Carga SIN80.568 MW 1,65%PLD MédioR$ 194,37/MWh 4,50%PLD SE/COR$ 200,84/MWh 3,33%PLD SulR$ 204,68/MWh 2,47%PLD NER$ 177,87/MWh 8,39%PLD NorteR$ 194,1/MWh 4,09%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,6% 0,15%EAR Sul56,7% 1,43%EAR NE90% 0,22%EAR Norte94,9% 0,21%ENA SE/CO90% MLT 1,12%ENA Sul61% MLT 3,39%ENA NE59% MLT 1,67%ENA Norte62% MLT 3,13%Carga SIN80.568 MW 1,65%PLD MédioR$ 194,37/MWh 4,50%PLD SE/COR$ 200,84/MWh 3,33%PLD SulR$ 204,68/MWh 2,47%PLD NER$ 177,87/MWh 8,39%PLD NorteR$ 194,1/MWh 4,09%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,6% 0,15%EAR Sul56,7% 1,43%EAR NE90% 0,22%EAR Norte94,9% 0,21%ENA SE/CO90% MLT 1,12%ENA Sul61% MLT 3,39%ENA NE59% MLT 1,67%ENA Norte62% MLT 3,13%
Hidráulica44.548 MW(53%) 1,70%Térmica12.014 MW(14%) 41,98%Eólica14.434 MW(17%) 7,97%Solar10.885 MW(13%) 6,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%Hidráulica44.548 MW(53%) 1,70%Térmica12.014 MW(14%) 41,98%Eólica14.434 MW(17%) 7,97%Solar10.885 MW(13%) 6,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%Hidráulica44.548 MW(53%) 1,70%Térmica12.014 MW(14%) 41,98%Eólica14.434 MW(17%) 7,97%Solar10.885 MW(13%) 6,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%
PETR4R$ 38,46 2,21%PETR3R$ 42,72 2,86%PRIO3R$ 53,64 4,39%RECV3R$ 10,04 0,69%VBBR3R$ 29,15 0,82%UGPA3R$ 25,23 1,02%RAIZ4R$ 0,43 2,38%CSAN3R$ 3,75 0,00%EGIE3R$ 34,09 0,32%CMIG4R$ 10,87 1,09%CPFE3R$ 44,73 1,38%EQTL3R$ 39,11 2,38%ENGI11R$ 47,44 1,67%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,40 0,35%ENEV3R$ 26,22 4,05%TAEE11R$ 39,97 0,45%ALUP11R$ 32,52 0,81%LIGT3R$ 3,22 8,42%PETR4R$ 38,46 2,21%PETR3R$ 42,72 2,86%PRIO3R$ 53,64 4,39%RECV3R$ 10,04 0,69%VBBR3R$ 29,15 0,82%UGPA3R$ 25,23 1,02%RAIZ4R$ 0,43 2,38%CSAN3R$ 3,75 0,00%EGIE3R$ 34,09 0,32%CMIG4R$ 10,87 1,09%CPFE3R$ 44,73 1,38%EQTL3R$ 39,11 2,38%ENGI11R$ 47,44 1,67%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,40 0,35%ENEV3R$ 26,22 4,05%TAEE11R$ 39,97 0,45%ALUP11R$ 32,52 0,81%LIGT3R$ 3,22 8,42%
BrentUS$ 75,23 2,02%WTIUS$ 71,78 2,05%Gás NaturalUS$ 3,30 2,48%DólarR$ 5,18 0,36%BrentUS$ 75,23 2,02%WTIUS$ 71,78 2,05%Gás NaturalUS$ 3,30 2,48%DólarR$ 5,18 0,36%BrentUS$ 75,23 2,02%WTIUS$ 71,78 2,05%Gás NaturalUS$ 3,30 2,48%DólarR$ 5,18 0,36%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Questionário da ANP: 95% dos agentes consideram Gas Release fundamental para o mercado de gás

Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que 95% dos agentes do mercado consideram o programa Gas Release fundamental ou importante para impulsionar a concorrência, eficiência e liquidez no setor de gás natural. A percepção positiva reforça a centralidade da medida para a abertura do mercado, impulsionada pelo Termo de Compromisso de Cessação (TCC) da Petrobras com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e pela Nova Lei do Gás.

