Carga SIN80.171 MW 0,03%PLD MédioR$ 120,21/MWh 6,89%PLD SE/COR$ 120,21/MWh 6,89%PLD SulR$ 120,21/MWh 6,89%PLD NER$ 120,2/MWh 6,88%PLD NorteR$ 120,21/MWh 6,88%EAR SIN71,1% 0,28%EAR SE/CO65,5% 0,00%EAR Sul65,1% 5,51%EAR NE89% 0,11%EAR Norte93,9% 0,21%ENA SIN154% MLT 92,50%ENA SE/CO118% MLT 29,67%ENA Sul301% MLT 296,05%ENA NE64% MLT 10,34%ENA Norte85% MLT 44,07%Carga SIN80.171 MW 0,03%PLD MédioR$ 120,21/MWh 6,89%PLD SE/COR$ 120,21/MWh 6,89%PLD SulR$ 120,21/MWh 6,89%PLD NER$ 120,2/MWh 6,88%PLD NorteR$ 120,21/MWh 6,88%EAR SIN71,1% 0,28%EAR SE/CO65,5% 0,00%EAR Sul65,1% 5,51%EAR NE89% 0,11%EAR Norte93,9% 0,21%ENA SIN154% MLT 92,50%ENA SE/CO118% MLT 29,67%ENA Sul301% MLT 296,05%ENA NE64% MLT 10,34%ENA Norte85% MLT 44,07%
Hidráulica42.135 MW(52%) 0,90%Térmica9.485 MW(12%) 12,80%Eólica16.609 MW(20%) 1,01%Solar11.252 MW(14%) 2,82%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%Hidráulica42.135 MW(52%) 0,90%Térmica9.485 MW(12%) 12,80%Eólica16.609 MW(20%) 1,01%Solar11.252 MW(14%) 2,82%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%Hidráulica42.135 MW(52%) 0,90%Térmica9.485 MW(12%) 12,80%Eólica16.609 MW(20%) 1,01%Solar11.252 MW(14%) 2,82%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%
PETR4R$ 37,96 0,42%PETR3R$ 42,10 0,77%PRIO3R$ 52,57 0,81%RECV3R$ 9,61 3,71%VBBR3R$ 29,83 0,20%UGPA3R$ 26,60 2,07%RAIZ4R$ 0,38 0,00%CSAN3R$ 3,72 0,54%EGIE3R$ 32,36 7,09%CMIG4R$ 10,97 0,92%CPFE3R$ 45,10 0,71%EQTL3R$ 39,30 0,92%ENGI11R$ 48,39 0,81%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,66 0,52%ENEV3R$ 26,22 1,87%TAEE11R$ 40,89 2,79%ALUP11R$ 32,78 1,71%LIGT3R$ 3,27 0,91%PETR4R$ 37,96 0,42%PETR3R$ 42,10 0,77%PRIO3R$ 52,57 0,81%RECV3R$ 9,61 3,71%VBBR3R$ 29,83 0,20%UGPA3R$ 26,60 2,07%RAIZ4R$ 0,38 0,00%CSAN3R$ 3,72 0,54%EGIE3R$ 32,36 7,09%CMIG4R$ 10,97 0,92%CPFE3R$ 45,10 0,71%EQTL3R$ 39,30 0,92%ENGI11R$ 48,39 0,81%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,66 0,52%ENEV3R$ 26,22 1,87%TAEE11R$ 40,89 2,79%ALUP11R$ 32,78 1,71%LIGT3R$ 3,27 0,91%
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Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

Aneel e Defesa Civil de SP Consolidam Projeto de Resiliência Contra Eventos Climáticos Extremos

A ANEEL e a Defesa Civil de São Paulo consolidam o Projeto São Paulo Integrado (SPIN), iniciativa de PDI de R$ 16 milhões para integrar dados meteorológicos e aprimorar a resiliência da infraestrutura elétrica. O avanço ocorre em meio à implementação da RN 1.137/2025, que estabelece o DISE e novas obrigações para as distribuidoras, intensificando a pressão regulatória para melhorar a qualidade do serviço e a resposta a eventos extremos.

