Carga SIN71.861 MW 8,74%PLD MédioR$ 117,92/MWh 20,53%PLD SE/COR$ 121,05/MWh 23,74%PLD SulR$ 121,04/MWh 23,72%PLD NER$ 112,42/MWh 14,91%PLD NorteR$ 117,17/MWh 19,76%EAR SIN67,4% 0,15%EAR SE/CO61% 0,16%EAR Sul84,2% 0,36%EAR NE80,1% 0,25%EAR Norte86,6% 0,12%ENA SIN132% MLT 0,75%ENA SE/CO99% MLT 1,00%ENA Sul211% MLT 1,44%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte69% MLT 0,00%Carga SIN71.861 MW 8,74%PLD MédioR$ 117,92/MWh 20,53%PLD SE/COR$ 121,05/MWh 23,74%PLD SulR$ 121,04/MWh 23,72%PLD NER$ 112,42/MWh 14,91%PLD NorteR$ 117,17/MWh 19,76%EAR SIN67,4% 0,15%EAR SE/CO61% 0,16%EAR Sul84,2% 0,36%EAR NE80,1% 0,25%EAR Norte86,6% 0,12%ENA SIN132% MLT 0,75%ENA SE/CO99% MLT 1,00%ENA Sul211% MLT 1,44%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte69% MLT 0,00%
Hidráulica35.175 MW(48%) 11,39%Térmica9.190 MW(13%) 0,99%Eólica15.181 MW(21%) 5,04%Solar11.391 MW(16%) 7,75%Nuclear2.009 MW(3%) 0,05%Hidráulica35.175 MW(48%) 11,39%Térmica9.190 MW(13%) 0,99%Eólica15.181 MW(21%) 5,04%Solar11.391 MW(16%) 7,75%Nuclear2.009 MW(3%) 0,05%Hidráulica35.175 MW(48%) 11,39%Térmica9.190 MW(13%) 0,99%Eólica15.181 MW(21%) 5,04%Solar11.391 MW(16%) 7,75%Nuclear2.009 MW(3%) 0,05%
PETR4R$ 42,47 1,36%PETR3R$ 47,46 1,56%PRIO3R$ 61,58 4,25%RECV3R$ 10,73 0,75%VBBR3R$ 33,65 0,18%UGPA3R$ 33,82 5,56%RAIZ4R$ 0,23 8,00%CSAN3R$ 3,22 3,01%EGIE3R$ 28,05 0,85%CMIG4R$ 10,21 0,87%CPFE3R$ 40,99 5,18%EQTL3R$ 34,23 1,69%ENGI11R$ 43,69 0,59%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,10 1,85%ENEV3R$ 24,53 0,78%TAEE11R$ 37,25 2,51%ALUP11R$ 31,30 1,36%LIGT3R$ 3,23 3,53%PETR4R$ 42,47 1,36%PETR3R$ 47,46 1,56%PRIO3R$ 61,58 4,25%RECV3R$ 10,73 0,75%VBBR3R$ 33,65 0,18%UGPA3R$ 33,82 5,56%RAIZ4R$ 0,23 8,00%CSAN3R$ 3,22 3,01%EGIE3R$ 28,05 0,85%CMIG4R$ 10,21 0,87%CPFE3R$ 40,99 5,18%EQTL3R$ 34,23 1,69%ENGI11R$ 43,69 0,59%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,10 1,85%ENEV3R$ 24,53 0,78%TAEE11R$ 37,25 2,51%ALUP11R$ 31,30 1,36%LIGT3R$ 3,23 3,53%
BrentUS$ 91,10 2,91%WTIUS$ 84,95 3,09%Gás NaturalUS$ 2,70 1,06%DólarR$ 5,20 0,04%BrentUS$ 91,10 2,91%WTIUS$ 84,95 3,09%Gás NaturalUS$ 2,70 1,06%DólarR$ 5,20 0,04%BrentUS$ 91,10 2,91%WTIUS$ 84,95 3,09%Gás NaturalUS$ 2,70 1,06%DólarR$ 5,20 0,04%
Comissão Europeia convida Estados-membros a pedir flexibilidade orçamental para segurança energéticaSuape inicia estudos para eletrificação de navios atracados com energia renovávelANP propõe atualização trienal de garantias para descomissionamento de instalações de óleo e gásEPE publica informe sobre modelos de negócio de resíduos; biometano ganha impulso regulatórioEPE projeta potencial de resíduos agropecuários para 12% da demanda elétrica nacionalCompass aprova recompra de até 1,86% das ações em circulaçãoPetrobras identifica hidrocarbonetos em poço na Foz do AmazonasCCEE oficializa permanência da Máxima Energia após decisão do TJSPANP reforça fiscalização no mercado de combustíveis com novas diretrizes do CNPEFitch atribui rating AAA(bra) a debêntures da Cemig D e GT para captação de R$ 3,75 bilhõesCosan recebe proposta para vender Porto São Luís por R$ 300 milhõesVibra Energia eleva lucro em 365% no 2T26 e remunera acionistas, com renováveis no prejuízoComissão Europeia convida Estados-membros a pedir flexibilidade orçamental para segurança energéticaSuape inicia estudos para eletrificação de navios atracados com energia renovávelANP propõe atualização trienal de garantias para descomissionamento de instalações de óleo e gásEPE publica informe sobre modelos de negócio de resíduos; biometano ganha impulso regulatórioEPE projeta potencial de resíduos agropecuários para 12% da demanda elétrica nacionalCompass aprova recompra de até 1,86% das ações em circulaçãoPetrobras identifica hidrocarbonetos em poço na Foz do AmazonasCCEE oficializa permanência da Máxima Energia após decisão do TJSPANP reforça fiscalização no mercado de combustíveis com novas diretrizes do CNPEFitch atribui rating AAA(bra) a debêntures da Cemig D e GT para captação de R$ 3,75 bilhõesCosan recebe proposta para vender Porto São Luís por R$ 300 milhõesVibra Energia eleva lucro em 365% no 2T26 e remunera acionistas, com renováveis no prejuízo
Radar Energia
AnáliseRenováveis & Transição

