Carga SIN83.804 MW 0,16%PLD MédioR$ 95,02/MWh 18,74%PLD SE/COR$ 95,14/MWh 20,11%PLD SulR$ 94,67/MWh 14,32%PLD NER$ 95,14/MWh 20,11%PLD NorteR$ 95,14/MWh 20,11%EAR SIN62,8% 0,16%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul81,5% 0,97%EAR NE72,3% 0,14%EAR Norte77,1% 0,52%ENA SIN153% MLT 1,92%ENA SE/CO125% MLT 4,17%ENA Sul265% MLT 0,38%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 0,00%Carga SIN83.804 MW 0,16%PLD MédioR$ 95,02/MWh 18,74%PLD SE/COR$ 95,14/MWh 20,11%PLD SulR$ 94,67/MWh 14,32%PLD NER$ 95,14/MWh 20,11%PLD NorteR$ 95,14/MWh 20,11%EAR SIN62,8% 0,16%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul81,5% 0,97%EAR NE72,3% 0,14%EAR Norte77,1% 0,52%ENA SIN153% MLT 1,92%ENA SE/CO125% MLT 4,17%ENA Sul265% MLT 0,38%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 0,00%
Hidráulica41.360 MW(49%) 0,56%Térmica10.796 MW(13%) 10,33%Eólica15.806 MW(19%) 8,15%Solar14.256 MW(17%) 6,95%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%Hidráulica41.360 MW(49%) 0,56%Térmica10.796 MW(13%) 10,33%Eólica15.806 MW(19%) 8,15%Solar14.256 MW(17%) 6,95%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%Hidráulica41.360 MW(49%) 0,56%Térmica10.796 MW(13%) 10,33%Eólica15.806 MW(19%) 8,15%Solar14.256 MW(17%) 6,95%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%
PETR4R$ 48,65 0,55%PETR3R$ 53,83 0,79%PRIO3R$ 62,58 2,08%RECV3R$ 11,04 2,90%VBBR3R$ 39,06 3,61%UGPA3R$ 38,93 1,46%RAIZ4R$ 0,28 3,70%CSAN3R$ 3,65 1,11%EGIE3R$ 30,65 0,62%CMIG4R$ 11,34 1,07%CPFE3R$ 45,14 0,92%EQTL3R$ 39,56 0,20%ENGI11R$ 52,21 1,67%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,67 1,21%ENEV3R$ 27,00 0,22%TAEE11R$ 41,05 1,33%ALUP11R$ 32,97 1,29%LIGT3R$ 3,62 3,47%PETR4R$ 48,65 0,55%PETR3R$ 53,83 0,79%PRIO3R$ 62,58 2,08%RECV3R$ 11,04 2,90%VBBR3R$ 39,06 3,61%UGPA3R$ 38,93 1,46%RAIZ4R$ 0,28 3,70%CSAN3R$ 3,65 1,11%EGIE3R$ 30,65 0,62%CMIG4R$ 11,34 1,07%CPFE3R$ 45,14 0,92%EQTL3R$ 39,56 0,20%ENGI11R$ 52,21 1,67%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,67 1,21%ENEV3R$ 27,00 0,22%TAEE11R$ 41,05 1,33%ALUP11R$ 32,97 1,29%LIGT3R$ 3,62 3,47%
BrentUS$ 99,80 5,70%WTIUS$ 101,22 1,18%Gás NaturalUS$ 2,89 0,03%DólarR$ 5,15 0,21%BrentUS$ 99,80 5,70%WTIUS$ 101,22 1,18%Gás NaturalUS$ 2,89 0,03%DólarR$ 5,15 0,21%BrentUS$ 99,80 5,70%WTIUS$ 101,22 1,18%Gás NaturalUS$ 2,89 0,03%DólarR$ 5,15 0,21%
MME autoriza UTE Jandaia II no Ceará, com quase 900 MW e investimento bilionárioCummins certifica motor a gás natural HSK78G para fraturamento hidráulico nos EUAMDIC assume secretaria executiva do CIMCE e avança em política de minerais críticosANA aprova DRDH para PCH Ritinha e prorroga consulta de tarifaANP defende agenda do gás e nega ingerência política, diz Pietro MendesGoverno aprova dispensa de licença ambiental para pesquisa inicial de minerais críticosPL na Câmara prevê inclusão automática de aposentados na Tarifa Social de EnergiaUE aumenta licenças gratuitas de CO2 para indústria intensivaCCEE altera cronograma e relatórios do MCSD de Energia Existente 4%MPF no Rio debate inclusão de data centers em licenciamento ambiental sob novo decretoEPE detalha plano para estruturar futuro leilão de armazenamento hidráulico focado em UHRsRedata entra em vigor com gás natural ainda indefinido na regulamentaçãoMME autoriza UTE Jandaia II no Ceará, com quase 900 MW e investimento bilionárioCummins certifica motor a gás natural HSK78G para fraturamento hidráulico nos EUAMDIC assume secretaria executiva do CIMCE e avança em política de minerais críticosANA aprova DRDH para PCH Ritinha e prorroga consulta de tarifaANP defende agenda do gás e nega ingerência política, diz Pietro MendesGoverno aprova dispensa de licença ambiental para pesquisa inicial de minerais críticosPL na Câmara prevê inclusão automática de aposentados na Tarifa Social de EnergiaUE aumenta licenças gratuitas de CO2 para indústria intensivaCCEE altera cronograma e relatórios do MCSD de Energia Existente 4%MPF no Rio debate inclusão de data centers em licenciamento ambiental sob novo decretoEPE detalha plano para estruturar futuro leilão de armazenamento hidráulico focado em UHRsRedata entra em vigor com gás natural ainda indefinido na regulamentação
Radar Energia
AnáliseMercado

