Carga SIN85.011 MW 1,43%PLD MédioR$ 126,28/MWh 30,07%PLD SE/COR$ 126,29/MWh 30,18%PLD SulR$ 126,28/MWh 30,18%PLD NER$ 126,28/MWh 29,86%PLD NorteR$ 126,29/MWh 30,07%EAR SIN67,8% 0,29%EAR SE/CO61,3% 0,33%EAR Sul84,8% 0,71%EAR NE81% 0,37%EAR Norte87,1% 0,46%ENA SIN129% MLT 5,74%ENA SE/CO101% MLT 0,00%ENA Sul196% MLT 2,62%ENA NE67% MLT 0,00%ENA Norte71% MLT 0,00%Carga SIN85.011 MW 1,43%PLD MédioR$ 126,28/MWh 30,07%PLD SE/COR$ 126,29/MWh 30,18%PLD SulR$ 126,28/MWh 30,18%PLD NER$ 126,28/MWh 29,86%PLD NorteR$ 126,29/MWh 30,07%EAR SIN67,8% 0,29%EAR SE/CO61,3% 0,33%EAR Sul84,8% 0,71%EAR NE81% 0,37%EAR Norte87,1% 0,46%ENA SIN129% MLT 5,74%ENA SE/CO101% MLT 0,00%ENA Sul196% MLT 2,62%ENA NE67% MLT 0,00%ENA Norte71% MLT 0,00%
Hidráulica45.117 MW(53%) 4,49%Térmica8.261 MW(10%) 12,59%Eólica16.537 MW(19%) 3,56%Solar13.723 MW(16%) 8,21%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.117 MW(53%) 4,49%Térmica8.261 MW(10%) 12,59%Eólica16.537 MW(19%) 3,56%Solar13.723 MW(16%) 8,21%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.117 MW(53%) 4,49%Térmica8.261 MW(10%) 12,59%Eólica16.537 MW(19%) 3,56%Solar13.723 MW(16%) 8,21%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
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IRENA lamenta intenção dos EUA de deixar agência e alerta para impacto em renováveis

A Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) expressou pesar pela intenção dos Estados Unidos de se retirar da organização, conforme memorando presidencial. A decisão, parte de um movimento mais amplo de desengajamento de entidades internacionais, representa um impacto orçamentário significativo para a IRENA, que busca preencher a lacuna financeira e manter a cooperação global em energias limpas.

14 de agosto de 2026 às 12:19Fonte oficial: IRENARedação Radar Energia

A Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) lamentou a intenção dos Estados Unidos de se retirar da organização e alertou para as consequências na cooperação global em energias renováveis. A decisão dos EUA, formalizada por um memorando presidencial assinado em janeiro pelo Presidente Donald Trump, abrange também outras 65 organizações internacionais e implica a cessação da participação e do financiamento do país, o que marca uma guinada em sua postura multilateral.

A saída norte-americana representa um desafio orçamentário considerável para a IRENA, já que os EUA eram responsáveis por uma contribuição estimada em 22% do financiamento principal da agência para 2026, totalizando quase US$ 5,7 milhões, conforme apuração do Radar Energia. O Diretor-Geral da IRENA, Francesco La Camera, afirmou que a agência pode “gerenciar” a situação e busca ativamente preencher essa lacuna financeira com o apoio de outros governos e do setor privado para manter suas operações.

A administração Trump justificou a retirada alegando que as instituições em questão são redundantes, mal administradas ou contrárias às prioridades nacionais do país, refletindo a postura de “América Primeiro” que prioriza interesses domésticos sobre o multilateralismo. Contudo, a Global Renewables Alliance alertou que, ao se afastar da cooperação internacional, os EUA correm o risco de perder empregos, investimentos e crescimento industrial, ressaltando que a transição energética representa a maior oportunidade econômica do século.

A decisão dos EUA estabelece um precedente de isolacionismo multilateral que pode fragilizar a coesão global em um momento crucial para a transição energética. A perda de um contribuinte financeiro e de um ator relevante como os EUA pode limitar a capacidade da IRENA de fornecer dados, análises e assistência técnica essenciais para o planejamento e a implementação de projetos de energias renováveis em escala global, o que pode desacelerar o ritmo da descarbonização e impactar a confiança no multilateralismo.

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