Carga SIN82.874 MW 1,27%PLD MédioR$ 182,2/MWh 7,15%PLD SE/COR$ 182,21/MWh 7,15%PLD SulR$ 182,2/MWh 7,15%PLD NER$ 182,2/MWh 7,15%PLD NorteR$ 182,21/MWh 7,15%EAR SIN70,3% 0,14%EAR SE/CO63,4% 0,16%EAR Sul85,2% 0,35%EAR NE85,6% 0,23%EAR Norte91% 0,22%ENA SIN154% MLT 2,67%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul246% MLT 5,13%ENA NE63% MLT 1,56%ENA Norte69% MLT 1,43%Carga SIN82.874 MW 1,27%PLD MédioR$ 182,2/MWh 7,15%PLD SE/COR$ 182,21/MWh 7,15%PLD SulR$ 182,2/MWh 7,15%PLD NER$ 182,2/MWh 7,15%PLD NorteR$ 182,21/MWh 7,15%EAR SIN70,3% 0,14%EAR SE/CO63,4% 0,16%EAR Sul85,2% 0,35%EAR NE85,6% 0,23%EAR Norte91% 0,22%ENA SIN154% MLT 2,67%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul246% MLT 5,13%ENA NE63% MLT 1,56%ENA Norte69% MLT 1,43%
Hidráulica43.908 MW(53%) 5,80%Térmica11.198 MW(13%) 19,87%Eólica14.388 MW(17%) 6,90%Solar12.067 MW(14%) 4,14%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.908 MW(53%) 5,80%Térmica11.198 MW(13%) 19,87%Eólica14.388 MW(17%) 6,90%Solar12.067 MW(14%) 4,14%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.908 MW(53%) 5,80%Térmica11.198 MW(13%) 19,87%Eólica14.388 MW(17%) 6,90%Solar12.067 MW(14%) 4,14%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 42,21 0,87%PETR3R$ 47,55 0,73%PRIO3R$ 58,82 1,59%RECV3R$ 10,59 1,94%VBBR3R$ 35,10 0,34%UGPA3R$ 32,71 0,37%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,80 3,06%EGIE3R$ 29,39 3,00%CMIG4R$ 10,98 2,05%CPFE3R$ 45,09 3,47%EQTL3R$ 38,34 2,57%ENGI11R$ 49,00 2,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,19 3,12%ENEV3R$ 24,90 4,12%TAEE11R$ 40,30 3,10%ALUP11R$ 32,83 2,61%LIGT3R$ 3,17 4,62%PETR4R$ 42,21 0,87%PETR3R$ 47,55 0,73%PRIO3R$ 58,82 1,59%RECV3R$ 10,59 1,94%VBBR3R$ 35,10 0,34%UGPA3R$ 32,71 0,37%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,80 3,06%EGIE3R$ 29,39 3,00%CMIG4R$ 10,98 2,05%CPFE3R$ 45,09 3,47%EQTL3R$ 38,34 2,57%ENGI11R$ 49,00 2,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,19 3,12%ENEV3R$ 24,90 4,12%TAEE11R$ 40,30 3,10%ALUP11R$ 32,83 2,61%LIGT3R$ 3,17 4,62%
BrentUS$ 98,38 2,29%WTIUS$ 90,47 1,87%Gás NaturalUS$ 2,91 0,27%DólarR$ 5,09 0,48%BrentUS$ 98,38 2,29%WTIUS$ 90,47 1,87%Gás NaturalUS$ 2,91 0,27%DólarR$ 5,09 0,48%BrentUS$ 98,38 2,29%WTIUS$ 90,47 1,87%Gás NaturalUS$ 2,91 0,27%DólarR$ 5,09 0,48%
SGB alerta para elevação do Rio Uruguai; ONS projeta ENA Sul a 256% da MLTAXIA Energia conclui segunda etapa de investimento em Usina Hidrelétrica de TucuruíLightsource bp e Meta assinam novo PPA solar de 150 MWac nos EUACPFL e TIM anunciam rede privativa 4G de R$ 60 milhões para digitalização da distribuiçãoANP abre consulta para alinhar combustíveis aquaviários a padrão ISO e Lei do Combustível do FuturoONS promove semana regulatória para debater acesso à transmissão e curtailmentANP abre consulta pública para uso de biocombustíveis em embarcaçõesANP aprova relatório que recomenda extinção da formulação de gasolina e dieselPetroReconcavo inicia período de silêncio para resultados do 2T26Resolução da ANP sobre acesso a terminais de GNL intensifica embate no setor e pode ir à JustiçaBrent supera US$ 100 após ataque a petroleiros sauditas no Mar VermelhoISA Energia precifica follow-on em R$ 27 e capta R$ 1,2 bi para transmissãoSGB alerta para elevação do Rio Uruguai; ONS projeta ENA Sul a 256% da MLTAXIA Energia conclui segunda etapa de investimento em Usina Hidrelétrica de TucuruíLightsource bp e Meta assinam novo PPA solar de 150 MWac nos EUACPFL e TIM anunciam rede privativa 4G de R$ 60 milhões para digitalização da distribuiçãoANP abre consulta para alinhar combustíveis aquaviários a padrão ISO e Lei do Combustível do FuturoONS promove semana regulatória para debater acesso à transmissão e curtailmentANP abre consulta pública para uso de biocombustíveis em embarcaçõesANP aprova relatório que recomenda extinção da formulação de gasolina e dieselPetroReconcavo inicia período de silêncio para resultados do 2T26Resolução da ANP sobre acesso a terminais de GNL intensifica embate no setor e pode ir à JustiçaBrent supera US$ 100 após ataque a petroleiros sauditas no Mar VermelhoISA Energia precifica follow-on em R$ 27 e capta R$ 1,2 bi para transmissão
Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

