Carga SIN80.987 MW 0,52%PLD MédioR$ 197,46/MWh 1,59%PLD SE/COR$ 199,99/MWh 0,42%PLD SulR$ 209,13/MWh 2,17%PLD NER$ 186,13/MWh 4,64%PLD NorteR$ 194,6/MWh 0,26%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,6% 0,00%EAR Sul56,7% 0,00%EAR NE89,8% 0,22%EAR Norte94,7% 0,21%ENA SE/CO90% MLT 0,00%ENA Sul62% MLT 1,64%ENA NE59% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 0,00%Carga SIN80.987 MW 0,52%PLD MédioR$ 197,46/MWh 1,59%PLD SE/COR$ 199,99/MWh 0,42%PLD SulR$ 209,13/MWh 2,17%PLD NER$ 186,13/MWh 4,64%PLD NorteR$ 194,6/MWh 0,26%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,6% 0,00%EAR Sul56,7% 0,00%EAR NE89,8% 0,22%EAR Norte94,7% 0,21%ENA SE/CO90% MLT 0,00%ENA Sul62% MLT 1,64%ENA NE59% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 0,00%
Hidráulica44.148 MW(54%) 0,90%Térmica9.946 MW(12%) 17,21%Eólica16.105 MW(20%) 11,58%Solar10.114 MW(12%) 7,08%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.148 MW(54%) 0,90%Térmica9.946 MW(12%) 17,21%Eólica16.105 MW(20%) 11,58%Solar10.114 MW(12%) 7,08%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.148 MW(54%) 0,90%Térmica9.946 MW(12%) 17,21%Eólica16.105 MW(20%) 11,58%Solar10.114 MW(12%) 7,08%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 38,06 0,60%PETR3R$ 42,25 1,29%PRIO3R$ 53,29 1,50%RECV3R$ 10,02 0,30%VBBR3R$ 29,69 1,99%UGPA3R$ 25,60 1,11%RAIZ4R$ 0,41 2,38%CSAN3R$ 3,76 1,62%EGIE3R$ 34,16 1,67%CMIG4R$ 10,96 2,24%CPFE3R$ 45,50 2,55%EQTL3R$ 39,75 4,61%ENGI11R$ 47,60 2,59%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,55 3,31%ENEV3R$ 26,81 3,35%TAEE11R$ 39,72 0,00%ALUP11R$ 32,79 1,67%LIGT3R$ 3,37 12,33%PETR4R$ 38,06 0,60%PETR3R$ 42,25 1,29%PRIO3R$ 53,29 1,50%RECV3R$ 10,02 0,30%VBBR3R$ 29,69 1,99%UGPA3R$ 25,60 1,11%RAIZ4R$ 0,41 2,38%CSAN3R$ 3,76 1,62%EGIE3R$ 34,16 1,67%CMIG4R$ 10,96 2,24%CPFE3R$ 45,50 2,55%EQTL3R$ 39,75 4,61%ENGI11R$ 47,60 2,59%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,55 3,31%ENEV3R$ 26,81 3,35%TAEE11R$ 39,72 0,00%ALUP11R$ 32,79 1,67%LIGT3R$ 3,37 12,33%
BrentUS$ 73,57 2,25%WTIUS$ 70,24 2,34%Gás NaturalUS$ 3,29 1,68%DólarR$ 5,17 0,74%BrentUS$ 73,57 2,25%WTIUS$ 70,24 2,34%Gás NaturalUS$ 3,29 1,68%DólarR$ 5,17 0,74%BrentUS$ 73,57 2,25%WTIUS$ 70,24 2,34%Gás NaturalUS$ 3,29 1,68%DólarR$ 5,17 0,74%
EPE detalha transporte de biometano via GNC em estudo inéditoANP aprova regras para acesso não discriminatório a terminais de GNLPortugal simplifica regras para produção e partilha de energia renovávelAmcham: Energia é elo crucial entre Brasil e EUA em meio a tensões comerciaisAneel eleva receita anual de transmissão para R$ 54,95 bilhões, com impacto de 1,1% na tarifaBNDES lança FG Energia para financiar eficiência de pequenas e médias empresasAneel mantém bandeira amarela para julho com custo adicional de R$ 2,989 por 100 kWhPetróleo fecha em queda com normalização em Ormuz e avanço em negociações EUA-IrãADA investe R$ 2,7 bilhões em data centers no Brasil e eleva demanda por energiaAneel e Adasa firmam convênio para descentralizar fiscalização no Distrito FederalAbegás defende aprimoramentos na Lei do Gás para garantir competição após cinco anosEnergia limpa impulsiona competitividade do agronegócio com corte de custosEPE detalha transporte de biometano via GNC em estudo inéditoANP aprova regras para acesso não discriminatório a terminais de GNLPortugal simplifica regras para produção e partilha de energia renovávelAmcham: Energia é elo crucial entre Brasil e EUA em meio a tensões comerciaisAneel eleva receita anual de transmissão para R$ 54,95 bilhões, com impacto de 1,1% na tarifaBNDES lança FG Energia para financiar eficiência de pequenas e médias empresasAneel mantém bandeira amarela para julho com custo adicional de R$ 2,989 por 100 kWhPetróleo fecha em queda com normalização em Ormuz e avanço em negociações EUA-IrãADA investe R$ 2,7 bilhões em data centers no Brasil e eleva demanda por energiaAneel e Adasa firmam convênio para descentralizar fiscalização no Distrito FederalAbegás defende aprimoramentos na Lei do Gás para garantir competição após cinco anosEnergia limpa impulsiona competitividade do agronegócio com corte de custos
Radar Energia
AnáliseMercado

