes admitidos avançam agora para a etapa de Habilitação. Segundo o ONS, responsável pela operacionalização das temporadas, se houver disputa por capacidade em algum ponto da rede, um processo competitivo ocorrerá entre 28 de setembro e 8 de outubro de 2026. A EPE avalia os projetos pelo critério de mínimo custo global, enquanto o MME define as diretrizes gerais.

A nova sistemática visa otimizar o uso da infraestrutura de transmissão, assegurando o uso racional da rede e melhorando a previsibilidade para investidores, além de fornecer informações mais robustas para o planejamento setorial. O modelo foi concebido para mitigar os gargalos crescentes na rede elétrica brasileira, impulsionados pela expansão acelerada da geração solar e eólica centralizada, o rápido avanço da geração distribuída e a demanda crescente de grandes cargas, como data centers e projetos de hidrogênio verde, que exercem pressão significativa sobre a infraestrutura existente.

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