Suape inicia estudos para eletrificação de navios atracados com energia renovável

O Complexo Industrial Portuário de Suape iniciou estudos para implementar o sistema Onshore Power Supply (OPS), que permitirá a navios atracados desligar seus geradores a diesel e se conectar à rede elétrica em terra. A iniciativa visa a descarbonização das operações portuárias, alinhando o porto às diretrizes de sustentabilidade e transição energética.

17 de agosto de 2026 às 17:36Fonte oficial: SuapeRedação Radar Energia

O Complexo Industrial Portuário de Suape iniciou, em 17 de agosto de 2026, estudos para a implantação de um sistema de fornecimento de energia elétrica de fontes renováveis a navios atracados. A iniciativa, conhecida como Onshore Power Supply (OPS) ou "cold ironing", busca permitir que as embarcações desliguem seus geradores a diesel e se conectem à rede elétrica em terra, reduzindo significativamente as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e poluentes locais.

O projeto encontra-se na fase inicial de análises de viabilidade técnica e econômica, sem datas ou regras de transição estabelecidas. A proposta é substituir a geração de energia a bordo por eletricidade da rede, com o objetivo de mitigar emissões de óxidos de nitrogênio (NOx), óxidos de enxofre (SOx) e material particulado, além de diminuir ruídos e vibrações nas operações portuárias. A conclusão desses estudos será fundamental para dimensionar a infraestrutura necessária, como subestações, transformadores e cabos de alta capacidade.

A medida de Suape se alinha ao "Diagnóstico sobre Descarbonização no Setor Portuário" de 2025, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), que serve como referência para a expansão da tecnologia OPS nos portos brasileiros.

O impacto ambiental direto esperado é a redução de poluentes atmosféricos e GEE, contribuindo para a descarbonização e melhorando a qualidade do ar e sonora na área portuária. O Ministério de Minas e Energia (MME), por meio do CNPE, publicou em março de 2026 diretrizes para o Programa Nacional do Combustível Sustentável de Navegação, que abrange o setor portuário e marítimo. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) também publicou em agosto de 2025 a "Nota Técnica 'Descarbonização do Transporte Aquaviário: Desafios e Trajetórias Nacionais para Combustíveis Marítimos'", um estudo relevante para o contexto atual. Contudo, o modelo de negócio para o fornecimento de energia aos navios e os investimentos necessários para a infraestrutura de Suape ainda estão sob análise.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.