Carga SIN66.453 MW 9,37%PLD MédioR$ 110,46/MWh 30,14%PLD SE/COR$ 110,46/MWh 29,04%PLD SulR$ 110,46/MWh 33,55%PLD NER$ 110,46/MWh 29,04%PLD NorteR$ 110,47/MWh 29,04%EAR SIN71,9% 0,14%EAR SE/CO65,3% 0,15%EAR Sul79% 2,07%EAR NE88,5% 0,23%EAR Norte93,3% 0,11%ENA SIN156% MLT 7,69%ENA SE/CO112% MLT 1,75%ENA Sul362% MLT 4,99%ENA NE67% MLT 0,00%ENA Norte83% MLT 1,19%Carga SIN66.453 MW 9,37%PLD MédioR$ 110,46/MWh 30,14%PLD SE/COR$ 110,46/MWh 29,04%PLD SulR$ 110,46/MWh 33,55%PLD NER$ 110,46/MWh 29,04%PLD NorteR$ 110,47/MWh 29,04%EAR SIN71,9% 0,14%EAR SE/CO65,3% 0,15%EAR Sul79% 2,07%EAR NE88,5% 0,23%EAR Norte93,3% 0,11%ENA SIN156% MLT 7,69%ENA SE/CO112% MLT 1,75%ENA Sul362% MLT 4,99%ENA NE67% MLT 0,00%ENA Norte83% MLT 1,19%
Hidráulica36.737 MW(54%) 7,37%Térmica8.709 MW(13%) 6,57%Eólica10.549 MW(16%) 21,93%Solar9.856 MW(15%) 5,39%Nuclear2.008 MW(3%) 0,05%Hidráulica36.737 MW(54%) 7,37%Térmica8.709 MW(13%) 6,57%Eólica10.549 MW(16%) 21,93%Solar9.856 MW(15%) 5,39%Nuclear2.008 MW(3%) 0,05%Hidráulica36.737 MW(54%) 7,37%Térmica8.709 MW(13%) 6,57%Eólica10.549 MW(16%) 21,93%Solar9.856 MW(15%) 5,39%Nuclear2.008 MW(3%) 0,05%
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BrentUS$ 71,84 0,06%WTIUS$ 68,35 0,49%Gás NaturalUS$ 3,23 1,06%DólarR$ 5,15 1,41%BrentUS$ 71,84 0,06%WTIUS$ 68,35 0,49%Gás NaturalUS$ 3,23 1,06%DólarR$ 5,15 1,41%BrentUS$ 71,84 0,06%WTIUS$ 68,35 0,49%Gás NaturalUS$ 3,23 1,06%DólarR$ 5,15 1,41%
ONS aponta melhora nas projeções de ENA em 3 subsistemas para julho; Nordeste recuaANP intensifica monitoramento de combustíveis no Norte contra El Niño e risco de desabastecimentoRelatório MME/CEBRI propõe metas audaciosas para cadeia de terras raras até 2040Decreto de 2022 impulsiona competição em concessões de transmissão com fim de vigênciaAlupar arremata lote de transmissão em São Paulo com deságio de 52% em relicitaçãoMME eleva padrões de eficiência para lâmpadas LED com exigência de 140 lm/W até 2030Veículos híbridos superam eólicas no consumo de terras raras magnéticas no Brasil, aponta MMEAneel abre consulta para dar à CCEE poder de sancionar manipulação no mercado livreNiterói ativa parque solar de 150 mil kWh/mês para autoconsumo e prevê economia de R$ 1,6 mi/anoConselho da Equatorial aprova política de indenidade e relatório de sustentabilidadePreço do etanol cai em 17 estados e DF, pressionado por subvenção à gasolinaCNPE debate aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%ONS aponta melhora nas projeções de ENA em 3 subsistemas para julho; Nordeste recuaANP intensifica monitoramento de combustíveis no Norte contra El Niño e risco de desabastecimentoRelatório MME/CEBRI propõe metas audaciosas para cadeia de terras raras até 2040Decreto de 2022 impulsiona competição em concessões de transmissão com fim de vigênciaAlupar arremata lote de transmissão em São Paulo com deságio de 52% em relicitaçãoMME eleva padrões de eficiência para lâmpadas LED com exigência de 140 lm/W até 2030Veículos híbridos superam eólicas no consumo de terras raras magnéticas no Brasil, aponta MMEAneel abre consulta para dar à CCEE poder de sancionar manipulação no mercado livreNiterói ativa parque solar de 150 mil kWh/mês para autoconsumo e prevê economia de R$ 1,6 mi/anoConselho da Equatorial aprova política de indenidade e relatório de sustentabilidadePreço do etanol cai em 17 estados e DF, pressionado por subvenção à gasolinaCNPE debate aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%
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Veículos híbridos superam eólicas no consumo de terras raras magnéticas no Brasil, aponta MME

Um estudo do Ministério de Minas e Energia (MME) revela uma inversão na demanda por minerais críticos, com veículos híbridos superando a geração eólica no consumo de terras raras magnéticas no Brasil em 2025. A projeção é que o consumo total desses minerais dobre até 2050, com a mobilidade elétrica mantendo a liderança e impulsionando a necessidade de uma Estratégia Nacional de Terras Raras (ENTR).

