Carga SIN83.575 MW 16,30%PLD MédioR$ 121,31/MWh 2,87%PLD SE/COR$ 122,85/MWh 1,49%PLD SulR$ 122,84/MWh 1,49%PLD NER$ 118,87/MWh 5,74%PLD NorteR$ 120,68/MWh 3,00%EAR SIN67,2% 0,30%EAR SE/CO60,8% 0,33%EAR Sul84,4% 0,24%EAR NE79,8% 0,37%EAR Norte86,5% 0,12%ENA SIN129% MLT 2,27%ENA SE/CO99% MLT 0,00%ENA Sul212% MLT 0,47%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 1,45%Carga SIN83.575 MW 16,30%PLD MédioR$ 121,31/MWh 2,87%PLD SE/COR$ 122,85/MWh 1,49%PLD SulR$ 122,84/MWh 1,49%PLD NER$ 118,87/MWh 5,74%PLD NorteR$ 120,68/MWh 3,00%EAR SIN67,2% 0,30%EAR SE/CO60,8% 0,33%EAR Sul84,4% 0,24%EAR NE79,8% 0,37%EAR Norte86,5% 0,12%ENA SIN129% MLT 2,27%ENA SE/CO99% MLT 0,00%ENA Sul212% MLT 0,47%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 1,45%
Hidráulica41.917 MW(50%) 19,17%Térmica9.676 MW(11%) 5,29%Eólica17.725 MW(21%) 16,76%Solar13.114 MW(16%) 15,13%Nuclear2.008 MW(2%) 0,05%Hidráulica41.917 MW(50%) 19,17%Térmica9.676 MW(11%) 5,29%Eólica17.725 MW(21%) 16,76%Solar13.114 MW(16%) 15,13%Nuclear2.008 MW(2%) 0,05%Hidráulica41.917 MW(50%) 19,17%Térmica9.676 MW(11%) 5,29%Eólica17.725 MW(21%) 16,76%Solar13.114 MW(16%) 15,13%Nuclear2.008 MW(2%) 0,05%
PETR4R$ 42,60 1,21%PETR3R$ 47,53 1,49%PRIO3R$ 61,50 4,90%RECV3R$ 10,17 3,24%VBBR3R$ 34,20 1,79%UGPA3R$ 33,27 3,10%RAIZ4R$ 0,22 8,33%CSAN3R$ 3,13 5,44%EGIE3R$ 27,81 0,78%CMIG4R$ 10,17 0,59%CPFE3R$ 41,18 0,27%EQTL3R$ 34,50 1,15%ENGI11R$ 43,67 0,30%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,05 0,00%ENEV3R$ 24,65 0,82%TAEE11R$ 36,91 2,71%ALUP11R$ 31,15 0,19%LIGT3R$ 3,17 2,46%PETR4R$ 42,60 1,21%PETR3R$ 47,53 1,49%PRIO3R$ 61,50 4,90%RECV3R$ 10,17 3,24%VBBR3R$ 34,20 1,79%UGPA3R$ 33,27 3,10%RAIZ4R$ 0,22 8,33%CSAN3R$ 3,13 5,44%EGIE3R$ 27,81 0,78%CMIG4R$ 10,17 0,59%CPFE3R$ 41,18 0,27%EQTL3R$ 34,50 1,15%ENGI11R$ 43,67 0,30%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,05 0,00%ENEV3R$ 24,65 0,82%TAEE11R$ 36,91 2,71%ALUP11R$ 31,15 0,19%LIGT3R$ 3,17 2,46%
BrentUS$ 91,64 0,68%WTIUS$ 84,74 0,24%Gás NaturalUS$ 2,78 0,07%DólarR$ 5,21 0,17%BrentUS$ 91,64 0,68%WTIUS$ 84,74 0,24%Gás NaturalUS$ 2,78 0,07%DólarR$ 5,21 0,17%BrentUS$ 91,64 0,68%WTIUS$ 84,74 0,24%Gás NaturalUS$ 2,78 0,07%DólarR$ 5,21 0,17%
EPE intensifica análise de data centers no planejamento da transmissãoHarvard aponta flexibilidade para data centers em meio a desafios da rede elétrica brasileiraMPF cobra Ibama sobre ampliação de licença para novos poços na Foz do AmazonasTCU pauta referendo de cautelar que bloqueia R$ 5,026 bilhões do UBP para tarifasPetrobras confirma hidrocarbonetos em poço Morpho na Margem Equatorial do AmapáONS indica probabilidade média de acionamento do Plano de Excedentes de EnergiaFitch Afirma Rating 'AAA(bra)' da Eneva com Perspectiva EstávelPetrobras contrata Halliburton para perfurar poços do piloto de CCS em QuissamãONS projeta reservatórios de Norte e Sul acima de 80% em agostoAneel agenda reunião pública da diretoria para segunda-feiraONS lança TIAGO Dados Abertos e avança em IA para setor elétricoOrizon eleva participação na Ecourbis Ambiental para 69,1% em transação de R$ 69,2 milhõesEPE intensifica análise de data centers no planejamento da transmissãoHarvard aponta flexibilidade para data centers em meio a desafios da rede elétrica brasileiraMPF cobra Ibama sobre ampliação de licença para novos poços na Foz do AmazonasTCU pauta referendo de cautelar que bloqueia R$ 5,026 bilhões do UBP para tarifasPetrobras confirma hidrocarbonetos em poço Morpho na Margem Equatorial do AmapáONS indica probabilidade média de acionamento do Plano de Excedentes de EnergiaFitch Afirma Rating 'AAA(bra)' da Eneva com Perspectiva EstávelPetrobras contrata Halliburton para perfurar poços do piloto de CCS em QuissamãONS projeta reservatórios de Norte e Sul acima de 80% em agostoAneel agenda reunião pública da diretoria para segunda-feiraONS lança TIAGO Dados Abertos e avança em IA para setor elétricoOrizon eleva participação na Ecourbis Ambiental para 69,1% em transação de R$ 69,2 milhões
Radar Energia
AnáliseTecnologia & Inovação

