Carga SIN67.257 MW 15,92%PLD MédioR$ 209,4/MWh 22,34%PLD SE/COR$ 203,92/MWh 19,13%PLD SulR$ 225,85/MWh 31,94%PLD NER$ 203,91/MWh 19,13%PLD NorteR$ 203,92/MWh 19,13%EAR SIN70,9% 0,14%EAR SE/CO65,6% 0,15%EAR Sul55,8% 0,53%EAR NE90,4% 0,22%EAR Norte95,3% 0,42%ENA SE/CO89% MLT 1,14%ENA Sul58% MLT 0,00%ENA NE60% MLT 1,64%ENA Norte65% MLT 1,52%Carga SIN67.257 MW 15,92%PLD MédioR$ 209,4/MWh 22,34%PLD SE/COR$ 203,92/MWh 19,13%PLD SulR$ 225,85/MWh 31,94%PLD NER$ 203,91/MWh 19,13%PLD NorteR$ 203,92/MWh 19,13%EAR SIN70,9% 0,14%EAR SE/CO65,6% 0,15%EAR Sul55,8% 0,53%EAR NE90,4% 0,22%EAR Norte95,3% 0,42%ENA SE/CO89% MLT 1,14%ENA Sul58% MLT 0,00%ENA NE60% MLT 1,64%ENA Norte65% MLT 1,52%
Hidráulica38.979 MW(57%) 10,70%Térmica7.340 MW(11%) 28,54%Eólica10.274 MW(15%) 34,56%Solar10.184 MW(15%) 6,58%Nuclear2.009 MW(3%) 0,95%Hidráulica38.979 MW(57%) 10,70%Térmica7.340 MW(11%) 28,54%Eólica10.274 MW(15%) 34,56%Solar10.184 MW(15%) 6,58%Nuclear2.009 MW(3%) 0,95%Hidráulica38.979 MW(57%) 10,70%Térmica7.340 MW(11%) 28,54%Eólica10.274 MW(15%) 34,56%Solar10.184 MW(15%) 6,58%Nuclear2.009 MW(3%) 0,95%
PETR4R$ 38,91 0,15%PETR3R$ 43,32 0,44%PRIO3R$ 56,66 0,54%RECV3R$ 10,10 1,00%VBBR3R$ 29,31 2,52%UGPA3R$ 25,20 1,49%RAIZ4R$ 0,42 5,00%CSAN3R$ 3,54 4,12%EGIE3R$ 34,62 2,18%CMIG4R$ 10,83 1,03%CPFE3R$ 44,24 0,52%EQTL3R$ 37,49 1,71%ENGI11R$ 46,04 1,21%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,38 1,52%ENEV3R$ 24,59 2,03%TAEE11R$ 39,62 0,43%ALUP11R$ 31,32 0,54%LIGT3R$ 2,76 1,10%PETR4R$ 38,91 0,15%PETR3R$ 43,32 0,44%PRIO3R$ 56,66 0,54%RECV3R$ 10,10 1,00%VBBR3R$ 29,31 2,52%UGPA3R$ 25,20 1,49%RAIZ4R$ 0,42 5,00%CSAN3R$ 3,54 4,12%EGIE3R$ 34,62 2,18%CMIG4R$ 10,83 1,03%CPFE3R$ 44,24 0,52%EQTL3R$ 37,49 1,71%ENGI11R$ 46,04 1,21%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,38 1,52%ENEV3R$ 24,59 2,03%TAEE11R$ 39,62 0,43%ALUP11R$ 31,32 0,54%LIGT3R$ 2,76 1,10%
BrentUS$ 78,08 2,22%WTIUS$ 74,02 2,41%Gás NaturalUS$ 3,29 1,89%DólarR$ 5,13 1,02%BrentUS$ 78,08 2,22%WTIUS$ 74,02 2,41%Gás NaturalUS$ 3,29 1,89%DólarR$ 5,13 1,02%BrentUS$ 78,08 2,22%WTIUS$ 74,02 2,41%Gás NaturalUS$ 3,29 1,89%DólarR$ 5,13 1,02%
Governo federal lança edital de concessão florestal na Flona de Balata-TufariBandeira amarela permanece em junho e encarece conta de luz em R$ 2,989/100 kWhGoverno articula inclusão de ferrovias no Fundo Clima para descarbonizar transporteEtanol tem vantagem econômica sobre gasolina em regiões do país, diz ANPRumo planeja investimento bilionário em nova ferrovia para escoar agronegócioDemanda de data centers por IA sobrecarrega rede elétrica dos EUA e pressiona custos de nuvem no BrasilONS determina corte inédito de geração em usinas de biomassa de cana-de-açúcarExplosão em complexo de gás do Catar deixa 54 feridos e 18 desaparecidos, ameaçando oferta global de GNLPetrobras aprova investimento final para biorrefino na RPBCBrasil emerge como parceiro estratégico em terras raras para transição energéticaCusto de baterias para armazenamento de energia supera gás em 2025El Niño ameaça reservatórios e projeta aumento da tarifa de energia em 2027Governo federal lança edital de concessão florestal na Flona de Balata-TufariBandeira amarela permanece em junho e encarece conta de luz em R$ 2,989/100 kWhGoverno articula inclusão de ferrovias no Fundo Clima para descarbonizar transporteEtanol tem vantagem econômica sobre gasolina em regiões do país, diz ANPRumo planeja investimento bilionário em nova ferrovia para escoar agronegócioDemanda de data centers por IA sobrecarrega rede elétrica dos EUA e pressiona custos de nuvem no BrasilONS determina corte inédito de geração em usinas de biomassa de cana-de-açúcarExplosão em complexo de gás do Catar deixa 54 feridos e 18 desaparecidos, ameaçando oferta global de GNLPetrobras aprova investimento final para biorrefino na RPBCBrasil emerge como parceiro estratégico em terras raras para transição energéticaCusto de baterias para armazenamento de energia supera gás em 2025El Niño ameaça reservatórios e projeta aumento da tarifa de energia em 2027
Radar Energia
AnáliseTecnologia & Eficiência