ANP abre consulta para alinhar combustíveis aquaviários a padrão ISO e Lei do Combustível do Futuro

A ANP aprovou hoje a abertura de consulta e audiência públicas para revisar as especificações de combustíveis aquaviários. A proposta visa alinhar as normas brasileiras à 7ª edição da ISO 8217 e à Lei do Combustível do Futuro, com foco na inclusão de biocombustíveis como o B100 e combustíveis 'drop-in'.

24 de julho de 2026 às 16:41Fonte oficial: ANPRedação Radar Energia

A Diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou em 24 de julho de 2026 a abertura de consulta e audiência públicas para coletar contribuições sobre a revisão da Resolução ANP nº 903, de 2022, que especifica os combustíveis aquaviários no Brasil. A iniciativa busca alinhar a regulamentação nacional à 7ª edição da norma internacional ISO 8217, publicada em 2024, e às diretrizes da Lei nº 14.993/2024, conhecida como Lei do Combustível do Futuro.

A minuta da nova resolução propõe a reestruturação das tabelas de especificação, a incorporação seletiva de novos limites e métodos de ensaio, e a inclusão de classes para biocombustíveis. Entre as principais mudanças, destaca-se o reconhecimento do biodiesel B100 para uso aquaviário regular, com adição voluntária, e o tratamento de diesel verde (HVO) e combustíveis sintéticos como "drop-in", facilitando sua adoção sem adaptação de motores. Para outros combustíveis alternativos, como etanol, metanol, amônia e hidrogênio, a agência prevê autorização prévia em caráter experimental, enquanto o Gás Natural Liquefeito (GNL) demandará autorização sem a condição experimental.

O processo regulatório, que integra a Ação Regulatória 4.2 da Agenda Regulatória 2025-2026 da ANP, incluirá uma consulta pública de 45 dias, seguida de audiência pública. Armadores e distribuidoras de combustíveis aquaviários precisarão se adaptar aos novos parâmetros técnicos e especificações de controle de qualidade. A aprovação e publicação da regulamentação revisada estão previstas para dezembro de 2026, conforme o cronograma da agência.

A harmonização com a ISO 8217 e a Lei do Combustível do Futuro visa criar um ambiente regulatório mais previsível e seguro para o mercado de abastecimento de embarcações (bunkering) no Brasil. O reconhecimento de combustíveis de baixo carbono pode impulsionar a demanda por esses produtos, contribuindo para as metas de descarbonização do transporte marítimo estabelecidas pela Organização Marítima Internacional (IMO) e elevando a competitividade do setor aquaviário nacional.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.