Conselho da Petrobras aprova William Nozaki como diretor interino de Transição Energética
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a eleição de William Vella Nozaki como diretor executivo interino de Transição Energética e Sustentabilidade (DTEN), com início de mandato em 1º de agosto de 2026. A nomeação, que substitui William França, sinaliza estabilidade e continuidade na agenda estratégica de descarbonização da companhia.
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, de forma unânime, a eleição de William Vella Nozaki como diretor executivo interino de Transição Energética e Sustentabilidade, com início de mandato em 1º de agosto de 2026. A decisão de governança corporativa foi comunicada ao mercado em 24 de julho de 2026 e registrada na U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) via Formulário 6-K.
Nozaki, que já atuava como gerente executivo de Gestão Integrada de Transição Energética desde agosto de 2024 e é membro do Conselho de Administração da Transpetro, assume a posição que era acumulada por William França, que também respondia pela diretoria de Processos Industriais e Produtos. A escolha de um profissional com experiência interna na área é vista como um fator que reduz riscos de transição na gestão e sinaliza estabilidade na condução dos projetos ligados à transformação energética da Petrobras.
A Diretoria de Transição Energética e Sustentabilidade mantém sob sua alçada o negócio de gás natural, o parque termelétrico da companhia e o desenvolvimento de novos negócios de baixo carbono. Isso inclui projetos de biocombustíveis avançados, como diesel R, Bunker 24% renovável e SAF, além de iniciativas em geração de energia renovável, hidrogênio e armazenamento por baterias. A área é crucial para o plano estratégico da Petrobras, que prevê investimentos de US$ 13 bilhões em projetos de baixo carbono nos próximos cinco anos.
Para o mercado e investidores, a nomeação é percebida como um sinal de previsibilidade e compromisso com a agenda de sustentabilidade da companhia, fator cada vez mais decisivo na atração de capital e na valoração de empresas do setor de óleo e gás. A continuidade da estratégia de transição energética da Petrobras pode influenciar a oferta futura de combustíveis de baixo carbono e a matriz energética do país no longo prazo.
Tags
Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar.
Receba o essencial do setor de energia
Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.
Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.