Carga SIN68.963 MW 7,33%PLD MédioR$ 123,91/MWh 29,24%PLD SE/COR$ 123,91/MWh 29,23%PLD SulR$ 123,9/MWh 29,24%PLD NER$ 123,9/MWh 29,24%PLD NorteR$ 123,91/MWh 29,23%EAR SIN70% 0,14%EAR SE/CO63,4% 0,00%EAR Sul83,7% 0,12%EAR NE84,9% 0,24%EAR Norte90,5% 0,11%ENA SIN125% MLT 6,72%ENA SE/CO90% MLT 0,00%ENA Sul255% MLT 0,00%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 1,45%Carga SIN68.963 MW 7,33%PLD MédioR$ 123,91/MWh 29,24%PLD SE/COR$ 123,91/MWh 29,23%PLD SulR$ 123,9/MWh 29,24%PLD NER$ 123,9/MWh 29,24%PLD NorteR$ 123,91/MWh 29,23%EAR SIN70% 0,14%EAR SE/CO63,4% 0,00%EAR Sul83,7% 0,12%EAR NE84,9% 0,24%EAR Norte90,5% 0,11%ENA SIN125% MLT 6,72%ENA SE/CO90% MLT 0,00%ENA Sul255% MLT 0,00%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 1,45%
Hidráulica34.984 MW(50%) 8,96%Térmica10.352 MW(15%) 17,78%Eólica12.705 MW(18%) 6,40%Solar9.614 MW(14%) 8,55%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%Hidráulica34.984 MW(50%) 8,96%Térmica10.352 MW(15%) 17,78%Eólica12.705 MW(18%) 6,40%Solar9.614 MW(14%) 8,55%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%Hidráulica34.984 MW(50%) 8,96%Térmica10.352 MW(15%) 17,78%Eólica12.705 MW(18%) 6,40%Solar9.614 MW(14%) 8,55%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%
PETR4R$ 41,21 4,05%PETR3R$ 46,48 4,56%PRIO3R$ 57,19 5,53%RECV3R$ 10,30 5,42%VBBR3R$ 34,80 2,25%UGPA3R$ 32,29 3,29%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,83 1,79%EGIE3R$ 29,59 1,86%CMIG4R$ 11,09 0,89%CPFE3R$ 44,70 3,29%EQTL3R$ 38,57 1,15%ENGI11R$ 49,19 1,62%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,19 1,76%ENEV3R$ 25,28 1,63%TAEE11R$ 40,18 2,99%ALUP11R$ 32,98 0,36%LIGT3R$ 3,23 1,89%PETR4R$ 41,21 4,05%PETR3R$ 46,48 4,56%PRIO3R$ 57,19 5,53%RECV3R$ 10,30 5,42%VBBR3R$ 34,80 2,25%UGPA3R$ 32,29 3,29%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,83 1,79%EGIE3R$ 29,59 1,86%CMIG4R$ 11,09 0,89%CPFE3R$ 44,70 3,29%EQTL3R$ 38,57 1,15%ENGI11R$ 49,19 1,62%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,19 1,76%ENEV3R$ 25,28 1,63%TAEE11R$ 40,18 2,99%ALUP11R$ 32,98 0,36%LIGT3R$ 3,23 1,89%
BrentUS$ 90,31 6,69%WTIUS$ 83,80 6,17%Gás NaturalUS$ 2,80 3,01%DólarR$ 5,10 0,01%BrentUS$ 90,31 6,69%WTIUS$ 83,80 6,17%Gás NaturalUS$ 2,80 3,01%DólarR$ 5,10 0,01%BrentUS$ 90,31 6,69%WTIUS$ 83,80 6,17%Gás NaturalUS$ 2,80 3,01%DólarR$ 5,10 0,01%
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Conselho da Petrobras aprova William Nozaki como diretor interino de Transição Energética

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a eleição de William Vella Nozaki como diretor executivo interino de Transição Energética e Sustentabilidade (DTEN), com início de mandato em 1º de agosto de 2026. A nomeação, que substitui William França, sinaliza estabilidade e continuidade na agenda estratégica de descarbonização da companhia.

27 de julho de 2026 às 08:49Fonte oficial: PetrobrasRedação Radar Energia

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, de forma unânime, a eleição de William Vella Nozaki como diretor executivo interino de Transição Energética e Sustentabilidade, com início de mandato em 1º de agosto de 2026. A decisão de governança corporativa foi comunicada ao mercado em 24 de julho de 2026 e registrada na U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) via Formulário 6-K.

Nozaki, que já atuava como gerente executivo de Gestão Integrada de Transição Energética desde agosto de 2024 e é membro do Conselho de Administração da Transpetro, assume a posição que era acumulada por William França, que também respondia pela diretoria de Processos Industriais e Produtos. A escolha de um profissional com experiência interna na área é vista como um fator que reduz riscos de transição na gestão e sinaliza estabilidade na condução dos projetos ligados à transformação energética da Petrobras.

A Diretoria de Transição Energética e Sustentabilidade mantém sob sua alçada o negócio de gás natural, o parque termelétrico da companhia e o desenvolvimento de novos negócios de baixo carbono. Isso inclui projetos de biocombustíveis avançados, como diesel R, Bunker 24% renovável e SAF, além de iniciativas em geração de energia renovável, hidrogênio e armazenamento por baterias. A área é crucial para o plano estratégico da Petrobras, que prevê investimentos de US$ 13 bilhões em projetos de baixo carbono nos próximos cinco anos.

Para o mercado e investidores, a nomeação é percebida como um sinal de previsibilidade e compromisso com a agenda de sustentabilidade da companhia, fator cada vez mais decisivo na atração de capital e na valoração de empresas do setor de óleo e gás. A continuidade da estratégia de transição energética da Petrobras pode influenciar a oferta futura de combustíveis de baixo carbono e a matriz energética do país no longo prazo.

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