Carga SIN86.632 MW▲ 0,48%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,4%▼ 0,17%EAR SE/CO54,9%• 0,00%EAR Sul81,4%▼ 1,33%EAR NE62,2%▼ 0,32%EAR Norte62%▼ 0,96%ENA SIN166% MLT▼ 1,78%ENA SE/CO152% MLT▲ 1,33%ENA Sul234% MLT▲ 0,43%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%Carga SIN86.632 MW▲ 0,48%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,4%▼ 0,17%EAR SE/CO54,9%• 0,00%EAR Sul81,4%▼ 1,33%EAR NE62,2%▼ 0,32%EAR Norte62%▼ 0,96%ENA SIN166% MLT▼ 1,78%ENA SE/CO152% MLT▲ 1,33%ENA Sul234% MLT▲ 0,43%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%
Hidráulica51.160 MW(59%)▼ 1,92%Térmica10.573 MW(12%)▲ 1,39%Eólica7.784 MW(9%)▲ 29,84%Solar15.724 MW(18%)▼ 3,16%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,07%Hidráulica51.160 MW(59%)▼ 1,92%Térmica10.573 MW(12%)▲ 1,39%Eólica7.784 MW(9%)▲ 29,84%Solar15.724 MW(18%)▼ 3,16%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,07%Hidráulica51.160 MW(59%)▼ 1,92%Térmica10.573 MW(12%)▲ 1,39%Eólica7.784 MW(9%)▲ 29,84%Solar15.724 MW(18%)▼ 3,16%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,07%
PETR4R$ 52,51▼ 2,54%PETR3R$ 59,03▼ 2,91%PRIO3R$ 71,70▲ 0,79%RECV3R$ 11,06▼ 0,72%VBBR3R$ 30,66▼ 4,81%UGPA3R$ 32,96▼ 6,47%RAIZ4R$ 0,31▼ 6,06%CSAN3R$ 2,35▼ 15,16%EGIE3R$ 27,40▼ 0,36%CMIG4R$ 10,14▼ 1,93%CPFE3R$ 42,95▲ 0,59%EQTL3R$ 34,06▼ 2,24%ENGI11R$ 45,71▼ 3,34%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 11,03▲ 2,51%ENEV3R$ 26,38▼ 1,09%TAEE11R$ 39,71▼ 1,95%ALUP11R$ 31,75▼ 0,94%LIGT3R$ 2,37▼ 12,87%PETR4R$ 52,51▼ 2,54%PETR3R$ 59,03▼ 2,91%PRIO3R$ 71,70▲ 0,79%RECV3R$ 11,06▼ 0,72%VBBR3R$ 30,66▼ 4,81%UGPA3R$ 32,96▼ 6,47%RAIZ4R$ 0,31▼ 6,06%CSAN3R$ 2,35▼ 15,16%EGIE3R$ 27,40▼ 0,36%CMIG4R$ 10,14▼ 1,93%CPFE3R$ 42,95▲ 0,59%EQTL3R$ 34,06▼ 2,24%ENGI11R$ 45,71▼ 3,34%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 11,03▲ 2,51%ENEV3R$ 26,38▼ 1,09%TAEE11R$ 39,71▼ 1,95%ALUP11R$ 31,75▼ 0,94%LIGT3R$ 2,37▼ 12,87%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

GNL off-grid: Edge e Compagas preveem operação no Paraná em 2027

A Edge e a Compagas anunciaram o desenvolvimento de um projeto estruturante de GNL em Londrina, no Norte do Paraná, com previsão de início de operação para o segundo semestre de 2027. A iniciativa visa expandir o acesso ao gás natural em regiões fora da malha de gasodutos, diversificando o suprimento da distribuidora paranaense.

29 de outubro de 2026 às 06:20Fonte oficial: ABEGÁSRedação Radar Energia

A Edge e a Compagas anunciaram o avanço de um projeto estruturante de GNL em Londrina, no Norte do Paraná, com a previsão de início de operação para o segundo semestre de 2027. A iniciativa, divulgada pela ABEGÁS, visa expandir o acesso ao gás natural em regiões fora da malha de gasodutos da distribuidora, diversificando seu portfólio de suprimento.

O projeto prevê a construção de uma Unidade de Armazenamento e Regaseificação (UAR) na cidade, pela Edge, selecionada em chamada pública da Compagas de junho de 2025. Este modelo de suprimento off-grid, já em operação pela Edge no Triângulo Mineiro a partir do Terminal de Regaseificação de São Paulo (TRSP), no Porto de Santos, estabelece um vetor logístico para o gás natural em regiões interioranas, alinhado à Lei Complementar Estadual nº 247/2022 e à Resolução Agepar nº 8/2025, que regulam o mercado livre de gás no Paraná.

A operação em Londrina, cidade com mais de 580 mil habitantes e cerca de 1.800 indústrias de transformação, amplia o volume de gás natural disponível para o norte do Paraná, complementando a estratégia da Compagas de diversificação de suprimento, que já inclui biometano. Para a Edge, o projeto consolida sua atuação no mercado de GNL off-grid, reforçando sua estratégia de capilaridade e investimentos de R$ 2 bilhões no setor, oferecendo uma alternativa mais competitiva e sustentável a combustíveis como diesel e GLP para consumidores industriais e comerciais.

A partir de 1º de janeiro de 2027, as mudanças tributárias no GNL, com a extinção de PIS/Cofins e a redução a zero do IPI pela Emenda Constitucional 132/2023 e leis complementares, podem influenciar a competitividade do combustível no mercado. Este avanço se alinha à tendência de interiorização do gás natural no Brasil, com o GNL off-grid ganhando espaço como solução para regiões não conectadas à malha tradicional.

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