Carga SIN78.747 MW 8,04%PLD MédioR$ 117,92/MWh 20,53%PLD SE/COR$ 121,05/MWh 23,74%PLD SulR$ 121,04/MWh 23,72%PLD NER$ 112,42/MWh 14,91%PLD NorteR$ 117,17/MWh 19,76%EAR SIN67,5% 0,15%EAR SE/CO61,1% 0,16%EAR Sul84,5% 0,12%EAR NE80,3% 0,62%EAR Norte86,7% 0,12%ENA SIN133% MLT 0,76%ENA SE/CO100% MLT 0,00%ENA Sul208% MLT 2,46%ENA NE66% MLT 1,49%ENA Norte69% MLT 1,43%Carga SIN78.747 MW 8,04%PLD MédioR$ 117,92/MWh 20,53%PLD SE/COR$ 121,05/MWh 23,74%PLD SulR$ 121,04/MWh 23,72%PLD NER$ 112,42/MWh 14,91%PLD NorteR$ 117,17/MWh 19,76%EAR SIN67,5% 0,15%EAR SE/CO61,1% 0,16%EAR Sul84,5% 0,12%EAR NE80,3% 0,62%EAR Norte86,7% 0,12%ENA SIN133% MLT 0,76%ENA SE/CO100% MLT 0,00%ENA Sul208% MLT 2,46%ENA NE66% MLT 1,49%ENA Norte69% MLT 1,43%
Hidráulica39.697 MW(50%) 12,40%Térmica9.282 MW(12%) 0,01%Eólica15.986 MW(20%) 3,47%Solar12.348 MW(16%) 13,20%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%Hidráulica39.697 MW(50%) 12,40%Térmica9.282 MW(12%) 0,01%Eólica15.986 MW(20%) 3,47%Solar12.348 MW(16%) 13,20%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%Hidráulica39.697 MW(50%) 12,40%Térmica9.282 MW(12%) 0,01%Eólica15.986 MW(20%) 3,47%Solar12.348 MW(16%) 13,20%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%
PETR4R$ 42,09 1,54%PETR3R$ 46,83 1,10%PRIO3R$ 58,63 0,86%RECV3R$ 10,51 1,04%VBBR3R$ 33,60 1,69%UGPA3R$ 32,27 5,84%RAIZ4R$ 0,24 4,00%CSAN3R$ 3,31 3,12%EGIE3R$ 28,03 1,41%CMIG4R$ 10,23 0,97%CPFE3R$ 41,29 4,22%EQTL3R$ 34,90 1,69%ENGI11R$ 43,80 1,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,05 3,18%ENEV3R$ 24,45 1,41%TAEE11R$ 37,94 0,64%ALUP11R$ 31,21 1,13%LIGT3R$ 3,25 3,83%PETR4R$ 42,09 1,54%PETR3R$ 46,83 1,10%PRIO3R$ 58,63 0,86%RECV3R$ 10,51 1,04%VBBR3R$ 33,60 1,69%UGPA3R$ 32,27 5,84%RAIZ4R$ 0,24 4,00%CSAN3R$ 3,31 3,12%EGIE3R$ 28,03 1,41%CMIG4R$ 10,23 0,97%CPFE3R$ 41,29 4,22%EQTL3R$ 34,90 1,69%ENGI11R$ 43,80 1,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,05 3,18%ENEV3R$ 24,45 1,41%TAEE11R$ 37,94 0,64%ALUP11R$ 31,21 1,13%LIGT3R$ 3,25 3,83%
BrentUS$ 88,79 0,31%WTIUS$ 82,60 0,24%Gás NaturalUS$ 2,68 1,87%DólarR$ 5,23 0,60%BrentUS$ 88,79 0,31%WTIUS$ 82,60 0,24%Gás NaturalUS$ 2,68 1,87%DólarR$ 5,23 0,60%BrentUS$ 88,79 0,31%WTIUS$ 82,60 0,24%Gás NaturalUS$ 2,68 1,87%DólarR$ 5,23 0,60%
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Radar Energia
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EPE projeta R$ 5,7 bilhões em transmissão para conectar 4 GW de grandes cargas no Nordeste