Celesc detalha composição da tarifa e prepara terreno para revisão de 2026 com ANEEL

A Celesc, distribuidora de energia de Santa Catarina, detalhou publicamente a estrutura da conta de luz, revelando que apenas 17% do valor final da fatura permanecem com a empresa para cobrir custos operacionais e investimentos. A iniciativa ocorre em preparação para a Revisão Tarifária Periódica de 2026, processo da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) que definirá a receita da concessionária para os próximos anos.

16 de junho de 2026 às 08:34Fonte oficial: UpiaraRedação Radar Energia

A Celesc, concessionária de distribuição de energia elétrica em Santa Catarina, apresentou um panorama de suas operações e investimentos, esclarecendo a composição da tarifa de energia e o processo de Revisão Tarifária Periódica (RTP) de 2026. A empresa destacou que apenas 17% do valor total da conta de luz permanecem com a distribuidora, um percentual que se insere no debate sobre os custos do serviço.

O esclarecimento da Celesc precede a próxima Revisão Tarifária Periódica, um procedimento regulatório essencial que a ANEEL realiza a cada quatro ou cinco anos. Esse processo redefine a receita necessária para a distribuidora cobrir seus custos eficientes e remunerar os investimentos, sendo fundamental para a sustentabilidade financeira da concessionária e a modicidade tarifária em Santa Catarina.

A proporção de 17% mencionada pela Celesc corresponde à Parcela B da tarifa, destinada a remunerar os serviços de operação, manutenção e investimentos da distribuidora na rede. No Brasil, a Parcela B geralmente varia entre 20% e 25% do total da conta de luz. Os 17% da Celesc posicionam-se na extremidade inferior dessa média nacional, o que pode sinalizar tanto uma gestão eficiente quanto uma estrutura tarifária específica da concessão, considerando a densidade de carga e a extensão da rede em Santa Catarina.

A maior parte da tarifa, conforme dados médios do setor elétrico, é direcionada à compra de energia, representando cerca de 40% a 50% do valor final. Outros 20% a 30% são compostos por encargos setoriais e tributos, como PIS/Cofins, ICMS e a Contribuição para Iluminação Pública (CIP), repassados a outros elos da cadeia ou aos governos federal, estadual e municipal.

A ANEEL é a principal reguladora do setor, responsável por definir a metodologia e os parâmetros que impactam a tarifa final. A Celesc, como empresa regulada, apresenta seus custos e investimentos, buscando uma receita que remunere adequadamente sua concessão. Os consumidores finais são os diretamente afetados pela revisão, enquanto o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Ministério da Economia influenciam, respectivamente, as políticas setoriais e a carga tributária.

A regulação das tarifas de energia elétrica no Brasil é fundamentada pela Lei nº 9.427/1996, que criou a ANEEL e lhe conferiu a competência para estabelecer as metodologias de cálculo tarifário. A última Revisão Tarifária Periódica (RTP) da Celesc ocorreu em 2021, por meio da Resolução Homologatória nº 2.875, que ajustou suas tarifas e a base de ativos regulatórios (BAR), preparando o terreno para o próximo ciclo em 2026.

A Revisão Tarifária Periódica de 2026 impactará diretamente a capacidade de investimento da Celesc, pois definirá sua receita permitida para os próximos cinco anos. Uma remuneração adequada é crucial para garantir a qualidade do serviço e a expansão da rede, viabilizando projetos de modernização e atendendo à crescente demanda por energia em Santa Catarina. Para o consumidor, a revisão determinará o valor final da tarifa, influenciando o orçamento familiar e a competitividade da indústria catarinense.

Os próximos passos do processo envolverão a ANEEL, que iniciará a RTP de 2026 com a publicação de notas técnicas e a abertura de consultas públicas, geralmente com um ano de antecedência à data de vigência da nova tarifa. A Celesc deverá apresentar dados detalhados sobre seus custos operacionais, investimentos realizados e projeções de mercado. O processo culminará na homologação da nova tarifa pela agência reguladora no decorrer de 2026, após a análise de todas as contribuições e a aplicação da metodologia regulatória vigente.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.