2 de julho de 2026 às 16:22Fonte oficial: ANEELRedação Radar Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e a Defesa Civil de São Paulo consolidam o Projeto São Paulo Integrado (SPIN), uma iniciativa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) com orçamento de R$ 16 milhões. O objetivo é integrar dados meteorológicos à gestão da rede elétrica. Esta parceria avança em um momento de intensificação da agenda regulatória, visando aprimorar a resposta do setor a eventos climáticos extremos, que têm causado interrupções severas no fornecimento de energia.

Esse movimento regulatório é ancorado pela Resolução Normativa ANEEL nº 1.137/2025, que introduziu o novo Indicador de Duração da Interrupção Individual em Situação de Emergência (DISE). A medida estabelece compensação financeira ao consumidor a partir de 24 horas sem energia em áreas urbanas e 48 horas em áreas rurais, configurando um incentivo regulatório direto para que as distribuidoras melhorem a qualidade e a agilidade do serviço.

Além da compensação via DISE, as distribuidoras foram obrigadas a implementar novas diretrizes. Devem manter canais exclusivos de comunicação com estados e municípios, notificando-os imediatamente sobre eventos críticos, com a provável causa, área afetada e tempo estimado para normalização. Também precisam elaborar e publicar planos anuais de manejo vegetal e de contingência para eventos climáticos extremos, visando proatividade na gestão da infraestrutura.

O Projeto SPIN, que já resultou na instalação de 23 Estações Meteorológicas Automáticas (EMAs) no estado de São Paulo, é um componente central dessa estratégia. O projeto busca fornecer dados precisos e em tempo real sobre as condições climáticas, permitindo que as concessionárias antecipem riscos e planejem ações de manutenção e resposta de forma mais eficiente, minimizando os impactos de tempestades e outros fenômenos.

As distribuidoras tiveram prazos definidos para se adequar às novas exigências da RN 1.137/2025. Até 28 de janeiro de 2026, deveriam revisar e publicar seus planos de contingência, manejo vegetal e comunicação. O prazo para a implementação do registro de interações com o poder público municipal sobre manejo da vegetação, dos mecanismos de comunicação ao consumidor sobre previsão de restabelecimento do serviço e da disponibilização, em seus sites, do número total de UCs afetadas em mapa foi 28 de abril de 2026. A apuração do indicador DISE também se iniciou em 28 de abril de 2026, com efeitos retroativos de dois meses.

O arcabouço regulatório atual reflete um histórico de vulnerabilidade da rede e de respostas consideradas insuficientes em situações de emergência, especialmente em grandes centros urbanos. As novas regulamentações emergem em um contexto de crescente insatisfação dos consumidores e críticas contundentes à qualidade dos serviços das distribuidoras, como evidenciado pelo reajuste de 10,18% aprovado para a Enel São Paulo, que entra em vigor em 4 de julho de 2026, em meio a apagões e falhas na recomposição do fornecimento.

Essas medidas, embora visem à melhoria do serviço, também se inserem em um cenário de pressão tarifária. A ANEEL projeta uma alta média de 8% nas tarifas de energia elétrica no Brasil em 2026, impulsionada em grande parte pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que responde por 4,6% desse impacto. Para o ciclo 2026/2027, as tarifas de transmissão também terão um aumento de 9,4%, com impacto médio de 1,1% para os consumidores, adicionando custos que, em parte, podem financiar a resiliência da rede.

As distribuidoras de energia, como Enel SP, CPFL, Neoenergia, EDP e Energisa, são os principais agentes afetados e responsáveis por implementar as novas regras, além de se integrar ao Sistema RADAR da ANEEL. O Poder Público, incluindo a Defesa Civil de São Paulo, atua recebendo notificações e coordenando ações de atendimento à população; a Defesa Civil de SP é parceira ativa no Projeto SPIN. Os consumidores, por sua vez, terão acesso a informações mais transparentes sobre interrupções e direito a compensação financeira por falhas prolongadas no fornecimento.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.