Carga SIN81.580 MW 2,95%PLD MédioR$ 201,27/MWh 2,85%PLD SE/COR$ 200,86/MWh 3,05%PLD SulR$ 202,51/MWh 2,25%PLD NER$ 200,85/MWh 3,05%PLD NorteR$ 200,86/MWh 3,05%EAR SIN71,3% 0,00%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,8% 0,53%EAR NE91,2% 0,22%EAR Norte96,5% 0,10%ENA SE/CO85% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte69% MLTCarga SIN81.580 MW 2,95%PLD MédioR$ 201,27/MWh 2,85%PLD SE/COR$ 200,86/MWh 3,05%PLD SulR$ 202,51/MWh 2,25%PLD NER$ 200,85/MWh 3,05%PLD NorteR$ 200,86/MWh 3,05%EAR SIN71,3% 0,00%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,8% 0,53%EAR NE91,2% 0,22%EAR Norte96,5% 0,10%ENA SE/CO85% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte69% MLT
Hidráulica46.032 MW(56%) 1,62%Térmica10.970 MW(13%) 6,09%Eólica13.758 MW(17%) 6,12%Solar9.983 MW(12%) 0,47%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.032 MW(56%) 1,62%Térmica10.970 MW(13%) 6,09%Eólica13.758 MW(17%) 6,12%Solar9.983 MW(12%) 0,47%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.032 MW(56%) 1,62%Térmica10.970 MW(13%) 6,09%Eólica13.758 MW(17%) 6,12%Solar9.983 MW(12%) 0,47%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
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Engie Brasil Energia Adquire 40% da UHE Jirau por R$ 5,74 Bilhões

A Engie Brasil Energia (EGIE3) formalizou a aquisição de 40% da Usina Hidrelétrica (UHE) Jirau, comprando a participação de sua controladora, a Engie Brasil Participações. A transação, avaliada em R$ 5,74 bilhões, será financiada por um aumento de capital na subsidiária, consolidando a presença do grupo em um dos maiores ativos de geração do país.

17 de junho de 2026 às 18:19Fonte oficial: Money TimesRedação Radar Energia

A Engie Brasil Energia (EGIE3) anunciou a aquisição de 40% da Usina Hidrelétrica (UHE) Jirau, um dos maiores complexos de geração do país. A transação, avaliada em R$ 5,74 bilhões, consolida a posição da companhia no ativo e será integralmente financiada por um aumento de capital na subsidiária listada, conforme comunicado ao mercado.

A participação está sendo adquirida da Engie Brasil Participações, holding controladora do grupo Engie no Brasil. Essa operação simplifica a estrutura societária e alinha os interesses da controladora com a subsidiária, que já possuía uma presença indireta na usina por meio da holding.

Com 3.750 MW de capacidade instalada, a UHE Jirau é a quarta maior do Brasil e um ativo estratégico para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Sua operação comercial teve início em 2013, integrando os grandes projetos de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na época, a Engie (então GDF Suez) participava do consórcio original, ao lado de Eletrobras Chesf e Camargo Corrêa.

Além da Engie Brasil Energia, a UHE Jirau tem como sócios a Eletrobras Chesf e a Mitsui. A concretização da aquisição depende da aprovação de órgãos reguladores essenciais, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que autoriza a transferência de participação na concessão, e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), responsável por analisar os impactos concorrenciais da operação no mercado.

O financiamento, via aumento de capital de R$ 5,74 bilhões, ressalta a magnitude do investimento e o valor estratégico que a Engie atribui a Jirau. Essa operação se destaca como um dos maiores movimentos de fusões e aquisições (M&A) recentes no setor de geração de energia elétrica brasileiro, alinhada à estratégia da Engie de expandir seu portfólio de ativos renováveis.

Para a Engie Brasil Energia, a aquisição representa um aumento substancial de sua capacidade de geração própria e maior previsibilidade de receitas, dada a natureza de longo prazo dos contratos de energia de Jirau. A operação fortalece seu portfólio, predominantemente renovável, e pode otimizar a gestão de riscos hidrológicos e de mercado. Além disso, simplifica a estrutura de capital e aprimora a percepção de valor para os acionistas minoritários da subsidiária.

A conclusão da transação está condicionada às aprovações do Cade e da ANEEL, processos que podem levar alguns meses para serem finalizados. Adicionalmente, o aumento de capital dependerá da aprovação em assembleia de acionistas da Engie Brasil Energia e da efetiva subscrição das novas ações, etapas que precedem a integralização do capital.

Esse movimento de consolidação da Engie em um ativo de grande porte como Jirau reflete uma tendência no setor elétrico brasileiro, onde grandes grupos buscam otimizar seus portfólios e ganhar escala. Casos recentes, como a aquisição de ativos da Eletrobras por empresas privadas, demonstram um esforço contínuo por eficiência operacional, sinergias financeiras e maior controle sobre a gestão de ativos estratégicos de geração no país.

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Fonte

Matéria produzida pela redação do Radar Energia com base em informações de Money Times. Consulte o material original para validação técnica e jurídica.

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Tags

#Engie#Jirau#hidrelétrica#mercado de energia#investimento#aumento de capital