Carga SIN72.798 MW▼ 9,96%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN60,7%• 0,00%EAR SE/CO56,1%• 0,00%EAR Sul81,6%▲ 0,37%EAR NE67,5%▼ 0,30%EAR Norte71%▼ 0,28%ENA SIN147% MLT▼ 2,00%ENA SE/CO106% MLT▲ 2,91%ENA Sul280% MLT▼ 5,41%ENA NE73% MLT• 0,00%ENA Norte49% MLT• 0,00%Carga SIN72.798 MW▼ 9,96%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN60,7%• 0,00%EAR SE/CO56,1%• 0,00%EAR Sul81,6%▲ 0,37%EAR NE67,5%▼ 0,30%EAR Norte71%▼ 0,28%ENA SIN147% MLT▼ 2,00%ENA SE/CO106% MLT▲ 2,91%ENA Sul280% MLT▼ 5,41%ENA NE73% MLT• 0,00%ENA Norte49% MLT• 0,00%
Hidráulica36.417 MW(49%)▼ 14,06%Térmica10.649 MW(14%)▲ 14,32%Eólica14.565 MW(20%)▼ 1,67%Solar11.167 MW(15%)▼ 14,06%Nuclear1.358 MW(2%)▲ 0,59%Hidráulica36.417 MW(49%)▼ 14,06%Térmica10.649 MW(14%)▲ 14,32%Eólica14.565 MW(20%)▼ 1,67%Solar11.167 MW(15%)▼ 14,06%Nuclear1.358 MW(2%)▲ 0,59%Hidráulica36.417 MW(49%)▼ 14,06%Térmica10.649 MW(14%)▲ 14,32%Eólica14.565 MW(20%)▼ 1,67%Solar11.167 MW(15%)▼ 14,06%Nuclear1.358 MW(2%)▲ 0,59%
PETR4R$ 55,36▲ 10,94%PETR3R$ 60,40▲ 9,72%PRIO3R$ 64,15▲ 4,38%RECV3R$ 11,60▲ 5,07%VBBR3R$ 38,35▲ 1,46%UGPA3R$ 39,05▲ 2,25%RAIZ4R$ 0,36▲ 9,09%CSAN3R$ 5,10▲ 28,14%EGIE3R$ 31,64▲ 7,88%CMIG4R$ 11,98▲ 7,16%CPFE3R$ 50,04▲ 7,47%EQTL3R$ 47,66▲ 16,24%ENGI11R$ 62,85▲ 17,76%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,54▲ 18,26%ENEV3R$ 30,26▲ 7,57%TAEE11R$ 43,89▲ 4,90%ALUP11R$ 36,19▲ 10,50%LIGT3R$ 3,96▲ 9,39%PETR4R$ 55,36▲ 10,94%PETR3R$ 60,40▲ 9,72%PRIO3R$ 64,15▲ 4,38%RECV3R$ 11,60▲ 5,07%VBBR3R$ 38,35▲ 1,46%UGPA3R$ 39,05▲ 2,25%RAIZ4R$ 0,36▲ 9,09%CSAN3R$ 5,10▲ 28,14%EGIE3R$ 31,64▲ 7,88%CMIG4R$ 11,98▲ 7,16%CPFE3R$ 50,04▲ 7,47%EQTL3R$ 47,66▲ 16,24%ENGI11R$ 62,85▲ 17,76%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,54▲ 18,26%ENEV3R$ 30,26▲ 7,57%TAEE11R$ 43,89▲ 4,90%ALUP11R$ 36,19▲ 10,50%LIGT3R$ 3,96▲ 9,39%
BrentUS$ 100,42▼ 1,79%WTIUS$ 89,33▼ 1,95%Gás NaturalUS$ 3,07▲ 1,19%DólarR$ 4,98▼ 4,61%BrentUS$ 100,42▼ 1,79%WTIUS$ 89,33▼ 1,95%Gás NaturalUS$ 3,07▲ 1,19%DólarR$ 4,98▼ 4,61%BrentUS$ 100,42▼ 1,79%WTIUS$ 89,33▼ 1,95%Gás NaturalUS$ 3,07▲ 1,19%DólarR$ 4,98▼ 4,61%
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Radar Energia
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ONS altera procedimentos operativos para SE Foz do Chapecó com entrada da Chapecoense

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) publicou a Mensagem Operativa 258-R/2026, que altera a Instrução de Operação IO-PM.S.2RS, adequando os procedimentos para energização autônoma de transformadores na Subestação Foz do Chapecó. A medida, em vigor desde 26 de julho de 2026, é uma resposta direta à entrada em operação da nova Subestação Chapecoense, visando aprimorar a segurança e a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN) na região Sul.

27 de julho de 2026 às 17:18Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) publicou em 26 de julho de 2026 a Mensagem Operativa ONS 258-R/2026, que altera a Instrução de Operação IO-PM.S.2RS. A mudança adequa os procedimentos operativos em razão da entrada em operação da Subestação (SE) Chapecoense, estabelecendo novas condições para a energização autônoma de transformadores na SE Foz do Chapecó. As diretrizes entraram em vigência imediatamente, sem menção a regras de transição.

As novas condições para a energização autônoma dos transformadores TF1, TF2 ou TF3 na SE Foz do Chapecó (VFCO-230) exigem que a tensão no barramento de 230 kV seja menor ou igual a 242 kV, além de fluxo de potência ativa na LT 230 kV Foz do Chapecó / Guarita e em pelo menos um dos circuitos da LT 230 kV Chapecoense / Foz do Chapecó. Em outras situações, a energização deverá ser coordenada diretamente pelo Centro de Operação do Sistema Regional Sul (COSR-S).

Além da IO-PM.S.2RS, outras Instruções de Operação foram revisadas e entraram em vigor na mesma data, como a IO-OI.S.CSE (Procedimentos Sistêmicos para a Operação da SE Chapecoense), a IO-OI.S.FCO (Procedimentos Sistêmicos para a Operação da SE Foz do Chapecó), a IO-RR.S.FCO (Recomposição da Área Foz do Chapecó) e a IO-OC.S.2SC (Operação em Contingência da Área 230 kV de Santa Catarina). Essas atualizações impactam diretamente os agentes operadores das instalações envolvidas, como AXIA Sul (Transmissão) e FCE (UHE Foz do Chapecó), que devem integrar os novos procedimentos em seus manuais internos e coordenar ações com o ONS.

A alteração nos procedimentos operativos, parte do Manual de Procedimentos da Operação (MPO) do ONS, é uma consequência da expansão da rede elétrica e da necessidade de integrar novas infraestruturas ao SIN. O aprimoramento da segurança e confiabilidade operacional no submercado Sul, decorrente da integração da SE Chapecoense e dos procedimentos atualizados, tende a reduzir a probabilidade de contingências e a necessidade de despachos fora da ordem de mérito por restrições locais, contribuindo para a otimização dos fluxos de energia.

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