Aneel libera operação comercial de 32,5 MW da UFV Sol de Brotas 1
A ANEEL autorizou a operação comercial de 32,5 MW da usina solar fotovoltaica Sol de Brotas 1, localizada na Bahia, a partir de 30 de julho de 2026. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, permite que o empreendimento comece a injetar energia no Sistema Interligado Nacional.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) liberou a operação comercial de 32,5 MW da usina solar fotovoltaica (UFV) Sol de Brotas 1, localizada em Brotas de Macaúbas, Bahia. A decisão, formalizada pelo Despacho Nº 2.832, de 29 de julho de 2026, e publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 31 de julho, permite que as unidades geradoras do empreendimento iniciem a injeção de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) a partir de 30 de julho.
O complexo, de titularidade da Sol de Brotas 1 S/A, é composto por 101 unidades geradoras (UG01 a UG101), cada uma com 321,78 kW de capacidade, totalizando 32.500 kW de capacidade liberada. Com o Código Único de Empreendimentos de Geração (CEG) UFV.RS.BA.047041-4.01, a usina passa a integrar a matriz elétrica brasileira, contribuindo para a oferta de energia renovável na região Nordeste.
A liberação para operação comercial é um procedimento padrão da ANEEL, conduzido pela Gerência de Fiscalização da Geração da Superintendência de Fiscalização Técnica dos Serviços de Energia Elétrica. Fundamentada no art. 3º da Portaria nº 6.836, de 21 de junho de 2023, a medida é um passo final no ciclo de implantação de projetos, sem regras de transição, e beneficia diretamente a Sol de Brotas 1 S/A, que agora pode monetizar sua produção, seja no Ambiente de Contratação Regulada (ACR) ou no Ambiente de Contratação Livre (ACL).
A entrada desses 32,5 MW de capacidade solar fotovoltaica adiciona oferta ao SIN e reforça a expansão da matriz elétrica com fontes renováveis. A medida se soma ao volume crescente de geração solar, que, em 2025, representou cerca de 15,5% do mix de geração do SIN, com tendência de crescimento, influenciando a composição da oferta a longo prazo. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e os agentes de mercado devem ajustar seus modelos de planejamento com a nova capacidade.
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