Aneel eleva receita anual de transmissão para R$ 54,95 bilhões, com impacto de 1,1% na tarifa

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou a Receita Anual Permitida (RAP) das transmissoras de energia elétrica em R$ 54,95 bilhões para o novo ciclo, um incremento de 9,41% em relação ao período anterior. Esse aumento se traduzirá em um impacto médio de 1,1% na conta de luz dos consumidores finais.

26 de junho de 2026 às 17:31Fonte oficial: RadarenergiaxpRedação Radar Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou a Receita Anual Permitida (RAP) para as empresas de transmissão de energia elétrica, fixando o montante em R$ 54,95 bilhões. Esse valor representa um crescimento de 9,41% na remuneração do serviço em comparação com o ciclo tarifário anterior e resultará em um impacto médio de 1,1% na tarifa de energia dos consumidores brasileiros.

O reajuste da RAP reflete diretamente a entrada em operação de novos empreendimentos de transmissão. Esses projetos, leiloados em anos anteriores, agora se incorporam à base de ativos regulatórios das concessionárias. O mecanismo da RAP remunera os investimentos na expansão e modernização da rede, além de cobrir os custos de operação e manutenção das instalações.

A Receita Anual Permitida (RAP) é o valor que as transmissoras recebem pela prestação do serviço essencial de escoamento de energia elétrica. Esse valor é reajustado anualmente e revisado periodicamente pela Aneel. A metodologia de cálculo da RAP é estabelecida por resoluções da agência, que orientam tanto as Revisões Tarifárias Periódicas (RTP) quanto os Reajustes Tarifários Anuais (RTA) das distribuidoras.

A Aneel, criada pela Lei nº 9.427/1996, é a autoridade reguladora e fiscalizadora do setor elétrico, responsável pela definição e homologação desses valores. Empresas como ISA CTEEP, Taesa, Eletrobras (por meio de suas subsidiárias) e Engie estão entre as principais concessionárias que terão suas receitas atualizadas. As distribuidoras, por sua vez, adquirem esses serviços e repassam os custos aos consumidores finais em suas faturas.

O sistema de transmissão brasileiro, com mais de 180 mil quilômetros de linhas, é vital para conectar as usinas geradoras aos centros de consumo. A expansão e a manutenção dessa infraestrutura demandam investimentos robustos, como os cerca de R$ 15 bilhões contratados nos leilões de transmissão de 2022 e 2023. Esses investimentos visam garantir a segurança do suprimento e a integração de novas fontes de geração, especialmente as renováveis, que frequentemente estão localizadas em regiões distantes.

Embora a transmissão represente uma parcela menor da tarifa final de energia — tipicamente entre 5% e 10% do valor total da conta —, o aumento da RAP sinaliza a continuidade dos investimentos necessários para a infraestrutura do setor. Para o consumidor, o impacto médio de 1,1% se traduz em um custo adicional na fatura, com variações regionais dependendo da distribuidora e da estrutura de custos de cada área de concessão.

A elevação da RAP é um evento esperado e recorrente em mercados regulados de infraestrutura, especialmente em países com grande extensão territorial e matriz energética em transição, como o Brasil. Esse modelo busca atrair capital para um setor intensivo em investimentos, garantindo que a rede de transmissão possa acompanhar o crescimento da demanda e a integração de novas usinas, como as eólicas e solares, que exigem maior capacidade de escoamento.

Com a conclusão do cálculo da RAP para o ciclo atual, os valores serão incorporados nos próximos processos de Revisão Tarifária Periódica (RTP) e Reajuste Tarifário Anual (RTA) das distribuidoras. A agência continuará a monitorar a qualidade e a expansão da rede, que enfrenta desafios constantes para integrar novas usinas e garantir a confiabilidade do sistema elétrico nacional.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.