Carga SIN82.533 MW 0,05%PLD MédioR$ 141,57/MWh 23,32%PLD SE/COR$ 141,58/MWh 23,64%PLD SulR$ 141,57/MWh 23,64%PLD NER$ 141,57/MWh 22,91%PLD NorteR$ 141,58/MWh 23,05%EAR SIN69,9% 0,14%EAR SE/CO63,2% 0,00%EAR Sul85,3% 1,43%EAR NE84,3% 0,00%EAR Norte90,1% 0,22%ENA SIN137% MLT 11,38%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul256% MLT 1,19%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte67% MLT 0,00%Carga SIN82.533 MW 0,05%PLD MédioR$ 141,57/MWh 23,32%PLD SE/COR$ 141,58/MWh 23,64%PLD SulR$ 141,57/MWh 23,64%PLD NER$ 141,57/MWh 22,91%PLD NorteR$ 141,58/MWh 23,05%EAR SIN69,9% 0,14%EAR SE/CO63,2% 0,00%EAR Sul85,3% 1,43%EAR NE84,3% 0,00%EAR Norte90,1% 0,22%ENA SIN137% MLT 11,38%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul256% MLT 1,19%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte67% MLT 0,00%
Hidráulica43.359 MW(52%) 1,90%Térmica9.690 MW(12%) 2,87%Eólica15.237 MW(18%) 4,70%Solar12.711 MW(15%) 0,63%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.359 MW(52%) 1,90%Térmica9.690 MW(12%) 2,87%Eólica15.237 MW(18%) 4,70%Solar12.711 MW(15%) 0,63%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.359 MW(52%) 1,90%Térmica9.690 MW(12%) 2,87%Eólica15.237 MW(18%) 4,70%Solar12.711 MW(15%) 0,63%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 42,84 3,96%PETR3R$ 48,55 4,59%PRIO3R$ 59,96 5,62%RECV3R$ 10,55 3,43%VBBR3R$ 35,63 1,42%UGPA3R$ 32,92 1,45%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,99 0,25%EGIE3R$ 29,99 0,07%CMIG4R$ 11,23 0,36%CPFE3R$ 46,09 0,28%EQTL3R$ 38,66 0,44%ENGI11R$ 49,61 0,38%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,20 2,18%ENEV3R$ 26,15 1,16%TAEE11R$ 39,87 0,18%ALUP11R$ 32,64 1,24%LIGT3R$ 3,34 5,03%PETR4R$ 42,84 3,96%PETR3R$ 48,55 4,59%PRIO3R$ 59,96 5,62%RECV3R$ 10,55 3,43%VBBR3R$ 35,63 1,42%UGPA3R$ 32,92 1,45%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,99 0,25%EGIE3R$ 29,99 0,07%CMIG4R$ 11,23 0,36%CPFE3R$ 46,09 0,28%EQTL3R$ 38,66 0,44%ENGI11R$ 49,61 0,38%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,20 2,18%ENEV3R$ 26,15 1,16%TAEE11R$ 39,87 0,18%ALUP11R$ 32,64 1,24%LIGT3R$ 3,34 5,03%
BrentUS$ 89,37 1,51%WTIUS$ 83,47 1,17%Gás NaturalUS$ 2,76 1,36%DólarR$ 5,07 1,10%BrentUS$ 89,37 1,51%WTIUS$ 83,47 1,17%Gás NaturalUS$ 2,76 1,36%DólarR$ 5,07 1,10%BrentUS$ 89,37 1,51%WTIUS$ 83,47 1,17%Gás NaturalUS$ 2,76 1,36%DólarR$ 5,07 1,10%
ONS emite alerta para corte de geração de renováveis e MMGD no domingoEPE, ONS e CCEE projetam carga do SIN com 4,0% de crescimento médio anual até 2030PPSA espera realizar primeiro leilão de gás da União no último bimestre de 2026Aneel monitora interrupções de energia por vendavais no Rio de Janeiro e São PauloAxia Energia encerra captação de R$ 500 milhões para UHE Santo Antônio via debênturesCCEE registra desempenho histórico de sistemas no segundo trimestre de 2026CCEE atualiza certificado digital de plataforma de integração em agostoCCEE disponibiliza dados do fator de contribuição ao MRE para hidrelétricas não despachadasVentos de 105 km/h no Rio causam desligamento de 1.500 MW; carga é restabelecida em horasCCEE inaugura Sala Técnica da Operação para diálogo com agentes do mercadoMME designa Poliana Corrêa como substituta em coordenação de transição energéticaCopel intensifica contingência contra Super El Niño com foco na rede do ParanáONS emite alerta para corte de geração de renováveis e MMGD no domingoEPE, ONS e CCEE projetam carga do SIN com 4,0% de crescimento médio anual até 2030PPSA espera realizar primeiro leilão de gás da União no último bimestre de 2026Aneel monitora interrupções de energia por vendavais no Rio de Janeiro e São PauloAxia Energia encerra captação de R$ 500 milhões para UHE Santo Antônio via debênturesCCEE registra desempenho histórico de sistemas no segundo trimestre de 2026CCEE atualiza certificado digital de plataforma de integração em agostoCCEE disponibiliza dados do fator de contribuição ao MRE para hidrelétricas não despachadasVentos de 105 km/h no Rio causam desligamento de 1.500 MW; carga é restabelecida em horasCCEE inaugura Sala Técnica da Operação para diálogo com agentes do mercadoMME designa Poliana Corrêa como substituta em coordenação de transição energéticaCopel intensifica contingência contra Super El Niño com foco na rede do Paraná
Radar Energia
AnáliseBiocombustíveis

