Carga SIN77.530 MW 16,67%PLD MédioR$ 128,45/MWh 16,29%PLD SE/COR$ 128,45/MWh 16,29%PLD SulR$ 128,45/MWh 16,29%PLD NER$ 128,45/MWh 16,29%PLD NorteR$ 128,46/MWh 16,28%EAR SIN71,8% 0,14%EAR SE/CO65,2% 0,15%EAR Sul79,8% 1,01%EAR NE88,5% 0,00%EAR Norte93,2% 0,11%ENA SIN146% MLT 6,41%ENA SE/CO110% MLT 1,79%ENA Sul339% MLT 6,35%ENA NE66% MLT 1,49%ENA Norte82% MLT 1,20%Carga SIN77.530 MW 16,67%PLD MédioR$ 128,45/MWh 16,29%PLD SE/COR$ 128,45/MWh 16,29%PLD SulR$ 128,45/MWh 16,29%PLD NER$ 128,45/MWh 16,29%PLD NorteR$ 128,46/MWh 16,28%EAR SIN71,8% 0,14%EAR SE/CO65,2% 0,15%EAR Sul79,8% 1,01%EAR NE88,5% 0,00%EAR Norte93,2% 0,11%ENA SIN146% MLT 6,41%ENA SE/CO110% MLT 1,79%ENA Sul339% MLT 6,35%ENA NE66% MLT 1,49%ENA Norte82% MLT 1,20%
Hidráulica42.150 MW(53%) 14,73%Térmica9.654 MW(12%) 10,85%Eólica13.553 MW(17%) 28,48%Solar11.746 MW(15%) 19,18%Nuclear1.990 MW(3%) 0,90%Hidráulica42.150 MW(53%) 14,73%Térmica9.654 MW(12%) 10,85%Eólica13.553 MW(17%) 28,48%Solar11.746 MW(15%) 19,18%Nuclear1.990 MW(3%) 0,90%Hidráulica42.150 MW(53%) 14,73%Térmica9.654 MW(12%) 10,85%Eólica13.553 MW(17%) 28,48%Solar11.746 MW(15%) 19,18%Nuclear1.990 MW(3%) 0,90%
PETR4R$ 38,44 0,50%PETR3R$ 42,96 1,34%PRIO3R$ 56,23 6,17%RECV3R$ 9,60 0,41%VBBR3R$ 30,86 1,58%UGPA3R$ 28,20 2,43%RAIZ4R$ 0,39 0,00%CSAN3R$ 3,84 1,59%EGIE3R$ 32,75 1,90%CMIG4R$ 10,93 0,91%CPFE3R$ 45,44 0,55%EQTL3R$ 39,14 0,76%ENGI11R$ 48,56 0,02%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,07 0,50%ENEV3R$ 25,67 3,60%TAEE11R$ 40,40 1,63%ALUP11R$ 32,70 1,03%LIGT3R$ 2,87 9,46%PETR4R$ 38,44 0,50%PETR3R$ 42,96 1,34%PRIO3R$ 56,23 6,17%RECV3R$ 9,60 0,41%VBBR3R$ 30,86 1,58%UGPA3R$ 28,20 2,43%RAIZ4R$ 0,39 0,00%CSAN3R$ 3,84 1,59%EGIE3R$ 32,75 1,90%CMIG4R$ 10,93 0,91%CPFE3R$ 45,44 0,55%EQTL3R$ 39,14 0,76%ENGI11R$ 48,56 0,02%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,07 0,50%ENEV3R$ 25,67 3,60%TAEE11R$ 40,40 1,63%ALUP11R$ 32,70 1,03%LIGT3R$ 2,87 9,46%
BrentUS$ 75,89 5,42%WTIUS$ 72,18 5,30%Gás NaturalUS$ 3,27 0,89%DólarR$ 5,15 0,62%BrentUS$ 75,89 5,42%WTIUS$ 72,18 5,30%Gás NaturalUS$ 3,27 0,89%DólarR$ 5,15 0,62%BrentUS$ 75,89 5,42%WTIUS$ 72,18 5,30%Gás NaturalUS$ 3,27 0,89%DólarR$ 5,15 0,62%
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Radar Energia
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ONS projeta redução de cortes de geração e alta de 4% na carga do SIN até 2030

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) projeta uma queda expressiva nos cortes de geração (curtailment) no Sistema Interligado Nacional (SIN) até 2030, de 19% para 14% das horas, motivada pelo crescimento da demanda e pela expansão de soluções de armazenamento. O Plano da Operação Energética (PEN) 2026-2030 indica um avanço médio anual de 4,0% na carga do SIN, alcançando 98.824 MW médios ao final do período.

