Carga SIN88.663 MW▼ 0,19%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,1%▼ 0,34%EAR SE/CO54,4%• 0,00%EAR Sul79,5%▼ 0,63%EAR NE62,7%▼ 0,16%EAR Norte64,2%▼ 0,77%ENA SIN153% MLT▲ 2,00%ENA SE/CO148% MLT▲ 0,68%ENA Sul220% MLT▼ 1,35%ENA NE62% MLT▼ 1,59%ENA Norte44% MLT▲ 2,33%Carga SIN88.663 MW▼ 0,19%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,1%▼ 0,34%EAR SE/CO54,4%• 0,00%EAR Sul79,5%▼ 0,63%EAR NE62,7%▼ 0,16%EAR Norte64,2%▼ 0,77%ENA SIN153% MLT▲ 2,00%ENA SE/CO148% MLT▲ 0,68%ENA Sul220% MLT▼ 1,35%ENA NE62% MLT▼ 1,59%ENA Norte44% MLT▲ 2,33%
Hidráulica45.783 MW(52%)▲ 4,22%Térmica10.074 MW(11%)▲ 5,13%Eólica15.750 MW(18%)▼ 15,35%Solar15.706 MW(18%)▲ 3,14%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,59%Hidráulica45.783 MW(52%)▲ 4,22%Térmica10.074 MW(11%)▲ 5,13%Eólica15.750 MW(18%)▼ 15,35%Solar15.706 MW(18%)▲ 3,14%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,59%Hidráulica45.783 MW(52%)▲ 4,22%Térmica10.074 MW(11%)▲ 5,13%Eólica15.750 MW(18%)▼ 15,35%Solar15.706 MW(18%)▲ 3,14%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,59%
PETR4R$ 58,68▲ 1,61%PETR3R$ 65,24▲ 0,76%PRIO3R$ 73,80▲ 3,49%RECV3R$ 12,80▲ 3,23%VBBR3R$ 35,82▼ 2,74%UGPA3R$ 38,55▼ 3,70%RAIZ4R$ 0,43▲ 2,38%CSAN3R$ 5,20▲ 2,16%EGIE3R$ 30,79▼ 1,00%CMIG4R$ 11,67▼ 0,26%CPFE3R$ 49,79▲ 0,57%EQTL3R$ 48,88▲ 0,51%ENGI11R$ 66,47▲ 0,71%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,24▲ 0,07%ENEV3R$ 31,48▼ 2,14%TAEE11R$ 44,75▼ 1,08%ALUP11R$ 38,68• 0,03%LIGT3R$ 3,67▼ 0,27%PETR4R$ 58,68▲ 1,61%PETR3R$ 65,24▲ 0,76%PRIO3R$ 73,80▲ 3,49%RECV3R$ 12,80▲ 3,23%VBBR3R$ 35,82▼ 2,74%UGPA3R$ 38,55▼ 3,70%RAIZ4R$ 0,43▲ 2,38%CSAN3R$ 5,20▲ 2,16%EGIE3R$ 30,79▼ 1,00%CMIG4R$ 11,67▼ 0,26%CPFE3R$ 49,79▲ 0,57%EQTL3R$ 48,88▲ 0,51%ENGI11R$ 66,47▲ 0,71%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,24▲ 0,07%ENEV3R$ 31,48▼ 2,14%TAEE11R$ 44,75▼ 1,08%ALUP11R$ 38,68• 0,03%LIGT3R$ 3,67▼ 0,27%
BrentUS$ 111,70▼ 1,30%WTIUS$ 103,27▲ 3,82%Gás NaturalUS$ 3,05▲ 9,08%DólarR$ 5,00▼ 0,48%BrentUS$ 111,70▼ 1,30%WTIUS$ 103,27▲ 3,82%Gás NaturalUS$ 3,05▲ 9,08%DólarR$ 5,00▼ 0,48%BrentUS$ 111,70▼ 1,30%WTIUS$ 103,27▲ 3,82%Gás NaturalUS$ 3,05▲ 9,08%DólarR$ 5,00▼ 0,48%
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Radar Energia
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MME lança programa de testes para misturas de biocombustíveis e define meta de OGR

O Ministério de Minas e Energia (MME) iniciou um programa de testes para avaliar a viabilidade técnica de misturas mais elevadas de biodiesel e etanol anidro, um desdobramento da Lei do Combustível do Futuro. A iniciativa também estabelece uma proporção mínima de óleos e gorduras residuais (OGR) para a produção de biocombustíveis e fixa uma meta de redução de emissões de GEE para o gás natural.

24 de julho de 2026 às 18:35Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O Ministério de Minas e Energia (MME) lançou um programa de testes com biocombustíveis, com o objetivo de produzir evidências técnicas que subsidiarão futuras decisões sobre a elevação das misturas de biodiesel e etanol no país. A iniciativa, um desdobramento direto da Lei do Combustível do Futuro (Lei nº 14.993/2024), também estabelece uma proporção mínima de 1% de óleos e gorduras residuais (OGR) nas matérias-primas para biodiesel, Combustível Sustentável de Aviação (SAF) e diesel verde, e fixa uma meta de redução de emissões de GEE no mercado de gás natural para 2026.

A fase operacional do Programa Nacional de Testes de Biodiesel teve início em meados de julho de 2026, conforme a Portaria Normativa MME nº 133/2026, publicada em 19 de maio. Os testes avaliarão a viabilidade técnica de misturas de biodiesel no diesel acima de B15, incluindo B16, B20 e B25, e de etanol anidro na gasolina acima de 32% (E32), podendo chegar a 35%. A exigência de 1% de OGR será voluntária em 2026 e 2027, tornando-se obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2028, conforme a Portaria Interministerial MME/MMA nº 3/2026.

O programa de testes representa um investimento de aproximadamente R$ 30 milhões ao longo de três anos e conta com uma rede de 12 laboratórios mecânicos e seis físico-químicos, universidades e a ANP, sob coordenação do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) nos ensaios mecânicos. O objetivo é mitigar os riscos jurídicos, regulatórios e operacionais apontados pela área técnica do MME, fornecendo uma base técnica sólida para futuras decisões de política energética e para a expansão dos mandatos de mistura, conforme previsto na Lei do Combustível do Futuro.

No segmento de gás natural, a meta de redução de emissões de GEE para 2026 foi fixada em 0,5%, a ser comprovada via Certificados de Garantia de Origem do Biometano (CGOB) por produtores e importadores. Embora abaixo do piso de 1% previsto na Lei do Combustível do Futuro, a meta representa um desafio para o setor, que já expressou preocupação com o aumento de custos, dadas as atuais condições de oferta e demanda de biometano. A potencial elevação das misturas de biocombustíveis, se os testes forem favoráveis, impulsionará a demanda e a geração de CBios, contribuindo para a meta de 48,09 milhões de CBios para 2026.

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