MME convoca CNPE para debater aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%

O Ministério de Minas e Energia (MME) convocou o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para discutir a elevação da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para 32% (E32), um aumento de 4,5 pontos percentuais em relação ao patamar atual. A medida, se aprovada, representaria um marco na política de biocombustíveis do país, com impactos na cadeia de produção, nos preços e na transição energética.

16 de junho de 2026 às 13:17Fonte oficial: AgenciaeixosRedação Radar Energia

O Ministério de Minas e Energia (MME) convocou uma reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para debater a proposta de elevar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para 32%, que seria então identificada como E32. Atualmente, o percentual em vigor é de 27,5% (E27,5), estabelecido em março de 2015.

A discussão no CNPE, órgão máximo de assessoramento do Presidente da República na formulação da política energética nacional, indica um esforço para intensificar a participação dos biocombustíveis na matriz de transportes. O Conselho é presidido pelo Ministro de Minas e Energia e conta com a participação de ministros de pastas como Economia, Meio Ambiente e Agricultura, além de representantes da sociedade civil.

A elevação para E32 representaria um acréscimo de 4,5 pontos percentuais na proporção de etanol na gasolina comercializada no país. Para a indústria sucroenergética, a medida pode significar um aumento na demanda por etanol anidro de aproximadamente 1,5 a 2 bilhões de litros anuais, dependendo do consumo total de gasolina. Esse cenário exigiria maior produção ou, eventualmente, importação para garantir o abastecimento.

Historicamente, a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina no Brasil tem sido um instrumento de política energética, com percentuais que já variaram entre 20% e 25% antes de 2015. O atual patamar de 27,5% foi fixado pela Resolução CNPE nº 3/2015, com o objetivo de equilibrar a oferta de etanol, os interesses do setor produtivo e o impacto nos preços e na frota de veículos.

A obrigatoriedade da mistura é prevista pela Lei nº 8.723/1993, que delega ao Poder Executivo a definição do percentual, respeitando limites técnicos. O arcabouço legal também é composto pela Lei nº 9.478/1997, conhecida como Lei do Petróleo, e pela Lei nº 13.576/2017, que instituiu o Programa RenovaBio, reforçando o compromisso do país com a descarbonização e a eficiência energética.

Para o consumidor, a potencial variação no preço final da gasolina na bomba dependerá da relação de preços entre o etanol e a gasolina no momento da implementação. Para a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA), principal entidade do setor sucroenergético, a medida representa um estímulo à produção e a potenciais investimentos em expansão de capacidade ou novas unidades produtoras.

A adoção do E32 consolidaria a liderança brasileira na utilização de biocombustíveis em larga escala, superando amplamente misturas comuns em outros países, como o E10 (10%) nos Estados Unidos e na Europa. Essa diferenciação sublinha o papel do etanol como componente estrutural da matriz de combustíveis do Brasil, contribuindo para a redução de emissões de gases de efeito estufa e a diminuição da dependência de combustíveis fósseis, alinhando-se aos objetivos do RenovaBio.

Caso o CNPE aprove a proposta, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) será a responsável por regulamentar a nova mistura, estabelecendo os prazos e as condições para a adaptação de toda a cadeia de produção, distribuição e comercialização. A ANP deverá realizar consultas ou audiências públicas para colher contribuições e avaliar os impactos antes da implementação definitiva.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.