Carga SIN75.074 MW 0,84%PLD MédioR$ 112,46/MWh 20,71%PLD SE/COR$ 112,46/MWh 21,47%PLD SulR$ 112,46/MWh 21,47%PLD NER$ 112,46/MWh 18,95%PLD NorteR$ 112,47/MWh 20,91%EAR SIN70,9% 0,14%EAR SE/CO65,6% 0,00%EAR Sul59,7% 5,29%EAR NE89,2% 0,56%EAR Norte94,1% 0,21%ENA SIN78% MLTENA SE/CO91% MLTENA Sul71% MLTENA NE58% MLTENA Norte59% MLTCarga SIN75.074 MW 0,84%PLD MédioR$ 112,46/MWh 20,71%PLD SE/COR$ 112,46/MWh 21,47%PLD SulR$ 112,46/MWh 21,47%PLD NER$ 112,46/MWh 18,95%PLD NorteR$ 112,47/MWh 20,91%EAR SIN70,9% 0,14%EAR SE/CO65,6% 0,00%EAR Sul59,7% 5,29%EAR NE89,2% 0,56%EAR Norte94,1% 0,21%ENA SIN78% MLTENA SE/CO91% MLTENA Sul71% MLTENA NE58% MLTENA Norte59% MLT
Hidráulica41.458 MW(54%) 3,56%Térmica8.326 MW(11%) 5,68%Eólica14.502 MW(19%) 11,35%Solar10.093 MW(13%) 1,39%Nuclear2.007 MW(3%) 0,85%Hidráulica41.458 MW(54%) 3,56%Térmica8.326 MW(11%) 5,68%Eólica14.502 MW(19%) 11,35%Solar10.093 MW(13%) 1,39%Nuclear2.007 MW(3%) 0,85%Hidráulica41.458 MW(54%) 3,56%Térmica8.326 MW(11%) 5,68%Eólica14.502 MW(19%) 11,35%Solar10.093 MW(13%) 1,39%Nuclear2.007 MW(3%) 0,85%
PETR4R$ 37,80 0,68%PETR3R$ 41,78 1,11%PRIO3R$ 52,15 2,14%RECV3R$ 9,98 0,40%VBBR3R$ 29,89 0,67%UGPA3R$ 26,06 1,80%RAIZ4R$ 0,38 7,32%CSAN3R$ 3,70 1,60%EGIE3R$ 34,83 1,96%CMIG4R$ 10,87 0,82%CPFE3R$ 44,78 1,58%EQTL3R$ 38,94 2,04%ENGI11R$ 48,00 0,84%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,60 0,43%ENEV3R$ 26,72 0,34%TAEE11R$ 39,78 0,15%ALUP11R$ 32,23 1,71%LIGT3R$ 3,30 2,08%PETR4R$ 37,80 0,68%PETR3R$ 41,78 1,11%PRIO3R$ 52,15 2,14%RECV3R$ 9,98 0,40%VBBR3R$ 29,89 0,67%UGPA3R$ 26,06 1,80%RAIZ4R$ 0,38 7,32%CSAN3R$ 3,70 1,60%EGIE3R$ 34,83 1,96%CMIG4R$ 10,87 0,82%CPFE3R$ 44,78 1,58%EQTL3R$ 38,94 2,04%ENGI11R$ 48,00 0,84%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,60 0,43%ENEV3R$ 26,72 0,34%TAEE11R$ 39,78 0,15%ALUP11R$ 32,23 1,71%LIGT3R$ 3,30 2,08%
BrentUS$ 73,46 0,42%WTIUS$ 70,07 0,96%Gás NaturalUS$ 3,25 2,29%DólarR$ 5,17 0,24%BrentUS$ 73,46 0,42%WTIUS$ 70,07 0,96%Gás NaturalUS$ 3,25 2,29%DólarR$ 5,17 0,24%BrentUS$ 73,46 0,42%WTIUS$ 70,07 0,96%Gás NaturalUS$ 3,25 2,29%DólarR$ 5,17 0,24%
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Radar Energia
AnáliseInternacional

Exelon alerta para risco de apagões nos EUA a partir de 2027 com demanda de data centers

A Exelon, uma das maiores geradoras nucleares dos EUA, emitiu um alerta sobre a iminência de apagões no país a partir de 2027, atribuindo o cenário à crescente e descompassada demanda de eletricidade de data centers e à sobrecarga da rede elétrica. A projeção intensifica as preocupações já levantadas por reguladores e operadores sobre a confiabilidade do sistema.

30 de junho de 2026 às 20:25Fonte oficial: CnRedação Radar Energia

A Exelon, uma das maiores geradoras nucleares e empresas de serviços públicos dos Estados Unidos, alertou para a iminência de apagões no país a partir de 2027, impulsionados pela demanda crescente e descompassada de eletricidade de data centers, que sobrecarregam a rede elétrica. A manifestação da companhia intensifica as preocupações já levantadas por reguladores e operadores sobre a capacidade da infraestrutura existente em atender a um crescimento de carga que, por décadas, permaneceu estagnado.

Após um longo período de estabilidade, a demanda por eletricidade nos EUA tem experimentado um ressurgimento notável, impulsionada principalmente pelos data centers e pela eletrificação de diversos setores. A North American Electric Reliability Corporation (NERC) já havia sinalizado riscos de confiabilidade em diversas regiões, atribuindo-os ao envelhecimento da infraestrutura e à lentidão na construção de novas linhas de transmissão e geração. Estima-se que os data centers possam consumir até 35 GW de eletricidade até 2030, representando um aumento de 50% em relação aos níveis atuais. Essa expansão contribui para um crescimento da demanda elétrica geral de 2,5% ao ano até 2028, um contraste marcante com a estagnação observada na década anterior.

A expansão da rede, contudo, esbarra em complexos desafios regulatórios e de licenciamento, tanto em níveis estaduais quanto locais. Embora a Federal Energy Regulatory Commission (FERC) tenha buscado agilizar projetos de transmissão interestaduais, como por meio da Ordem nº 1920, a implementação dessas medidas enfrenta resistências. Essa morosidade gera uma tensão entre concessionárias, que defendem investimentos massivos em transmissão e usinas de base (incluindo nuclear e gás), e grupos ambientalistas, que priorizam a rápida implementação de fontes renováveis e armazenamento. Tal impasse atrasa a busca por soluções e eleva o risco para a confiabilidade do sistema.

Uma rede sobrecarregada pode resultar em potenciais aumentos nas tarifas de eletricidade para consumidores cativos e livres, devido à necessidade de investimentos urgentes e à maior dependência de fontes mais caras para atender aos picos de demanda. Setores industriais intensivos em energia, por sua vez, podem enfrentar interrupções no fornecimento e perda de competitividade. A situação ecoa desafios observados em outras jurisdições com alta concentração de data centers, como a Irlanda, onde Dublin já impôs restrições de conexão para novos projetos. Este cenário serve como um alerta sobre a urgência de planejamento e investimento em infraestrutura para evitar a deterioração da economia e da confiabilidade do sistema.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.