Carga SIN84.939 MW 2,15%PLD MédioR$ 167,96/MWh 9,25%PLD SE/COR$ 168,93/MWh 9,49%PLD SulR$ 168,92/MWh 9,48%PLD NER$ 166,05/MWh 8,79%PLD NorteR$ 167,95/MWh 9,25%EAR SIN63,6% 0,47%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul82,5% 1,67%EAR NE75,2% 0,27%EAR Norte80,5% 0,49%ENA SIN154% MLT 6,67%ENA SE/CO94% MLT 1,08%ENA Sul316% MLT 5,67%ENA NE65% MLT 1,56%ENA Norte63% MLT 3,08%Carga SIN84.939 MW 2,15%PLD MédioR$ 167,96/MWh 9,25%PLD SE/COR$ 168,93/MWh 9,49%PLD SulR$ 168,92/MWh 9,48%PLD NER$ 166,05/MWh 8,79%PLD NorteR$ 167,95/MWh 9,25%EAR SIN63,6% 0,47%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul82,5% 1,67%EAR NE75,2% 0,27%EAR Norte80,5% 0,49%ENA SIN154% MLT 6,67%ENA SE/CO94% MLT 1,08%ENA Sul316% MLT 5,67%ENA NE65% MLT 1,56%ENA Norte63% MLT 3,08%
Hidráulica44.307 MW(52%) 4,85%Térmica9.362 MW(11%) 7,03%Eólica15.220 MW(18%) 15,95%Solar14.043 MW(17%) 6,18%Nuclear2.006 MW(2%) 0,80%Hidráulica44.307 MW(52%) 4,85%Térmica9.362 MW(11%) 7,03%Eólica15.220 MW(18%) 15,95%Solar14.043 MW(17%) 6,18%Nuclear2.006 MW(2%) 0,80%Hidráulica44.307 MW(52%) 4,85%Térmica9.362 MW(11%) 7,03%Eólica15.220 MW(18%) 15,95%Solar14.043 MW(17%) 6,18%Nuclear2.006 MW(2%) 0,80%
PETR4R$ 47,11 2,26%PETR3R$ 51,99 2,90%PRIO3R$ 60,25 6,46%RECV3R$ 11,23 2,69%VBBR3R$ 36,83 1,32%UGPA3R$ 37,26 1,44%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,83 1,06%EGIE3R$ 30,41 0,86%CMIG4R$ 11,24 2,46%CPFE3R$ 47,18 2,39%EQTL3R$ 39,39 2,63%ENGI11R$ 51,61 0,90%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,87 1,80%ENEV3R$ 27,69 0,95%TAEE11R$ 41,78 2,18%ALUP11R$ 33,74 0,99%LIGT3R$ 3,58 3,24%PETR4R$ 47,11 2,26%PETR3R$ 51,99 2,90%PRIO3R$ 60,25 6,46%RECV3R$ 11,23 2,69%VBBR3R$ 36,83 1,32%UGPA3R$ 37,26 1,44%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,83 1,06%EGIE3R$ 30,41 0,86%CMIG4R$ 11,24 2,46%CPFE3R$ 47,18 2,39%EQTL3R$ 39,39 2,63%ENGI11R$ 51,61 0,90%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,87 1,80%ENEV3R$ 27,69 0,95%TAEE11R$ 41,78 2,18%ALUP11R$ 33,74 0,99%LIGT3R$ 3,58 3,24%
BrentUS$ 95,53 0,01%WTIUS$ 90,69 0,67%Gás NaturalUS$ 2,95 1,41%DólarR$ 5,13 0,64%BrentUS$ 95,53 0,01%WTIUS$ 90,69 0,67%Gás NaturalUS$ 2,95 1,41%DólarR$ 5,13 0,64%BrentUS$ 95,53 0,01%WTIUS$ 90,69 0,67%Gás NaturalUS$ 2,95 1,41%DólarR$ 5,13 0,64%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

ANP aprova indicação de 24 blocos na Bacia Potiguar para futuros ciclos da Oferta Permanente

A Diretoria da ANP aprovou a indicação de 24 novos blocos exploratórios na porção terrestre da Bacia Potiguar para futuros ciclos da Oferta Permanente de Concessão (OPC). A decisão, que inclui um bloco com ocorrência de petróleo já confirmada, é uma etapa preliminar que visa expandir o portfólio de áreas no setor de óleo e gás.

4 de setembro de 2026 às 13:26Fonte oficial: ANPRedação Radar Energia

A Diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou, em 4 de setembro de 2026, a indicação de 24 novos blocos exploratórios na porção terrestre da Bacia Potiguar para futuros ciclos da Oferta Permanente de Concessão (OPC). Entre as áreas indicadas, o bloco POT-T-551, localizado na região de Tabuleiro do Norte (CE), já teve a ocorrência de petróleo confirmada pelo Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas da ANP (CPT/ANP).

A aprovação da ANP representa uma etapa preliminar no fluxograma da OPC, não significando a inclusão imediata desses blocos em um edital de oferta. Para que as áreas sejam efetivamente ofertadas, são necessárias análises ambientais detalhadas, a emissão de uma Manifestação Conjunta dos Ministérios de Minas e Energia (MME) e do Meio Ambiente e do Clima (MMA), a realização de audiência pública e o aval final do Tribunal de Contas da União (TCU). Os blocos só poderão ser disponibilizados após a conclusão do 6º Ciclo da OPC, prevista para 7 de outubro de 2026.

A inclusão desses 24 blocos, somando-se aos 41 já presentes no 6º ciclo da OPC para a Bacia Potiguar, tem o potencial de aumentar a atratividade e a competitividade do setor de exploração e produção (E&P) terrestre no Brasil. A expectativa do setor é que a ampliação do portfólio possa destravar investimentos de até R$ 7 bilhões no Rio Grande do Norte e gerar até 20 mil empregos no médio e longo prazo, fortalecendo a cadeia de suprimentos e a arrecadação de royalties na região.

Contudo, o processo de oferta efetiva desses blocos está sujeito a riscos regulatórios e ambientais significativos. Em agosto de 2026, a Justiça Federal suspendeu a oferta de 40 blocos exploratórios nas bacias Potiguar, Sergipe-Alagoas e Espírito Santo, atendendo a uma ação do Instituto X. Esse precedente ressalta a crescente tensão entre o desenvolvimento econômico via exploração de petróleo e as preocupações ambientais, indicando que futuras etapas de oferta podem enfrentar contestações semelhantes, especialmente em bacias consideradas sensíveis.

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