6 de julho de 2026 às 12:21Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O consumo de terras raras magnéticas no Brasil mudou significativamente em 2025, com veículos híbridos superando as turbinas eólicas na demanda por esses minerais críticos. Dados de um estudo recente divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) mostram que o segmento de híbridos consumiu 359 toneladas, enquanto a geração eólica consumiu 344 toneladas no período, invertendo a liderança histórica e sinalizando novas prioridades para a cadeia de suprimentos da transição energética.

A inversão, detalhada no relatório final “Apoio à Preparação da Estratégia Nacional de Terras Raras”, elaborado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e pela Vallya, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), destaca a crescente importância da eletrificação da frota para a demanda por minerais estratégicos. O documento serve como subsídio técnico para subsidiar a formulação da Estratégia Nacional de Terras Raras (ENTR), cujos trabalhos técnicos foram iniciados em janeiro de 2026.

As projeções do MME indicam um aumento expressivo no consumo total brasileiro de terras raras magnéticas, que deve dobrar de 1,1 mil toneladas para 2,3 mil toneladas até 2050. Nesse cenário futuro, veículos híbridos e elétricos consolidarão sua liderança, com estimativas de 740 toneladas e 710 toneladas, respectivamente, superando as 501 toneladas projetadas para as turbinas eólicas. Essa tendência evidencia a necessidade de um planejamento robusto para garantir o suprimento desses insumos.

Para atender a essa demanda crescente e alcançar uma posição de destaque no cenário global, o Brasil projeta elevar sua participação no mercado mundial de minerais críticos de 8,3% para 12,2% até 2050. Para terras raras, a meta é ainda mais audaciosa, buscando alcançar 20% da produção global até 2040, o equivalente a 75 mil toneladas anuais de Óxido de Terras Raras Total (OTRT).

Para alcançar esses objetivos, são necessários investimentos substanciais, especialmente na infraestrutura de processamento. A instalação de uma planta de beneficiamento de terras raras no país demandaria cerca de US$ 1,65 bilhão. Esse capital é essencial para transformar o Brasil de mero exportador de matéria-prima em um ator com capacidade de agregar valor internamente.

A Estratégia Nacional de Terras Raras (ENTR) visa justamente equilibrar a tensão entre a riqueza geológica do Brasil e a atual dependência externa no processamento desses minerais. Ao focar no desenvolvimento de uma cadeia industrial nacional, incluindo a produção de ímãs permanentes e outros produtos de alto valor agregado, a ENTR busca reduzir a vulnerabilidade da cadeia de suprimentos e promover a soberania tecnológica do país, alinhada às políticas industrial, ambiental e de inovação.

Diversos agentes terão papéis definidos pela futura ENTR. O Governo Federal, por meio do MME, coordenará as políticas e mobilizará investimentos; o setor de mineração deverá investir em exploração e processamento. A indústria de transformação, por sua vez, buscará desenvolver cadeias internas; e as instituições de P&D focarão na pesquisa e formação de mão de obra qualificada, essenciais para a sustentabilidade da cadeia.

Embora o estudo do MME não detalhe impactos diretos sobre tarifas de energia ou mecanismos de mercado, o fortalecimento da cadeia nacional de terras raras, com maior produção e processamento interno, poderá influenciar, indiretamente, os custos de tecnologias de energia renovável e veículos elétricos/híbridos. No longo prazo, isso pode refletir em custos de geração e mobilidade elétrica, embora esses efeitos não sejam quantificados no documento.

O documento divulgado, apresentado em 19 de junho de 2026, é um estudo técnico e não uma norma regulatória, servindo como base para a criação da ENTR, que poderá, por sua vez, originar futuras regulamentações. O estudo se insere em um contexto que inclui a Resolução CTAPME nº 2/2021, que lista minerais estratégicos, e o Projeto de Lei (PL) 2780, que pode abordar instrumentos para minerais críticos, delineando o arcabouço para o desenvolvimento do setor.

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