Custo de baterias para armazenamento de energia supera gás em 2025

O armazenamento de energia em baterias deve se tornar mais competitivo que as usinas termelétricas a gás natural para serviços de flexibilidade e atendimento de pico a partir de 2025, conforme projeções de analistas do setor. A virada representa um marco significativo na transição energética, com impactos diretos na matriz elétrica global e brasileira, redefinindo estratégias de investimento e operação de sistemas.

22 de junho de 2026 às 08:32Fonte oficial: ExpertxpRedação Radar Energia

O armazenamento de energia em baterias está prestes a superar as usinas termelétricas a gás natural em competitividade para serviços de flexibilidade e atendimento de pico, com a virada projetada para ocorrer a partir de 2025, segundo analistas do setor. Essa mudança representa um marco significativo na transição energética, com impactos diretos na matriz elétrica global e brasileira, redefinindo estratégias de investimento e operação de sistemas.

Essa projeção é impulsionada pela queda acentuada nos custos das baterias de íon-lítio na última década, o que posiciona a tecnologia como uma alternativa economicamente viável e mais limpa para estabilizar redes com crescente participação de fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica.

A rápida redução de mais de 90% no custo das baterias de íon-lítio na última década transformou a percepção sobre o armazenamento de energia. Tradicionalmente, as termelétricas a gás eram a principal fonte de flexibilidade e geração de pico para o sistema elétrico, compensando a intermitência das fontes renováveis. Contudo, a crescente demanda por flexibilidade, impulsionada pela expansão da energia solar e eólica, acelerou a busca por alternativas mais eficientes e limpas.

Analistas de mercado, como BloombergNEF e Lazard, indicam que o Custo Nivelado de Armazenamento (LCOS) para baterias de grande escala tem diminuído drasticamente. A paridade com o gás para serviços de flexibilidade pode ser alcançada por volta de 2025. Globalmente, a capacidade instalada de armazenamento em baterias cresce exponencialmente, com previsões de atingir centenas de gigawatts-hora (GWh) nos próximos anos, impulsionando a descarbonização e a resiliência da rede elétrica.

No Brasil, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) é o ator regulatório central, responsável por estabelecer as regras para a inserção e operação de sistemas de armazenamento. A Resolução Normativa nº 1.066, de dezembro de 2023, representa um marco recente, definindo os sistemas de armazenamento de energia elétrica e estabelecendo diretrizes para sua inserção no setor, o que confere segurança jurídica e clareza aos investidores.

Essa regulamentação permite a participação de sistemas de armazenamento em leilões e na prestação de serviços ancilares, antes predominantemente fornecidos por termelétricas. Grandes players como Eletrobras, Engie e ISA CTEEP já se posicionam como potenciais investidores e operadores de projetos de armazenamento de grande escala. Paralelamente, empresas como CATL, LG Energy Solution, Samsung SDI, BYD e Tesla impulsionam a inovação e a redução de custos globalmente.

A competitividade das baterias em relação ao gás deve acelerar a transição energética, reduzindo a necessidade de novas termelétricas a gás para atendimento de pico e serviços ancilares. Essa mudança pode levar a uma menor volatilidade nos preços da energia, especialmente em momentos de alta demanda, e a uma maior integração de fontes renováveis intermitentes na matriz elétrica brasileira.

Experiências internacionais, como a Hornsdale Power Reserve na Austrália e diversos projetos na Califórnia (EUA), já demonstraram a viabilidade econômica e operacional de grandes baterias para substituir usinas a gás de pico. Nesses locais, as baterias provaram ser mais rápidas na resposta, mais limpas e, em muitos casos, mais baratas para fornecer serviços de estabilização da rede e atendimento de picos de demanda.

Essa mudança de paradigma pode levar a uma reavaliação dos investimentos em infraestrutura de gás em favor de soluções de armazenamento, impactando a cadeia de valor do setor. A ANEEL, inclusive, já sinalizou a possibilidade de incluir projetos de armazenamento em futuros leilões de energia, o que pode impulsionar significativamente o desenvolvimento do setor no Brasil.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.