Carga SIN74.946 MW▼ 0,92%PLD MédioR$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD SE/COR$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD SulR$ 61,81/MWh▲ 7,22%PLD NER$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD NorteR$ 61,82/MWh▲ 7,23%EAR SIN58,5%▲ 0,17%EAR SE/CO55,4%▲ 0,36%EAR Sul79,9%▲ 0,13%EAR NE61,7%▼ 0,32%EAR Norte59,8%▼ 0,17%ENA SIN154% MLT▲ 4,76%ENA SE/CO153% MLT▲ 4,08%ENA Sul241% MLT▲ 4,33%ENA NE58% MLT▲ 1,75%ENA Norte40% MLT▼ 14,89%Carga SIN74.946 MW▼ 0,92%PLD MédioR$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD SE/COR$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD SulR$ 61,81/MWh▲ 7,22%PLD NER$ 61,82/MWh▲ 7,23%PLD NorteR$ 61,82/MWh▲ 7,23%EAR SIN58,5%▲ 0,17%EAR SE/CO55,4%▲ 0,36%EAR Sul79,9%▲ 0,13%EAR NE61,7%▼ 0,32%EAR Norte59,8%▼ 0,17%ENA SIN154% MLT▲ 4,76%ENA SE/CO153% MLT▲ 4,08%ENA Sul241% MLT▲ 4,33%ENA NE58% MLT▲ 1,75%ENA Norte40% MLT▼ 14,89%
Hidráulica36.708 MW(49%)▼ 3,90%Térmica10.179 MW(14%)▼ 2,03%Eólica13.626 MW(18%)▲ 11,88%Solar13.083 MW(17%)▼ 3,25%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica36.708 MW(49%)▼ 3,90%Térmica10.179 MW(14%)▼ 2,03%Eólica13.626 MW(18%)▲ 11,88%Solar13.083 MW(17%)▼ 3,25%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica36.708 MW(49%)▼ 3,90%Térmica10.179 MW(14%)▼ 2,03%Eólica13.626 MW(18%)▲ 11,88%Solar13.083 MW(17%)▼ 3,25%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%
PETR4R$ 46,80▼ 11,21%PETR3R$ 52,98▼ 11,71%PRIO3R$ 62,52▼ 12,55%RECV3R$ 10,37▼ 5,98%VBBR3R$ 29,01▼ 1,99%UGPA3R$ 30,69▼ 3,37%RAIZ4R$ 0,30• 0,00%CSAN3R$ 2,41▲ 3,43%EGIE3R$ 26,67▲ 1,56%CMIG4R$ 10,18▲ 1,09%CPFE3R$ 42,68▲ 1,86%EQTL3R$ 33,18▲ 1,78%ENGI11R$ 44,93▲ 1,45%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 11,01▲ 1,29%ENEV3R$ 26,19▲ 1,91%TAEE11R$ 39,93▲ 0,86%ALUP11R$ 32,57▲ 3,73%LIGT3R$ 2,55▲ 2,41%PETR4R$ 46,80▼ 11,21%PETR3R$ 52,98▼ 11,71%PRIO3R$ 62,52▼ 12,55%RECV3R$ 10,37▼ 5,98%VBBR3R$ 29,01▼ 1,99%UGPA3R$ 30,69▼ 3,37%RAIZ4R$ 0,30• 0,00%CSAN3R$ 2,41▲ 3,43%EGIE3R$ 26,67▲ 1,56%CMIG4R$ 10,18▲ 1,09%CPFE3R$ 42,68▲ 1,86%EQTL3R$ 33,18▲ 1,78%ENGI11R$ 44,93▲ 1,45%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 11,01▲ 1,29%ENEV3R$ 26,19▲ 1,91%TAEE11R$ 39,93▲ 0,86%ALUP11R$ 32,57▲ 3,73%LIGT3R$ 2,55▲ 2,41%
BrentUS$ 95,10▼ 8,20%WTIUS$ 88,49▼ 7,91%Gás NaturalUS$ 2,96▲ 2,18%DólarR$ 5,45▲ 0,34%BrentUS$ 95,10▼ 8,20%WTIUS$ 88,49▼ 7,91%Gás NaturalUS$ 2,96▲ 2,18%DólarR$ 5,45▲ 0,34%BrentUS$ 95,10▼ 8,20%WTIUS$ 88,49▼ 7,91%Gás NaturalUS$ 2,96▲ 2,18%DólarR$ 5,45▲ 0,34%
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Radar Energia
AnáliseMercado

ISA Energia registra lucro de R$ 1,9 bi no 3T26 e adota cautela em leilões de transmissão

A ISA Energia (ISAE4) reportou lucro líquido regulatório de R$ 1,9 bilhão no terceiro trimestre de 2026, impulsionado por ganhos contábeis e a consolidação da IE Madeira. Apesar do resultado robusto, a companhia sinaliza uma postura mais cautelosa em novos leilões de transmissão, reavaliando sua estratégia de expansão no setor.

4 de novembro de 2026 às 16:33Fonte oficial: IsaenergiaRedação Radar Energia

A ISA Energia (ISAE4) registrou um lucro líquido regulatório de R$ 1,9 bilhão no terceiro trimestre de 2026, conforme balanço divulgado pela empresa. O resultado foi impulsionado por ganhos contábeis e pela consolidação estratégica da Interligação Elétrica do Madeira (IE Madeira), transação societária concluída em agosto deste ano. Contudo, apesar da solidez financeira, a companhia sinaliza uma postura mais conservadora em relação à participação em futuros leilões de transmissão.

A cautela da transmissora decorre da combinação de seu endividamento atual, do custo de capital elevado e, principalmente, do deságio médio de 50,10% observado no leilão 04/2026 da ANEEL. Este cenário eleva o risco percebido e reduz a atratividade de novas concessões, impactando a alocação de capital da empresa, que mantém um plano de investimento de R$ 12,3 bilhões em transmissão e realizou um follow-on de R$ 1,2 bilhão em julho de 2026 para financiar projetos.

Para os investidores, a ISA Energia decidiu internamente que os ganhos contábeis extraordinários do trimestre não serão considerados na base de cálculo para a distribuição de dividendos. Esta política de gestão de capital pode gerar tensões entre a busca por retornos imediatos e a estratégia de longo prazo da companhia, que visa preservar capital para investimentos futuros e manter a disciplina financeira. A postura de um player relevante como a ISA Energia pode, no longo prazo, influenciar a dinâmica competitiva e o ritmo de expansão da infraestrutura de transmissão no país.

O deságio de 50,10% no leilão 04/2026 da ANEEL estabelece um novo patamar de referência para a rentabilidade esperada em projetos de transmissão, forçando as empresas a reavaliarem suas premissas de custo de capital e retorno. Este ambiente exige maior eficiência operacional e engenharia financeira para garantir a viabilidade dos empreendimentos em um cenário de margens mais apertadas.

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