Carga SIN79.304 MW 0,58%PLD MédioR$ 112,7/MWh 25,55%PLD SE/COR$ 112,7/MWh 25,61%PLD SulR$ 112,7/MWh 25,39%PLD NER$ 112,7/MWh 25,61%PLD NorteR$ 112,7/MWh 25,61%EAR SIN71,3% 0,14%EAR SE/CO64,4% 0,16%EAR Sul84,3% 0,24%EAR NE87,5% 0,23%EAR Norte91,7% 0,54%ENA SIN129% MLT 3,73%ENA SE/CO99% MLT 0,00%ENA Sul258% MLT 1,15%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte74% MLT 1,33%Carga SIN79.304 MW 0,58%PLD MédioR$ 112,7/MWh 25,55%PLD SE/COR$ 112,7/MWh 25,61%PLD SulR$ 112,7/MWh 25,39%PLD NER$ 112,7/MWh 25,61%PLD NorteR$ 112,7/MWh 25,61%EAR SIN71,3% 0,14%EAR SE/CO64,4% 0,16%EAR Sul84,3% 0,24%EAR NE87,5% 0,23%EAR Norte91,7% 0,54%ENA SIN129% MLT 3,73%ENA SE/CO99% MLT 0,00%ENA Sul258% MLT 1,15%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte74% MLT 1,33%
Hidráulica44.444 MW(56%) 3,20%Térmica10.087 MW(13%) 2,77%Eólica11.251 MW(14%) 20,63%Solar12.257 MW(15%) 0,66%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.444 MW(56%) 3,20%Térmica10.087 MW(13%) 2,77%Eólica11.251 MW(14%) 20,63%Solar12.257 MW(15%) 0,66%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.444 MW(56%) 3,20%Térmica10.087 MW(13%) 2,77%Eólica11.251 MW(14%) 20,63%Solar12.257 MW(15%) 0,66%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 40,70 0,10%PETR3R$ 45,55 0,35%PRIO3R$ 57,20 0,00%RECV3R$ 10,39 0,87%VBBR3R$ 33,20 1,34%UGPA3R$ 30,32 1,97%RAIZ4R$ 0,31 6,06%CSAN3R$ 3,88 0,51%EGIE3R$ 31,12 4,07%CMIG4R$ 11,14 0,63%CPFE3R$ 46,92 0,17%EQTL3R$ 40,70 1,22%ENGI11R$ 51,18 0,43%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,23 0,73%ENEV3R$ 27,09 0,78%TAEE11R$ 40,99 0,87%ALUP11R$ 34,00 0,86%LIGT3R$ 3,11 0,64%PETR4R$ 40,70 0,10%PETR3R$ 45,55 0,35%PRIO3R$ 57,20 0,00%RECV3R$ 10,39 0,87%VBBR3R$ 33,20 1,34%UGPA3R$ 30,32 1,97%RAIZ4R$ 0,31 6,06%CSAN3R$ 3,88 0,51%EGIE3R$ 31,12 4,07%CMIG4R$ 11,14 0,63%CPFE3R$ 46,92 0,17%EQTL3R$ 40,70 1,22%ENGI11R$ 51,18 0,43%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,23 0,73%ENEV3R$ 27,09 0,78%TAEE11R$ 40,99 0,87%ALUP11R$ 34,00 0,86%LIGT3R$ 3,11 0,64%
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Radar Energia
AnáliseMercado

Taesa tem aval de acionistas para comprar cinco transmissoras da Energisa por R$ 1,545 bi

Os acionistas da Taesa aprovaram a aquisição de cinco Sociedades de Propósito Específico (SPEs) de transmissão do Grupo Energisa por R$ 1,545 bilhão em valor de equity, um movimento que adiciona R$ 291 milhões em Receita Anual Permitida (RAP) ao portfólio da companhia. A transação, que ainda depende de aprovações regulatórias, fortalece a posição da Taesa no segmento de transmissão e sinaliza a continuidade da consolidação no setor elétrico brasileiro.

15 de julho de 2026 às 10:18Fonte oficial: TAESARedação Radar Energia

A Taesa obteve o aval de seus acionistas em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada em 14 de julho de 2026 para adquirir 100% do capital social de cinco Sociedades de Propósito Específico (SPEs) de transmissão pertencentes ao Grupo Energisa. A operação, avaliada em R$ 1,545 bilhão em equity value e R$ 2,293 bilhões em enterprise value (que inclui uma dívida líquida de R$ 748 milhões), representa um passo estratégico para a expansão da companhia no setor de transmissão.

Com a aquisição, a Taesa incorpora 1.305 km de linhas de transmissão, 12 subestações e 4.494 MVA de potência de transformação, elevando sua capacidade de transformação em cerca de 33%, para aproximadamente 18 mil MVA. Os ativos estão localizados em estados-chave como Goiás, Bahia, Pará e Tocantins, e possuem um prazo médio remanescente de concessão de 22 anos, garantindo previsibilidade de receita no longo prazo.

A operação adiciona aproximadamente R$ 291 milhões em Receita Anual Permitida (RAP) ao portfólio da Taesa para o ciclo 2025-2026, o que representa um crescimento de 7% na RAP e 12% na receita total da companhia. Este aumento de receita regulada e previsível, indexada à inflação, é o principal mecanismo de valorização para a Taesa, garantindo estabilidade financeira e otimizando o custo de capital da companhia, além de ampliar sua base de ativos operacionais.

Para a Taesa, a aquisição expande seu portfólio de ativos operacionais, buscando sinergias e potencial de expansão futura, com a companhia projetando um retorno acima de dois dígitos sobre o capital aplicado. A Energisa, por sua vez, realiza a venda como parte de sua estratégia de otimização da estrutura de capital, desalavancagem e reciclagem de recursos, visando novos ciclos de investimento, ao mesmo tempo em que mantém uma plataforma relevante no segmento de transmissão com RAP de R$ 777 milhões.

A efetivação da transação, contudo, está condicionada ao cumprimento de condições precedentes, incluindo a aprovação definitiva da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a anuência dos credores dos ativos. O preço da operação será corrigido pela variação do CDI desde a data-base de 31 de dezembro de 2025 até o fechamento.

A operação reforça a tendência de consolidação no setor de transmissão de energia elétrica no Brasil, um segmento caracterizado por contratos de longo prazo com receitas previsíveis e reajustadas pela inflação, o que confere estabilidade aos investimentos. Este movimento segue outros recentes, como a criação da Verene Energia (CDPQ e GEB) e a transferência de controle da Transmissora Amapar II para Z Energia, indicando que grandes players continuam buscando crescimento inorgânico para otimizar portfólios e capturar sinergias.

A transação está em conformidade com a Lei nº 6.404/1976 (Lei das S.A.), especificamente o § 4º do Artigo 157 e o Artigo 256, que trata das deliberações em assembleias, e segue as diretrizes da Resolução CVM nº 44/2021. O direito de recesso não será aplicável neste caso, conforme comunicado pela companhia.

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