Potigás conclui gasoduto Polo Gás Sal e disponibiliza 40 mil m³/dia no RN
A Potigás finalizou as obras do gasoduto Polo Gás Sal, um investimento de R$ 34,5 milhões que adiciona 52 quilômetros à rede de distribuição e tem potencial para disponibilizar até 40 mil metros cúbicos de gás natural por dia para a região da Costa Branca, no Rio Grande do Norte, a partir de hoje. O projeto visa impulsionar o desenvolvimento econômico local, atendendo indústrias, comércio e residências.
A Potigás concluiu a implantação do gasoduto Polo Gás Sal, um projeto de expansão que adiciona 52 quilômetros à rede de distribuição de gás natural no Rio Grande do Norte e tem potencial para disponibilizar até 40 mil metros cúbicos por dia para a região da Costa Branca. O investimento, de R$ 34,5 milhões, conecta Mossoró a Areia Branca e foi comunicado pela ABEGÁS nesta terça-feira, 1º de setembro. A oferta do combustível já está disponível a partir de hoje.
A nova infraestrutura estabelece um corredor de suprimento de gás natural, visando atender à demanda crescente e criar condições para a expansão de atividades econômicas locais. A iniciativa é particularmente relevante para a indústria salineira, um setor intensivo em energia na região, além de postos de combustíveis, estabelecimentos comerciais e consumidores residenciais, que passam a ter acesso ao gás natural.
Para a diretora-presidente da Potigás, Marina Melo, o Polo Gás Sal é um investimento estratégico em infraestrutura e desenvolvimento, levando uma fonte de energia competitiva para uma região-chave do estado. O projeto se alinha à estratégia de interiorização da rede de distribuição da Potigás, reforçando sua atuação como agente catalisador para a atração e retenção de investimentos no Rio Grande do Norte.
A conclusão do Polo Gás Sal se insere na tendência nacional de expansão da infraestrutura de gás natural, buscando atender demandas regionais específicas. Embora o comunicado não detalhe a fonte de suprimento do gás ou a demanda atual da Costa Branca, o projeto estabelece um precedente para investimentos que promovem o desenvolvimento econômico local. A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (AGERN) deverá considerar o investimento nas próximas revisões tarifárias, e a efetiva competitividade do gás dependerá dos preços finais e da capacidade da Potigás de atrair novos clientes.
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