Carga SIN85.593 MW 4,73%PLD MédioR$ 136,18/MWh 2,75%PLD SE/COR$ 138,89/MWh 4,52%PLD SulR$ 138,89/MWh 4,52%PLD NER$ 132,13/MWh 0,35%PLD NorteR$ 134,81/MWh 1,97%EAR SIN65,6% 0,46%EAR SE/CO59,4% 0,34%EAR Sul84,8% 0,35%EAR NE77,3% 0,39%EAR Norte84,1% 0,47%ENA SIN111% MLT 1,77%ENA SE/CO93% MLT 0,00%ENA Sul197% MLT 1,50%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte63% MLT 0,00%Carga SIN85.593 MW 4,73%PLD MédioR$ 136,18/MWh 2,75%PLD SE/COR$ 138,89/MWh 4,52%PLD SulR$ 138,89/MWh 4,52%PLD NER$ 132,13/MWh 0,35%PLD NorteR$ 134,81/MWh 1,97%EAR SIN65,6% 0,46%EAR SE/CO59,4% 0,34%EAR Sul84,8% 0,35%EAR NE77,3% 0,39%EAR Norte84,1% 0,47%ENA SIN111% MLT 1,77%ENA SE/CO93% MLT 0,00%ENA Sul197% MLT 1,50%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte63% MLT 0,00%
Hidráulica43.314 MW(50%) 8,07%Térmica9.458 MW(11%) 2,66%Eólica17.949 MW(21%) 1,95%Solar13.518 MW(16%) 0,62%Nuclear2.008 MW(2%) 0,90%Hidráulica43.314 MW(50%) 8,07%Térmica9.458 MW(11%) 2,66%Eólica17.949 MW(21%) 1,95%Solar13.518 MW(16%) 0,62%Nuclear2.008 MW(2%) 0,90%Hidráulica43.314 MW(50%) 8,07%Térmica9.458 MW(11%) 2,66%Eólica17.949 MW(21%) 1,95%Solar13.518 MW(16%) 0,62%Nuclear2.008 MW(2%) 0,90%
PETR4R$ 42,70 3,26%PETR3R$ 47,31 2,89%PRIO3R$ 61,09 0,34%RECV3R$ 10,66 0,66%VBBR3R$ 33,35 2,17%UGPA3R$ 33,17 1,34%RAIZ4R$ 0,23 4,17%CSAN3R$ 3,71 1,07%EGIE3R$ 28,85 0,00%CMIG4R$ 10,40 1,05%CPFE3R$ 44,06 0,41%EQTL3R$ 36,71 1,18%ENGI11R$ 47,50 0,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,86 1,40%ENEV3R$ 26,15 2,02%TAEE11R$ 38,70 0,41%ALUP11R$ 32,53 0,40%LIGT3R$ 3,47 3,89%PETR4R$ 42,70 3,26%PETR3R$ 47,31 2,89%PRIO3R$ 61,09 0,34%RECV3R$ 10,66 0,66%VBBR3R$ 33,35 2,17%UGPA3R$ 33,17 1,34%RAIZ4R$ 0,23 4,17%CSAN3R$ 3,71 1,07%EGIE3R$ 28,85 0,00%CMIG4R$ 10,40 1,05%CPFE3R$ 44,06 0,41%EQTL3R$ 36,71 1,18%ENGI11R$ 47,50 0,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,86 1,40%ENEV3R$ 26,15 2,02%TAEE11R$ 38,70 0,41%ALUP11R$ 32,53 0,40%LIGT3R$ 3,47 3,89%
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Radar Energia
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Primeiro navio porta-contêineres com etanol brasileiro parte de Santos para a Ásia

O CMA CGM Iron, primeiro navio porta-contêineres a operar com etanol produzido no Brasil, partiu do porto de Santos rumo à Ásia. A operação, viabilizada pela recente aprovação da IMO para o valor de intensidade de carbono do etanol de milho de segunda safra, abre um novo e vasto mercado de exportação para o biocombustível nacional, com potencial para reconfigurar a demanda e a alocação de capital no setor sucroenergético e de grãos.

14 de julho de 2026 às 15:50Fonte oficial: Cmacgm-groupRedação Radar Energia

O navio porta-contêineres CMA CGM Iron, o primeiro a operar com etanol produzido no Brasil, partiu do porto de Santos rumo à Ásia na madrugada de 14 de julho de 2026. A operação marca um teste inédito para a indústria brasileira de biocombustíveis e representa um passo significativo para a descarbonização do transporte marítimo global, conforme alinhamento com as metas da Organização Marítima Internacional (IMO).

O abastecimento da embarcação ocorreu em 12 de julho de 2026, com a Copersucar fornecendo 650 mil litros, equivalentes a 500 toneladas, de etanol anidro. A iniciativa é resultado de uma colaboração estratégica entre a armadora CMA CGM, a Copersucar como fornecedora do biocombustível, a AGEO Terminais responsável pela armazenagem, a Santos Brasil no terminal portuário e a Bunker One, que realizou o abastecimento.

O CMA CGM Iron é um navio tricombustível, adaptado para operar com metanol, etanol e combustível fóssil convencional, o que lhe confere flexibilidade operacional. Sua rota para a Ásia inclui escalas programadas no Sri Lanka e em Singapura antes de atingir seu destino final na China, demonstrando a viabilidade logística do uso do etanol em rotas transoceânicas.

A viabilidade do uso do etanol brasileiro como combustível marítimo foi impulsionada pela recente aprovação da IMO, em maio de 2026. A organização estabeleceu um valor padrão de 20,8 gramas de CO2 equivalente por megajoule para o etanol de milho de segunda safra brasileiro, um marco regulatório que abre um novo e vasto mercado de exportação para o biocombustível nacional.

Este desenvolvimento tem o potencial de reconfigurar a demanda e a alocação de capital nos setores sucroenergético e de grãos no Brasil, ao criar uma nova frente de exportação para o etanol. A operação pioneira posiciona o país como um ator chave na transição energética do transporte marítimo, oferecendo uma solução de baixa emissão para a frota global.

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