25 de junho de 2026 às 14:49Fonte oficial: AgenciaeixosRedação Radar Energia

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) revelou que o programa “Gas Release” é considerado crucial pela maioria dos participantes do mercado de gás natural. Um questionário da reguladora apontou que 95% dos agentes veem a iniciativa como fundamental ou importante para o avanço da concorrência, eficiência e liquidez no setor, destacando seu papel estratégico na desverticalização e abertura do mercado brasileiro.

O “Gas Release” emergiu como pilar central da iniciativa “Novo Mercado de Gás”, criada para reduzir a dominância histórica da Petrobras e fomentar um ambiente mais competitivo. Sua implementação foi impulsionada pelo Termo de Compromisso de Cessação (TCC) assinado entre a estatal e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) em 2019, que obrigou a petroleira a desinvestir em transportadoras e a ofertar volumes de gás natural para terceiros.

A primeira fase do programa, com a oferta de gás pela Petrobras, teve início em 2021, visando criar condições para a entrada de novos supridores e comercializadores no mercado. A continuidade e o aprimoramento do “Gas Release” são essenciais para consolidar a diversificação da oferta e a formação de preços mais competitivos, beneficiando diretamente consumidores e a indústria.

Os principais atores envolvidos nesse processo são a própria ANP, responsável pela regulação e fiscalização das atividades; o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), que atuou na promoção da concorrência por meio do TCC; e o Ministério de Minas e Energia (MME), formulador das políticas setoriais. A Petrobras, ainda a maior produtora e detentora de infraestrutura, permanece como ator central na oferta de gás, enquanto distribuidoras estaduais e grandes consumidores industriais são os principais demandantes e beneficiários da maior liquidez.

A base legal para o “Gas Release” e a abertura do mercado de gás é a Lei nº 14.134/2021, a Nova Lei do Gás, que modernizou o arcabouço regulatório do setor. Complementarmente, o Termo de Compromisso de Cessação (TCC) nº 08012.000712/2018-84, firmado entre o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a Petrobras, estabeleceu as obrigações de desinvestimento e de oferta de gás pela estatal, sendo um pilar fundamental para a implementação do programa. Resoluções da ANP, como as que tratam da comercialização de gás, atualizam e detalham as regras.

O mercado de gás natural no Brasil ainda é marcado pela forte dominância da Petrobras, que responde por cerca de 80% da produção nacional e controla grande parte da infraestrutura de processamento e transporte. O consumo médio de gás no país varia entre 70 e 80 milhões de m³/dia, com os setores industrial e termelétrico sendo os maiores consumidores. A participação do gás na matriz energética brasileira, de 10% a 15%, sugere um potencial considerável de crescimento com a expansão da oferta e a redução de preços.

O principal impacto esperado do “Gas Release” é a redução dos preços do gás natural, um benefício direto para a indústria brasileira, que hoje enfrenta um dos custos mais elevados do insumo no mundo, prejudicando sua competitividade. O programa também busca aumentar a liquidez e a concorrência, facilitando a entrada de novos supridores e comercializadores e expandindo o mercado livre de gás. Isso pode atrair mais investimentos em exploração e produção, além de posicionar o gás como uma alternativa mais limpa no contexto da transição energética.

A experiência brasileira com o “Gas Release” reflete precedentes em outros mercados de energia que passaram por processos de desmonopolização, como o Reino Unido e os Estados Unidos. Nesses países, programas semelhantes foram implementados para forçar a venda de ativos ou volumes de gás por empresas dominantes. No Brasil, o setor elétrico também serviu como modelo de referência para os desafios e benefícios da criação de um mercado mais competitivo por meio da desverticalização gradual.

Diante da percepção majoritariamente positiva dos agentes, a ANP poderá usar os resultados do questionário para aprimorar as regras do programa “Gas Release” e propor novas medidas que incentivem a concorrência e a liquidez. A Petrobras deve continuar com suas ofertas de gás conforme as obrigações do TCC, e a expectativa é que novas rodadas de negociação e contratos de suprimento sejam estabelecidas, consolidando a abertura do setor.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.