Carga SIN82.411 MW 2,14%PLD MédioR$ 182,65/MWh 9,25%PLD SE/COR$ 179,9/MWh 10,44%PLD SulR$ 201,81/MWh 0,35%PLD NER$ 172,46/MWh 14,13%PLD NorteR$ 176,43/MWh 12,16%EAR SIN71,1% 0,14%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,2% 0,35%EAR NE90,7% 0,33%EAR Norte95,8% 0,10%ENA SE/CO87% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte67% MLTCarga SIN82.411 MW 2,14%PLD MédioR$ 182,65/MWh 9,25%PLD SE/COR$ 179,9/MWh 10,44%PLD SulR$ 201,81/MWh 0,35%PLD NER$ 172,46/MWh 14,13%PLD NorteR$ 176,43/MWh 12,16%EAR SIN71,1% 0,14%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,2% 0,35%EAR NE90,7% 0,33%EAR Norte95,8% 0,10%ENA SE/CO87% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte67% MLT
Hidráulica46.291 MW(56%) 1,71%Térmica10.405 MW(12%) 3,58%Eólica14.078 MW(17%) 10,78%Solar10.634 MW(13%) 2,22%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.291 MW(56%) 1,71%Térmica10.405 MW(12%) 3,58%Eólica14.078 MW(17%) 10,78%Solar10.634 MW(13%) 2,22%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.291 MW(56%) 1,71%Térmica10.405 MW(12%) 3,58%Eólica14.078 MW(17%) 10,78%Solar10.634 MW(13%) 2,22%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 39,00 1,11%PETR3R$ 43,26 0,44%PRIO3R$ 57,13 0,69%RECV3R$ 10,22 3,13%VBBR3R$ 28,61 1,02%UGPA3R$ 24,67 1,98%RAIZ4R$ 0,42 0,00%CSAN3R$ 3,43 1,15%EGIE3R$ 34,13 2,03%CMIG4R$ 10,81 1,60%CPFE3R$ 44,16 1,68%EQTL3R$ 36,89 0,54%ENGI11R$ 45,61 0,20%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,30 1,07%ENEV3R$ 24,19 0,46%TAEE11R$ 39,54 1,70%ALUP11R$ 31,53 0,29%LIGT3R$ 2,77 11,69%PETR4R$ 39,00 1,11%PETR3R$ 43,26 0,44%PRIO3R$ 57,13 0,69%RECV3R$ 10,22 3,13%VBBR3R$ 28,61 1,02%UGPA3R$ 24,67 1,98%RAIZ4R$ 0,42 0,00%CSAN3R$ 3,43 1,15%EGIE3R$ 34,13 2,03%CMIG4R$ 10,81 1,60%CPFE3R$ 44,16 1,68%EQTL3R$ 36,89 0,54%ENGI11R$ 45,61 0,20%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,30 1,07%ENEV3R$ 24,19 0,46%TAEE11R$ 39,54 1,70%ALUP11R$ 31,53 0,29%LIGT3R$ 2,77 11,69%
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Radar Energia
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Copel inicia obras de R$ 5 bilhões para ampliar hidrelétricas de Segredo e Foz do Areia

A Copel deu início às obras de ampliação das usinas hidrelétricas de Segredo e Foz do Areia, no Paraná, um investimento de R$ 5 bilhões que visa reforçar a segurança e a oferta de energia no sistema elétrico nacional. Os projetos foram viabilizados após a companhia vencer o Leilão de Reserva de Capacidade de 2022, marcando um passo estratégico na modernização de seus ativos de geração.

19 de junho de 2026 às 08:47Fonte oficial: CopelRedação Radar Energia

A Copel, agora uma corporação de capital disperso, iniciou um investimento de R$ 5 bilhões na ampliação de suas usinas hidrelétricas de Segredo e Foz do Areia, no Paraná. A iniciativa, anunciada pela companhia, visa fortalecer a segurança do sistema elétrico brasileiro e elevar a capacidade de oferta de energia, em um cenário de demanda crescente e desafios hídricos.

A decisão de investir nesses projetos foi consolidada após a vitória da Copel no Leilão de Reserva de Capacidade de 2022. Esse certame, criado para assegurar o suprimento elétrico em períodos de hidrologia desfavorável, viabilizou economicamente a modernização e expansão de ativos existentes, otimizando o uso do recurso hídrico e da infraestrutura já instalada.

As usinas de Foz do Areia e Segredo são componentes cruciais do complexo hidrelétrico do Rio Iguaçu. Atualmente, Foz do Areia opera com uma capacidade instalada de 1.676 MW, enquanto Segredo contribui com 1.260 MW. O investimento de R$ 5 bilhões, que representa cerca de 10% do valor de mercado da Copel, visa adicionar nova potência e aumentar a flexibilidade operacional dessas unidades, elementos vitais para a estabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN), especialmente na região Sul.

A ampliação dessas hidrelétricas se insere em um contexto mais amplo de renovação e modernização do parque gerador brasileiro. A Lei 14.182/2021, que impulsionou a desestatização da Eletrobras, também estabeleceu mecanismos para incentivar a repotenciação e a ampliação de concessões existentes, buscando otimizar a geração e a segurança energética sem a necessidade de construir novas grandes usinas em locais virgens.

No cenário regulatório, o Ministério de Minas e Energia (MME) define as diretrizes da política energética, enquanto a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) atua na regulação e fiscalização dos projetos e concessões. A Copel, como executora e operadora, assume a responsabilidade pela entrega das obras, e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) será o principal beneficiário da maior segurança e flexibilidade que as usinas modernizadas trarão à rede.

A conclusão das obras trará impactos multifacetados. A ampliação deve proporcionar um aumento da capacidade de geração firme e da flexibilidade operativa, fundamental para a segurança energética nacional, particularmente em períodos de escassez hídrica. Essa maior disponibilidade de energia hidrelétrica, uma fonte limpa, pode reduzir a dependência e o acionamento de termelétricas mais caras, com potencial de impactar positivamente as tarifas de energia no longo prazo, ao mitigar os custos de despacho.

A modernização e a expansão de usinas hidrelétricas existentes representam uma tendência global e um caminho estratégico para o Brasil, com exemplos recentes de repotenciação em outras grandes usinas como Ilha Solteira e Jupiá. O modelo do Leilão de Reserva de Capacidade, embora relativamente novo no país, alinha-se a mercados de capacidade observados em economias como os Estados Unidos e na Europa, que remuneram a disponibilidade de potência para garantir a segurança do sistema, independentemente da energia efetivamente gerada.

As obras, iniciadas em 2024, têm um cronograma de execução que se estenderá por alguns anos. A expectativa é que as novas capacidades entrem em operação comercial de forma gradual, conforme as etapas de engenharia e instalação forem concluídas. A ANEEL e o ONS deverão monitorar de perto o progresso dos projetos, assegurando o cumprimento dos prazos e a integração eficiente da nova capacidade ao Sistema Interligado Nacional.

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Matéria produzida pela redação do Radar Energia com base em informações de Copel. Consulte o material original para validação técnica e jurídica.

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