Carga SIN87.793 MW 2,57%PLD MédioR$ 133,55/MWh 1,93%PLD SE/COR$ 136,71/MWh 1,57%PLD SulR$ 136,7/MWh 1,58%PLD NER$ 128,5/MWh 2,75%PLD NorteR$ 132,28/MWh 1,88%EAR SIN65% 0,91%EAR SE/CO58,9% 0,84%EAR Sul82% 3,30%EAR NE76,9% 0,52%EAR Norte83,3% 0,95%ENA SIN107% MLT 3,60%ENA SE/CO92% MLT 1,08%ENA Sul192% MLT 2,54%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 1,59%Carga SIN87.793 MW 2,57%PLD MédioR$ 133,55/MWh 1,93%PLD SE/COR$ 136,71/MWh 1,57%PLD SulR$ 136,7/MWh 1,58%PLD NER$ 128,5/MWh 2,75%PLD NorteR$ 132,28/MWh 1,88%EAR SIN65% 0,91%EAR SE/CO58,9% 0,84%EAR Sul82% 3,30%EAR NE76,9% 0,52%EAR Norte83,3% 0,95%ENA SIN107% MLT 3,60%ENA SE/CO92% MLT 1,08%ENA Sul192% MLT 2,54%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 1,59%
Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%
PETR4R$ 43,39 4,68%PETR3R$ 48,03 4,57%PRIO3R$ 60,06 1,15%RECV3R$ 10,56 1,83%VBBR3R$ 33,10 1,52%UGPA3R$ 33,31 0,45%RAIZ4R$ 0,23 0,00%CSAN3R$ 3,68 0,81%EGIE3R$ 28,73 0,38%CMIG4R$ 10,43 0,67%CPFE3R$ 44,41 0,31%EQTL3R$ 36,49 0,92%ENGI11R$ 47,01 1,18%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,71 1,29%ENEV3R$ 26,30 0,30%TAEE11R$ 38,67 0,69%ALUP11R$ 32,42 1,16%LIGT3R$ 3,47 3,89%PETR4R$ 43,39 4,68%PETR3R$ 48,03 4,57%PRIO3R$ 60,06 1,15%RECV3R$ 10,56 1,83%VBBR3R$ 33,10 1,52%UGPA3R$ 33,31 0,45%RAIZ4R$ 0,23 0,00%CSAN3R$ 3,68 0,81%EGIE3R$ 28,73 0,38%CMIG4R$ 10,43 0,67%CPFE3R$ 44,41 0,31%EQTL3R$ 36,49 0,92%ENGI11R$ 47,01 1,18%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,71 1,29%ENEV3R$ 26,30 0,30%TAEE11R$ 38,67 0,69%ALUP11R$ 32,42 1,16%LIGT3R$ 3,47 3,89%
BrentUS$ 88,06 1,83%WTIUS$ 83,39 0,17%Gás NaturalUS$ 2,87 1,17%DólarR$ 5,21 1,21%BrentUS$ 88,06 1,83%WTIUS$ 83,39 0,17%Gás NaturalUS$ 2,87 1,17%DólarR$ 5,21 1,21%BrentUS$ 88,06 1,83%WTIUS$ 83,39 0,17%Gás NaturalUS$ 2,87 1,17%DólarR$ 5,21 1,21%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Abegás: Brasil avança em mercado de gás para competitividade industrial

A Abegás avalia que o Brasil está no caminho para transformar sua abundância de gás natural em vantagem competitiva para a indústria, desde que as recentes iniciativas regulatórias da ANP e do CNPE consigam criar um mercado mais aberto e líquido. As medidas visam desconcentrar a oferta e impulsionar a indústria de base, com projeções de queda de preços e investimentos.

28 de agosto de 2026 às 14:27Fonte oficial: ABEGÁSRedação Radar Energia

A Abegás avalia que o Brasil está no caminho para transformar sua abundância de gás natural em vantagem competitiva para a indústria, desde que as recentes iniciativas regulatórias da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) consigam criar um mercado mais aberto e líquido. A análise, publicada em artigo na Agência Estado pelo advogado Tiago Lobão Cosenza, destaca a importância de avançar além da Nova Lei do Gás para garantir oferta, infraestrutura e concorrência efetiva.

As frentes regulatórias incluem a Consulta Pública nº 16/2026 da ANP, que propõe ciclos concorrenciais de quatro anos para o 'gas release', mecanismo que busca reduzir a concentração da oferta, hoje com a Petrobras respondendo por cerca de 59% das vendas atacadistas não termelétricas. Paralelamente, a Resolução CNPE nº 15/2026, em vigor desde 25 de agosto, redefine a política de comercialização do gás da União, priorizando a indústria de base e permitindo precificação com referências internacionais, além de autorizar a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) a atuar no mercado spot. Ambas as ações integram o Programa Gás para Empregar, política pública liderada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) desde 2023.

O MME projeta uma queda significativa no preço do gás para a indústria nacional, de US$ 12/MMBTU para cerca de US$ 5/MMBTU, uma redução superior a 50%, caso as medidas sejam bem-sucedidas. O Programa Gás para Empregar estima atrair R$ 95 bilhões em investimentos, gerar 436 mil empregos diretos e indiretos e adicionar R$ 79 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB), impulsionando a competitividade de setores intensivos em energia como química, petroquímica e fertilizantes. A Abegás, no entanto, alerta para a necessidade de 'cautela com expectativas excessivas', tratando as projeções como potencial e não como promessa.

Para a Abegás, a discussão central é como criar um mercado de gás verdadeiramente competitivo, reconhecendo que a concorrência não se limita a preços baixos por decreto, mas sim a mercados funcionais com múltiplos ofertantes, infraestrutura acessível e segurança contratual. A associação defende que o Fórum do Gás acerta ao integrar na agenda o 'gas release', os leilões do gás da União, o livre acesso às infraestruturas e a harmonização regulatória. Será fundamental acompanhar o resultado da Consulta Pública da ANP, que encerra em 28 de setembro, e os próximos passos para a efetivação dos leilões de gás da União, que já preveem entregas entre 2026 e 2030.

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