Carga SIN78.747 MW 8,04%PLD MédioR$ 97,83/MWh 9,70%PLD SE/COR$ 97,83/MWh 9,70%PLD SulR$ 97,83/MWh 9,70%PLD NER$ 97,83/MWh 9,70%PLD NorteR$ 97,84/MWh 9,70%EAR SIN67,5% 0,15%EAR SE/CO61,1% 0,16%EAR Sul84,5% 0,12%EAR NE80,3% 0,62%EAR Norte86,7% 0,12%ENA SIN133% MLT 0,76%ENA SE/CO100% MLT 0,00%ENA Sul208% MLT 2,46%ENA NE66% MLT 1,49%ENA Norte69% MLT 1,43%Carga SIN78.747 MW 8,04%PLD MédioR$ 97,83/MWh 9,70%PLD SE/COR$ 97,83/MWh 9,70%PLD SulR$ 97,83/MWh 9,70%PLD NER$ 97,83/MWh 9,70%PLD NorteR$ 97,84/MWh 9,70%EAR SIN67,5% 0,15%EAR SE/CO61,1% 0,16%EAR Sul84,5% 0,12%EAR NE80,3% 0,62%EAR Norte86,7% 0,12%ENA SIN133% MLT 0,76%ENA SE/CO100% MLT 0,00%ENA Sul208% MLT 2,46%ENA NE66% MLT 1,49%ENA Norte69% MLT 1,43%
Hidráulica39.697 MW(50%) 12,40%Térmica9.282 MW(12%) 0,01%Eólica15.986 MW(20%) 3,47%Solar12.348 MW(16%) 13,20%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%Hidráulica39.697 MW(50%) 12,40%Térmica9.282 MW(12%) 0,01%Eólica15.986 MW(20%) 3,47%Solar12.348 MW(16%) 13,20%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%Hidráulica39.697 MW(50%) 12,40%Térmica9.282 MW(12%) 0,01%Eólica15.986 MW(20%) 3,47%Solar12.348 MW(16%) 13,20%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%
PETR4R$ 42,09 1,54%PETR3R$ 46,83 1,10%PRIO3R$ 58,63 0,86%RECV3R$ 10,51 1,04%VBBR3R$ 33,60 1,69%UGPA3R$ 32,27 5,84%RAIZ4R$ 0,24 4,00%CSAN3R$ 3,31 3,12%EGIE3R$ 28,03 1,41%CMIG4R$ 10,23 0,97%CPFE3R$ 41,29 4,22%EQTL3R$ 34,90 1,69%ENGI11R$ 43,80 1,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,05 3,18%ENEV3R$ 24,45 1,41%TAEE11R$ 37,94 0,64%ALUP11R$ 31,21 1,13%LIGT3R$ 3,25 3,83%PETR4R$ 42,09 1,54%PETR3R$ 46,83 1,10%PRIO3R$ 58,63 0,86%RECV3R$ 10,51 1,04%VBBR3R$ 33,60 1,69%UGPA3R$ 32,27 5,84%RAIZ4R$ 0,24 4,00%CSAN3R$ 3,31 3,12%EGIE3R$ 28,03 1,41%CMIG4R$ 10,23 0,97%CPFE3R$ 41,29 4,22%EQTL3R$ 34,90 1,69%ENGI11R$ 43,80 1,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,05 3,18%ENEV3R$ 24,45 1,41%TAEE11R$ 37,94 0,64%ALUP11R$ 31,21 1,13%LIGT3R$ 3,25 3,83%
BrentUS$ 88,52 0,00%WTIUS$ 82,40 0,00%Gás NaturalUS$ 2,73 0,00%DólarR$ 5,21 0,34%BrentUS$ 88,52 0,00%WTIUS$ 82,40 0,00%Gás NaturalUS$ 2,73 0,00%DólarR$ 5,21 0,34%BrentUS$ 88,52 0,00%WTIUS$ 82,40 0,00%Gás NaturalUS$ 2,73 0,00%DólarR$ 5,21 0,34%
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Radar Energia
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Abrage cobra remuneração de flexibilidade e armazenamento em novo ambiente regulatório

A Associação Brasileira de Empresas Geradoras de Energia Elétrica (Abrage) defendeu a valorização e remuneração da flexibilidade operativa e do armazenamento de energia no setor elétrico, em evento que reuniu líderes do mercado. A manifestação ocorre em meio à recente regulamentação dos Sistemas de Armazenamento de Energia Elétrica (SAE) pela ANEEL e à preparação dos primeiros leilões de capacidade de armazenamento pelo MME, previstos para dezembro.

2 de julho de 2026 às 13:20Fonte oficial: ABRAGERedação Radar Energia
Abrage cobra remuneração de flexibilidade e armazenamento em novo ambiente regulatório
Foto: ABRAGE

A Associação Brasileira de Empresas Geradoras de Energia Elétrica (Abrage) reiterou a necessidade de valorização e remuneração dos atributos de capacidade, robustez e flexibilidade pelo mercado. A posição foi apresentada durante o painel “O Pulsar da Matriz e das Baterias: Diversidade Energética, Fontes Híbridas e Flexibilidade do Sistema” no EVEx Brasil 2026 – João Pessoa Energy, onde a presidente da entidade, Marisete Pereira, destacou que o desafio atual não reside na escassez de energia, mas em como assegurar a segurança e a flexibilidade do suprimento em uma matriz cada vez mais renovável.

A defesa da Abrage por um mercado que remunere a flexibilidade e o armazenamento ganha destaque no atual contexto regulatório. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou em 24 de junho as Resoluções Normativas (REN) nº 1.161/2026 e nº 1.162/2026, que regulamentam os Sistemas de Armazenamento de Energia Elétrica (SAE) e os tornam ativos regulados, com exigências de outorga, conexão, contratação de uso da rede, medição, operação e faturamento. Paralelamente, o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a Portaria Normativa MME nº 136/2026, que consolida as diretrizes para os primeiros leilões de contratação de potência elétrica a partir de novos sistemas de armazenamento em baterias.

As novas regras da ANEEL, que já estão em vigor, distinguem entre SAE autônomos e colocalizados, estabelecendo critérios específicos de uso da rede, como a possibilidade de redução de até 30% no Montante de Uso do Sistema de Transmissão (MUST) de injeção para geradores com armazenamento colocalizado, e MUST de consumo nulo para SAEs autônomos totalmente despachados pelo ONS. Os leilões do MME, por sua vez, estão previstos para 2 e 4 de dezembro de 2026, com requisitos técnicos rigorosos, incluindo potência mínima de 30 MW, operação contínua por no mínimo 4 horas e funcionalidades de grid-forming, com o objetivo de assegurar a robustez e a capacidade de resposta para a segurança do SIN.

Para a Abrage, os investimentos no setor elétrico dependem de estabilidade regulatória, previsibilidade e segurança jurídica, e os atributos de capacidade e flexibilidade precisam transcender o âmbito dos debates acadêmicos. A entidade reitera que a valorização e a remuneração desses serviços são cruciais para a construção de um ecossistema seguro para investimentos de longo prazo e para o fomento da inovação tecnológica, especialmente diante do avanço das fontes renováveis intermitentes na matriz elétrica brasileira.

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