Relatório MME/CEBRI propõe metas audaciosas para cadeia de terras raras até 2040

Um relatório final do MME e CEBRI estabelece metas ambiciosas para a Estratégia Nacional de Terras Raras (ENTR) em construção até 2040, visando 20% da produção global de óxidos e forte verticalização da cadeia. O estudo projeta investimentos bilionários e um salto na produção de ímãs permanentes no Brasil.

6 de julho de 2026 às 13:40Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O Brasil almeja 20% da produção global de Óxidos de Terras Raras Totais (TREO) até 2040, o equivalente a 75,7 ktpa, conforme metas ambiciosas propostas em relatório final do Ministério de Minas e Energia (MME) e do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI). O estudo, que subsidia a Estratégia Nacional de Terras Raras (ENTR) em construção, projeta um salto na capacidade de processamento e agregação de valor.

Para concretizar essa ambição, o relatório estima um investimento de aproximadamente US$ 1,65 bilhão na instalação de uma planta de processamento de terras raras no país, com um custo adicional de US$ 525 milhões para o primeiro ano de operação. A iniciativa sinaliza um horizonte de longo prazo para o desenvolvimento de uma cadeia mineral estratégica, essencial para a transição energética global.

As metas detalhadas preveem uma capacidade instalada de 40 ktpa para separação e refino de óxidos até 2040, incluindo 10 ktpa de NdPr+DyTb (neodímio, praseodímio, disprósio e térbio), minerais cruciais para ímãs de alta performance. Uma meta intermediária de 25 ktpa de capacidade de separação até 2033 também está prevista, demonstrando o ritmo acelerado almejado para o setor.

Na ponta downstream, o documento estabelece a meta de produzir 5 ktpa de ímãs permanentes, o que representaria um salto significativo na agregação de valor e na integração da cadeia produtiva. Essa verticalização é fundamental para reduzir a dependência de importações e fortalecer a indústria nacional em setores como energia renovável, mobilidade elétrica e defesa.

O MME é o ator central na formulação e implementação da ENTR, com o papel de coordenar políticas e mobilizar investimentos. O sucesso da estratégia, contudo, dependerá da participação ativa de empresas de mineração, que deverão investir em exploração, mineração e, principalmente, no processamento. Instituições financeiras, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), já financiam o estudo e são esperadas para apoiar os investimentos, possivelmente por meio de um Fundo Soberano de Minerais Críticos.

O arcabouço legal para sustentar essas ambições tramita no Congresso. O Projeto de Lei (PL) 2780/2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), já foi aprovado na Câmara e está em análise no Senado. O PL prevê um crédito fiscal de R$ 5 bilhões para desenvolver setores estratégicos e verticalizar a cadeia, oferecendo suporte financeiro crucial para os investimentos propostos.

Embora o relatório seja um subsídio técnico, e não uma norma com vigência imediata, a formalização da ENTR, uma vez concluída, deverá ocorrer por meio de um ato executivo, como um decreto presidencial. A estratégia será complementada por regulamentações específicas do MME e da Agência Nacional de Mineração (ANM), delineando os passos práticos para a implementação das metas de longo prazo.

O relatório enfatiza a necessidade de legitimidade social e a adesão a padrões ESG (Ambiental, Social e Governança), incluindo a Licença Social para Operar (LSO) e o Consentimento Prévio, Livre e Informado (CPLI). Essa abordagem sugere que o avanço da mineração de terras raras no Brasil deve superar gargalos regulatórios e sociais, exigindo diálogo contínuo e processos participativos para garantir o desenvolvimento sustentável e a aceitação dos empreendimentos.

A implementação da ENTR promete impacto significativo na redução da dependência brasileira de importações de terras raras e produtos de alto valor agregado. A estratégia visa integrar a cadeia mineral a setores de alta tecnologia, fomentando a inovação e a criação de empregos qualificados, embora o relatório não detalhe impactos quantificados sobre tarifas ou encargos do setor elétrico.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.