Carga SIN67.939 MW 10,27%PLD MédioR$ 141,84/MWh 6,99%PLD SE/COR$ 143,2/MWh 8,02%PLD SulR$ 143,2/MWh 8,02%PLD NER$ 138,75/MWh 4,67%PLD NorteR$ 142,2/MWh 7,26%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,7% 0,15%EAR Sul57,9% 2,12%EAR NE89,3% 0,45%EAR Norte94,2% 0,11%ENA SE/CO91% MLTENA Sul66% MLTENA NE59% MLTENA Norte60% MLTCarga SIN67.939 MW 10,27%PLD MédioR$ 141,84/MWh 6,99%PLD SE/COR$ 143,2/MWh 8,02%PLD SulR$ 143,2/MWh 8,02%PLD NER$ 138,75/MWh 4,67%PLD NorteR$ 142,2/MWh 7,26%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,7% 0,15%EAR Sul57,9% 2,12%EAR NE89,3% 0,45%EAR Norte94,2% 0,11%ENA SE/CO91% MLTENA Sul66% MLTENA NE59% MLTENA Norte60% MLT
Hidráulica36.411 MW(53%) 9,04%Térmica7.795 MW(11%) 11,69%Eólica14.229 MW(21%) 13,02%Solar8.811 MW(13%) 11,49%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%Hidráulica36.411 MW(53%) 9,04%Térmica7.795 MW(11%) 11,69%Eólica14.229 MW(21%) 13,02%Solar8.811 MW(13%) 11,49%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%Hidráulica36.411 MW(53%) 9,04%Térmica7.795 MW(11%) 11,69%Eólica14.229 MW(21%) 13,02%Solar8.811 MW(13%) 11,49%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%
PETR4R$ 38,14 0,81%PETR3R$ 42,31 1,03%PRIO3R$ 53,15 1,46%RECV3R$ 10,06 0,80%VBBR3R$ 29,92 2,57%UGPA3R$ 26,32 4,24%RAIZ4R$ 0,40 4,76%CSAN3R$ 3,71 0,00%EGIE3R$ 34,18 1,39%CMIG4R$ 10,95 1,48%CPFE3R$ 45,15 0,07%EQTL3R$ 39,74 1,77%ENGI11R$ 47,93 2,20%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,63 1,93%ENEV3R$ 26,71 2,26%TAEE11R$ 40,12 0,60%ALUP11R$ 32,62 0,90%LIGT3R$ 3,25 2,20%PETR4R$ 38,14 0,81%PETR3R$ 42,31 1,03%PRIO3R$ 53,15 1,46%RECV3R$ 10,06 0,80%VBBR3R$ 29,92 2,57%UGPA3R$ 26,32 4,24%RAIZ4R$ 0,40 4,76%CSAN3R$ 3,71 0,00%EGIE3R$ 34,18 1,39%CMIG4R$ 10,95 1,48%CPFE3R$ 45,15 0,07%EQTL3R$ 39,74 1,77%ENGI11R$ 47,93 2,20%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,63 1,93%ENEV3R$ 26,71 2,26%TAEE11R$ 40,12 0,60%ALUP11R$ 32,62 0,90%LIGT3R$ 3,25 2,20%
BrentUS$ 73,55 0,49%WTIUS$ 70,25 0,71%Gás NaturalUS$ 3,18 0,16%DólarR$ 5,17 0,05%BrentUS$ 73,55 0,49%WTIUS$ 70,25 0,71%Gás NaturalUS$ 3,18 0,16%DólarR$ 5,17 0,05%BrentUS$ 73,55 0,49%WTIUS$ 70,25 0,71%Gás NaturalUS$ 3,18 0,16%DólarR$ 5,17 0,05%
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Governo português determina elaboração de estratégia industrial verde até 2040

O Governo de Portugal determinou a elaboração de uma Estratégia Industrial Verde com horizonte até 2040, visando posicionar o país na competição por investimentos ligados à descarbonização e à transição energética. A iniciativa busca transformar as vantagens competitivas nacionais em crescimento econômico e inovação.

29 de junho de 2026 às 19:31Fonte oficial: PtRedação Radar Energia

O Governo de Portugal, por meio de despacho conjunto dos Ministérios da Economia e Coesão Territorial e do Ambiente e Energia, determinou a elaboração de uma Estratégia Industrial Verde com horizonte até 2040. O objetivo central é atrair investimentos em descarbonização, transição energética e inovação, capitalizando as vantagens competitivas do país para sua reindustrialização.

A Estratégia Industrial Verde terá como foco a identificação de cadeias de valor prioritárias, avaliando seu potencial de descarbonização e as oportunidades de investimento tecnológico, industrial e econômico. O plano também estimará os impactos socioeconômicos e energéticos, além de propor medidas para superar constrangimentos regulatórios, financeiros e infraestruturais. Setores como indústrias pesadas verdes, aço descarbonizado, eletrificação da economia, armazenamento de energia, produção de gases renováveis e mobilidade elétrica figuram entre as prioridades.

Portugal busca capitalizar suas vantagens competitivas, como a alta penetração de energias renováveis na matriz elétrica (cerca de 80% da geração) e custos energéticos industriais aproximadamente 30% mais baixos que a média da União Europeia. Os dez principais setores da indústria portuguesa, alvo da estratégia, respondem por 93% do consumo energético industrial e 58% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) industrial, evidenciando o potencial de impacto da descarbonização nesses segmentos.

A iniciativa se alinha e complementa planos nacionais anteriores, como o PNEC 2030 e o RNC 2050, aprofundando o foco na reindustrialização e descarbonização do setor produtivo. A estratégia também se insere no contexto de uma forte aceleração das políticas industriais europeias, impulsionadas por instrumentos como o Net-Zero Industry Act e o Critical Raw Materials Act, que visam reforçar a autonomia estratégica do bloco e impulsionar tecnologias limpas.

A proposta da Estratégia será desenvolvida por agências como a ADENE (Agência para a Energia) e o IAPMEI (Agência para a Competitividade e Inovação), em colaboração com o LNEG (Laboratório Nacional de Energia e Geologia), AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) e DGE (Direção-Geral da Economia). A articulação com o tecido empresarial e científico é considerada fundamental para garantir a expertise técnica e a representatividade setorial.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.