7 de julho de 2026 às 16:17Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Sistema Interligado Nacional (SIN) registrará uma redução significativa nos cortes obrigatórios de geração de energia, o curtailment, nos próximos anos, conforme as projeções do Plano da Operação Energética (PEN) 2026-2030, divulgado pelo ONS. A avaliação probabilística inédita indica que a incidência de cortes cairá de 19% das horas em 2027 para 14% em 2030, com a média mensal de energia cortada passando de 3 GW-3,5 GW para um patamar entre 2 GW e 2,3 GW no mesmo período.

A diminuição dos cortes, que inclui uma queda da parcela por confiabilidade de 500 MW médios para 240 MW médios, reflete o crescimento robusto da demanda e a inserção crescente de soluções de armazenamento, como os sistemas de baterias (BESS) e usinas hidrelétricas reversíveis (UHRs). Esse cenário indica maior flexibilidade e resiliência na operação do sistema, mitigando o descarte de excedentes de geração, especialmente de fontes renováveis intermitentes.

Paralelamente, o PEN 2026-2030 projeta um crescimento médio anual de 4,0% na carga do SIN, em consonância com a 1ª Revisão Quadrimestral das Previsões de Carga, elaborada por ONS, CCEE e EPE. A carga global estimada para 2026 é de 83.826 MW médios, um aumento de 3,1% em relação ao ano anterior, e deve atingir 98.824 MW médios em 2030.

As projeções de carga incorporam fatores setoriais relevantes, como a expansão da Micro e Minigeração Distribuída (MMGD), a crescente demanda por Data Centers e a integração de Roraima ao Subsistema Norte, efetivada desde setembro de 2025. A revisão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,1% para 2,0% em 2026 também foi considerada, refletindo a atenção do planejamento às variáveis macroeconômicas.

O ONS promoveu uma série de workshops para apresentar os resultados das previsões de carga aos agentes do setor elétrico, como distribuidores, geradores, consumidores livres e comercializadores. Um workshop específico foi dedicado aos agentes de distribuição para detalhar o novo processo de integração da geração, conforme os Procedimentos de Rede aprovados pela ANEEL em conformidade com a Resolução Normativa (REN) nº 1.067/2023, que orienta a conexão de novos empreendimentos.

A estratégia de combate ao curtailment e a garantia de suprimento futuro relacionam-se diretamente com os Leilões de Reserva de Capacidade (LRCAP), com destaque para os focados em armazenamento. ONS e EPE divulgaram nota técnica com a metodologia para os LRCAP de 2026, e a ANEEL homologou parcialmente contratos desses leilões em 9 de junho de 2026, apesar de questionamentos judiciais. Os produtos com entrega para 2026 foram confirmados em 21 de maio de 2026, e os com entregas a partir de 2027 em 9 de junho de 2026.

Apesar da homologação, a Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) e a ABRACE, associação que representa grandes grupos empresariais, alertam para um impacto potencial de aproximadamente 10% na tarifa média de eletricidade decorrente dos LRCAP. Essa projeção, embora não confirmada oficialmente por ONS ou ANEEL, evidencia uma tensão entre a garantia de suprimento e o custo final ao consumidor, em um cenário onde o PLD médio do SIN está em R$ 128,45/MWh.

Os relatórios técnicos finais do Plano da Operação Energética (PEN) 2026-2030, que consolidam análises e projeções, serão disponibilizados publicamente em 31 de julho de 2026. Os documentos estarão acessíveis nos sites institucionais do ONS e no portal SINtegre, servindo de base para o planejamento e as decisões de investimento no setor elétrico nos próximos anos.

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