Carga SIN68.963 MW 7,33%PLD MédioR$ 156,48/MWh 26,29%PLD SE/COR$ 156,48/MWh 26,29%PLD SulR$ 156,48/MWh 26,30%PLD NER$ 156,48/MWh 26,30%PLD NorteR$ 156,49/MWh 26,29%EAR SIN70% 0,14%EAR SE/CO63,4% 0,00%EAR Sul83,7% 0,12%EAR NE84,9% 0,24%EAR Norte90,5% 0,11%ENA SIN125% MLT 6,72%ENA SE/CO90% MLT 0,00%ENA Sul255% MLT 0,00%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 1,45%Carga SIN68.963 MW 7,33%PLD MédioR$ 156,48/MWh 26,29%PLD SE/COR$ 156,48/MWh 26,29%PLD SulR$ 156,48/MWh 26,30%PLD NER$ 156,48/MWh 26,30%PLD NorteR$ 156,49/MWh 26,29%EAR SIN70% 0,14%EAR SE/CO63,4% 0,00%EAR Sul83,7% 0,12%EAR NE84,9% 0,24%EAR Norte90,5% 0,11%ENA SIN125% MLT 6,72%ENA SE/CO90% MLT 0,00%ENA Sul255% MLT 0,00%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 1,45%
Hidráulica34.984 MW(50%) 8,96%Térmica10.352 MW(15%) 17,78%Eólica12.705 MW(18%) 6,40%Solar9.614 MW(14%) 8,55%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%Hidráulica34.984 MW(50%) 8,96%Térmica10.352 MW(15%) 17,78%Eólica12.705 MW(18%) 6,40%Solar9.614 MW(14%) 8,55%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%Hidráulica34.984 MW(50%) 8,96%Térmica10.352 MW(15%) 17,78%Eólica12.705 MW(18%) 6,40%Solar9.614 MW(14%) 8,55%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%
PETR4R$ 41,01 4,52%PETR3R$ 46,05 5,44%PRIO3R$ 55,71 7,98%RECV3R$ 10,24 5,97%VBBR3R$ 34,50 3,09%UGPA3R$ 32,09 3,89%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,95 1,28%EGIE3R$ 30,04 0,36%CMIG4R$ 11,17 0,18%CPFE3R$ 44,75 3,18%EQTL3R$ 38,80 0,56%ENGI11R$ 49,64 0,72%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,32 0,61%ENEV3R$ 25,47 0,89%TAEE11R$ 39,95 3,55%ALUP11R$ 33,20 0,30%LIGT3R$ 3,11 1,89%PETR4R$ 41,01 4,52%PETR3R$ 46,05 5,44%PRIO3R$ 55,71 7,98%RECV3R$ 10,24 5,97%VBBR3R$ 34,50 3,09%UGPA3R$ 32,09 3,89%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,95 1,28%EGIE3R$ 30,04 0,36%CMIG4R$ 11,17 0,18%CPFE3R$ 44,75 3,18%EQTL3R$ 38,80 0,56%ENGI11R$ 49,64 0,72%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,32 0,61%ENEV3R$ 25,47 0,89%TAEE11R$ 39,95 3,55%ALUP11R$ 33,20 0,30%LIGT3R$ 3,11 1,89%
BrentUS$ 87,83 0,60%WTIUS$ 81,94 0,81%Gás NaturalUS$ 2,77 0,75%DólarR$ 5,11 0,28%BrentUS$ 87,83 0,60%WTIUS$ 81,94 0,81%Gás NaturalUS$ 2,77 0,75%DólarR$ 5,11 0,28%BrentUS$ 87,83 0,60%WTIUS$ 81,94 0,81%Gás NaturalUS$ 2,77 0,75%DólarR$ 5,11 0,28%
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ONS altera procedimentos operativos para SE Foz do Chapecó com entrada da Chapecoense

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) publicou a Mensagem Operativa 258-R/2026, que altera a Instrução de Operação IO-PM.S.2RS, adequando os procedimentos para energização autônoma de transformadores na Subestação Foz do Chapecó. A medida, em vigor desde 26 de julho de 2026, é uma resposta direta à entrada em operação da nova Subestação Chapecoense, visando aprimorar a segurança e a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN) na região Sul.

27 de julho de 2026 às 17:18Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) publicou em 26 de julho de 2026 a Mensagem Operativa ONS 258-R/2026, que altera a Instrução de Operação IO-PM.S.2RS. A mudança adequa os procedimentos operativos em razão da entrada em operação da Subestação (SE) Chapecoense, estabelecendo novas condições para a energização autônoma de transformadores na SE Foz do Chapecó. As diretrizes entraram em vigência imediatamente, sem menção a regras de transição.

As novas condições para a energização autônoma dos transformadores TF1, TF2 ou TF3 na SE Foz do Chapecó (VFCO-230) exigem que a tensão no barramento de 230 kV seja menor ou igual a 242 kV, além de fluxo de potência ativa na LT 230 kV Foz do Chapecó / Guarita e em pelo menos um dos circuitos da LT 230 kV Chapecoense / Foz do Chapecó. Em outras situações, a energização deverá ser coordenada diretamente pelo Centro de Operação do Sistema Regional Sul (COSR-S).

Além da IO-PM.S.2RS, outras Instruções de Operação foram revisadas e entraram em vigor na mesma data, como a IO-OI.S.CSE (Procedimentos Sistêmicos para a Operação da SE Chapecoense), a IO-OI.S.FCO (Procedimentos Sistêmicos para a Operação da SE Foz do Chapecó), a IO-RR.S.FCO (Recomposição da Área Foz do Chapecó) e a IO-OC.S.2SC (Operação em Contingência da Área 230 kV de Santa Catarina). Essas atualizações impactam diretamente os agentes operadores das instalações envolvidas, como AXIA Sul (Transmissão) e FCE (UHE Foz do Chapecó), que devem integrar os novos procedimentos em seus manuais internos e coordenar ações com o ONS.

A alteração nos procedimentos operativos, parte do Manual de Procedimentos da Operação (MPO) do ONS, é uma consequência da expansão da rede elétrica e da necessidade de integrar novas infraestruturas ao SIN. O aprimoramento da segurança e confiabilidade operacional no submercado Sul, decorrente da integração da SE Chapecoense e dos procedimentos atualizados, tende a reduzir a probabilidade de contingências e a necessidade de despachos fora da ordem de mérito por restrições locais, contribuindo para a otimização dos fluxos de energia.

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