Carga SIN73.908 MW▼ 10,58%PLD MédioR$ 57,31/MWh▼ 61,93%PLD SE/COR$ 57,31/MWh▼ 61,93%PLD SulR$ 57,31/MWh▼ 61,93%PLD NER$ 57,31/MWh▼ 61,93%PLD NorteR$ 57,31/MWh▼ 61,93%EAR SIN58,9%▼ 0,34%EAR SE/CO55%▼ 0,36%EAR Sul80,7%▼ 0,25%EAR NE63,9%▼ 0,47%EAR Norte65,9%▼ 0,45%ENA SIN157% MLT▼ 0,63%ENA SE/CO143% MLT▲ 1,42%ENA Sul238% MLT▼ 1,24%ENA NE64% MLT▼ 1,54%ENA Norte42% MLT▼ 2,33%Carga SIN73.908 MW▼ 10,58%PLD MédioR$ 57,31/MWh▼ 61,93%PLD SE/COR$ 57,31/MWh▼ 61,93%PLD SulR$ 57,31/MWh▼ 61,93%PLD NER$ 57,31/MWh▼ 61,93%PLD NorteR$ 57,31/MWh▼ 61,93%EAR SIN58,9%▼ 0,34%EAR SE/CO55%▼ 0,36%EAR Sul80,7%▼ 0,25%EAR NE63,9%▼ 0,47%EAR Norte65,9%▼ 0,45%ENA SIN157% MLT▼ 0,63%ENA SE/CO143% MLT▲ 1,42%ENA Sul238% MLT▼ 1,24%ENA NE64% MLT▼ 1,54%ENA Norte42% MLT▼ 2,33%
Hidráulica43.852 MW(59%)▼ 4,89%Térmica8.290 MW(11%)▼ 12,76%Eólica6.596 MW(9%)▼ 41,82%Solar13.815 MW(19%)▼ 3,76%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%Hidráulica43.852 MW(59%)▼ 4,89%Térmica8.290 MW(11%)▼ 12,76%Eólica6.596 MW(9%)▼ 41,82%Solar13.815 MW(19%)▼ 3,76%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%Hidráulica43.852 MW(59%)▼ 4,89%Térmica8.290 MW(11%)▼ 12,76%Eólica6.596 MW(9%)▼ 41,82%Solar13.815 MW(19%)▼ 3,76%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%
PETR4R$ 58,00▲ 1,12%PETR3R$ 64,54▲ 0,50%PRIO3R$ 71,00▲ 3,88%RECV3R$ 12,63▲ 3,27%VBBR3R$ 36,29▲ 0,11%UGPA3R$ 39,10▲ 1,19%RAIZ4R$ 0,39▲ 8,33%CSAN3R$ 5,11▲ 3,86%EGIE3R$ 30,65▼ 2,26%CMIG4R$ 11,61▼ 1,28%CPFE3R$ 49,40▼ 0,54%EQTL3R$ 48,56▲ 0,85%ENGI11R$ 66,05▲ 1,52%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 14,89▲ 0,27%ENEV3R$ 31,40▼ 0,06%TAEE11R$ 44,47▼ 0,40%ALUP11R$ 38,50▲ 0,34%LIGT3R$ 3,73▼ 2,86%PETR4R$ 58,00▲ 1,12%PETR3R$ 64,54▲ 0,50%PRIO3R$ 71,00▲ 3,88%RECV3R$ 12,63▲ 3,27%VBBR3R$ 36,29▲ 0,11%UGPA3R$ 39,10▲ 1,19%RAIZ4R$ 0,39▲ 8,33%CSAN3R$ 5,11▲ 3,86%EGIE3R$ 30,65▼ 2,26%CMIG4R$ 11,61▼ 1,28%CPFE3R$ 49,40▼ 0,54%EQTL3R$ 48,56▲ 0,85%ENGI11R$ 66,05▲ 1,52%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 14,89▲ 0,27%ENEV3R$ 31,40▼ 0,06%TAEE11R$ 44,47▼ 0,40%ALUP11R$ 38,50▲ 0,34%LIGT3R$ 3,73▼ 2,86%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Abegás: Brasil avança em mercado de gás para competitividade industrial

A Abegás avalia que o Brasil está no caminho para transformar sua abundância de gás natural em vantagem competitiva para a indústria, desde que as recentes iniciativas regulatórias da ANP e do CNPE consigam criar um mercado mais aberto e líquido. As medidas visam desconcentrar a oferta e impulsionar a indústria de base, com projeções de queda de preços e investimentos.

28 de agosto de 2026 às 14:27Fonte oficial: ABEGÁSRedação Radar Energia

A Abegás avalia que o Brasil está no caminho para transformar sua abundância de gás natural em vantagem competitiva para a indústria, desde que as recentes iniciativas regulatórias da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) consigam criar um mercado mais aberto e líquido. A análise, publicada em artigo na Agência Estado pelo advogado Tiago Lobão Cosenza, destaca a importância de avançar além da Nova Lei do Gás para garantir oferta, infraestrutura e concorrência efetiva.

As frentes regulatórias incluem a Consulta Pública nº 16/2026 da ANP, que propõe ciclos concorrenciais de quatro anos para o 'gas release', mecanismo que busca reduzir a concentração da oferta, hoje com a Petrobras respondendo por cerca de 59% das vendas atacadistas não termelétricas. Paralelamente, a Resolução CNPE nº 15/2026, em vigor desde 25 de agosto, redefine a política de comercialização do gás da União, priorizando a indústria de base e permitindo precificação com referências internacionais, além de autorizar a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) a atuar no mercado spot. Ambas as ações integram o Programa Gás para Empregar, política pública liderada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) desde 2023.

O MME projeta uma queda significativa no preço do gás para a indústria nacional, de US$ 12/MMBTU para cerca de US$ 5/MMBTU, uma redução superior a 50%, caso as medidas sejam bem-sucedidas. O Programa Gás para Empregar estima atrair R$ 95 bilhões em investimentos, gerar 436 mil empregos diretos e indiretos e adicionar R$ 79 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB), impulsionando a competitividade de setores intensivos em energia como química, petroquímica e fertilizantes. A Abegás, no entanto, alerta para a necessidade de 'cautela com expectativas excessivas', tratando as projeções como potencial e não como promessa.

Para a Abegás, a discussão central é como criar um mercado de gás verdadeiramente competitivo, reconhecendo que a concorrência não se limita a preços baixos por decreto, mas sim a mercados funcionais com múltiplos ofertantes, infraestrutura acessível e segurança contratual. A associação defende que o Fórum do Gás acerta ao integrar na agenda o 'gas release', os leilões do gás da União, o livre acesso às infraestruturas e a harmonização regulatória. Será fundamental acompanhar o resultado da Consulta Pública da ANP, que encerra em 28 de setembro, e os próximos passos para a efetivação dos leilões de gás da União, que já preveem entregas entre 2026 e 2030.

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