Carga SIN86.995 MW 1,15%PLD MédioR$ 199,79/MWh 6,92%PLD SE/COR$ 199,79/MWh 6,91%PLD SulR$ 199,79/MWh 6,92%PLD NER$ 199,79/MWh 6,92%PLD NorteR$ 199,8/MWh 6,92%EAR SIN62,5% 0,32%EAR SE/CO57,4% 0,00%EAR Sul83,5% 0,97%EAR NE70,5% 0,56%EAR Norte75% 0,66%ENA SIN179% MLT 6,55%ENA SE/CO141% MLT 0,00%ENA Sul260% MLT 2,36%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte54% MLT 1,82%Carga SIN86.995 MW 1,15%PLD MédioR$ 199,79/MWh 6,92%PLD SE/COR$ 199,79/MWh 6,91%PLD SulR$ 199,79/MWh 6,92%PLD NER$ 199,79/MWh 6,92%PLD NorteR$ 199,8/MWh 6,92%EAR SIN62,5% 0,32%EAR SE/CO57,4% 0,00%EAR Sul83,5% 0,97%EAR NE70,5% 0,56%EAR Norte75% 0,66%ENA SIN179% MLT 6,55%ENA SE/CO141% MLT 0,00%ENA Sul260% MLT 2,36%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte54% MLT 1,82%
Hidráulica45.297 MW(52%) 3,02%Térmica10.170 MW(12%) 6,58%Eólica15.403 MW(18%) 4,52%Solar14.673 MW(17%) 2,23%Nuclear1.350 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.297 MW(52%) 3,02%Térmica10.170 MW(12%) 6,58%Eólica15.403 MW(18%) 4,52%Solar14.673 MW(17%) 2,23%Nuclear1.350 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.297 MW(52%) 3,02%Térmica10.170 MW(12%) 6,58%Eólica15.403 MW(18%) 4,52%Solar14.673 MW(17%) 2,23%Nuclear1.350 MW(2%) 0,00%
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Rabobank projeta queda na demanda por fertilizantes no Brasil em 2026

O consumo de fertilizantes no Brasil deve cair em 2026, segundo projeção do Rabobank. Essa queda é impulsionada pelo aperto financeiro dos produtores rurais e pelas tensões geopolíticas que impactam os custos e a logística dos insumos, alertando para riscos à produtividade agrícola e ao setor de biocombustíveis.

24 de junho de 2026 às 19:32Fonte oficial: BandRedação Radar Energia

O consumo de fertilizantes no Brasil deve cair em 2026, segundo projeção do Rabobank. A análise do banco holandês aponta o aperto financeiro dos produtores rurais e as persistentes tensões geopolíticas como os principais fatores que impactam os custos e a logística dos insumos, resultando em menor demanda no país.

Essa projeção levanta preocupações para um setor já sensível à volatilidade global. O Brasil, quarto maior consumidor mundial de fertilizantes, importa cerca de 85% do que utiliza, com Rússia e Belarus como fornecedores cruciais de potássio e nitrogênio. Essa dependência ficou evidente com a invasão da Ucrânia em 2022, que elevou drasticamente os preços e gerou uma corrida por fontes alternativas, levando a uma redução pontual no uso por parte de alguns produtores.

Uma eventual redução na demanda por esses insumos, que superou 45 milhões de toneladas em 2021, aponta para o risco de queda na produtividade agrícola. Isso afetaria a oferta de grãos e, consequentemente, os preços dos alimentos no mercado interno e as exportações. Para o segmento de biocombustíveis, especialmente a cana-de-açúcar e o milho para etanol, a menor aplicação de fertilizantes pode resultar em custos de produção mais altos por unidade ou menor rentabilidade por área cultivada, impactando a competitividade do setor.

Para mitigar essa vulnerabilidade, o governo federal implementou o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), instituído em 2021 e atualizado em 2022. A meta é reduzir a dependência externa para 50% até 2050, fomentando a produção nacional, diversificando fornecedores e otimizando o uso dos insumos. Para isso, é fundamental atrair investimentos e desenvolver tecnologias.

O PNF prevê a atração de investimentos para a produção nacional, especialmente de fertilizantes nitrogenados e fosfatados, e o desenvolvimento de fontes alternativas, como o potássio de rochas brasileiras. Há expectativa de novos leilões e incentivos para projetos de exploração e produção, além de consultas para tecnologias que otimizem o uso de insumos, com o objetivo de fortalecer a autonomia do país no médio e longo prazo.

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