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima investimentos de R$ 5,7 bilhões para expandir a capacidade de transmissão em 4 GW no Ceará e Piauí, viabilizando a conexão de grandes cargas eletrointensivas, como data centers e plantas de produção de hidrogênio por eletrólise, a partir de 2032. O planejamento, detalhado em workshop, adota uma estratégia faseada para mitigar riscos diante da incerteza inerente a muitos desses projetos, que somam 54,2 GW em pedidos de conexão até 2038.

2 de julho de 2026 às 16:09Fonte oficial: EPERedação Radar Energia

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) detalhou, em workshop realizado na última quarta-feira (30/06), estudos que preveem investimentos de R$ 5,7 bilhões para reforços na rede de transmissão do Ceará e Piauí. O objetivo é viabilizar a conexão de 4 GW em grandes cargas eletrointensivas, como data centers e plantas de produção de hidrogênio por eletrólise, com horizonte de entrada em operação a partir de 2032.

O evento, intitulado “Planejando a Rede de Transmissão para Integração de Cargas Eletrointensivas no SIN”, reuniu agentes do setor elétrico para debater os resultados dos estudos, que abrangem São Paulo e alguns estados do Nordeste, incluindo Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. Nessas regiões, a EPE identificou os primeiros grandes potenciais de carga com perfil eletrointensivo, cuja demanda exige ampliações robustas na infraestrutura de transmissão.

O volume de processos de conexão de cargas eletrointensivas registrados junto ao Ministério de Minas e Energia (MME) é expressivo, somando 54,2 GW até 2038. Esse montante equivale a aproximadamente metade do pico de carga atualmente observado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que evidencia a urgência de um planejamento estruturado para o Sistema Interligado Nacional (SIN).

No estado de São Paulo, por exemplo, cerca de 8,8 GW desses pedidos de conexão estão concentrados, levando a EPE a realizar estudos prospectivos como os Relatórios R1 de “Reforço do Sistema da Região Central do Estado de São Paulo”, publicados em 2024 e 2025. As análises socioambientais para a região paulista, apresentadas no workshop, apontam o adensamento urbano como um dos principais desafios para a implantação de novas linhas e subestações.

Já na região Nordeste, o Estudo Prospectivo para Inserção de Cargas Eletrointensivas na Região Nordeste, de 2026, destaca o interesse em 21 projetos da cadeia de hidrogênio, totalizando 26,7 GW de potência instalada até 2038, além de 30 projetos de data centers, que somam 8,3 GW no mesmo período. A solução vencedora para Ceará e Piauí inclui a construção de uma nova subestação e linhas de transmissão, visando expandir a capacidade de atendimento nas áreas de Pecém e Parnaíba.

O Diretor de Estudos de Energia Elétrica da EPE, Reinaldo Garcia, ressaltou que, embora esses projetos representem “uma grande oportunidade para o desenvolvimento econômico, a inovação e a atração de investimentos para o Brasil”, eles também impõem o desafio de “preparar o sistema elétrico para atender essas novas demandas com segurança, com eficiência e racionalidade econômica, considerando que muitos desses projetos ainda possuem elevado grau de incerteza”.

Para mitigar os riscos, a estratégia de investimento foi estruturada em etapas, conforme explicou a Secretária Nacional de Transição Energética substituta, Lorena Perim. Uma primeira fase contempla investimentos comuns “a qualquer que seja o montante viabilizado dessas conexões”, enquanto a segunda etapa será realizada “à medida que as conexões forem sendo solicitadas”, abordando o dilema da precedência entre o investimento na rede e a efetivação das grandes cargas.

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