Carga SIN78.850 MW 14,02%PLD MédioR$ 151,38/MWh 7,19%PLD SE/COR$ 151,49/MWh 7,14%PLD SulR$ 151,06/MWh 7,35%PLD NER$ 151,49/MWh 7,14%PLD NorteR$ 151,49/MWh 7,14%EAR SIN71,4% 0,28%EAR SE/CO64,5% 0,31%EAR Sul84,5% 0,36%EAR NE87,7% 0,11%EAR Norte92,2% 0,32%ENA SIN134% MLT 1,47%ENA SE/CO99% MLT 1,98%ENA Sul261% MLT 0,76%ENA NE64% MLT 1,54%ENA Norte75% MLT 1,32%Carga SIN78.850 MW 14,02%PLD MédioR$ 151,38/MWh 7,19%PLD SE/COR$ 151,49/MWh 7,14%PLD SulR$ 151,06/MWh 7,35%PLD NER$ 151,49/MWh 7,14%PLD NorteR$ 151,49/MWh 7,14%EAR SIN71,4% 0,28%EAR SE/CO64,5% 0,31%EAR Sul84,5% 0,36%EAR NE87,7% 0,11%EAR Norte92,2% 0,32%ENA SIN134% MLT 1,47%ENA SE/CO99% MLT 1,98%ENA Sul261% MLT 0,76%ENA NE64% MLT 1,54%ENA Norte75% MLT 1,32%
Hidráulica45.912 MW(58%) 22,68%Térmica10.374 MW(13%) 5,23%Eólica9.327 MW(12%) 18,23%Solar12.177 MW(15%) 26,87%Nuclear1.990 MW(2%) 2,58%Hidráulica45.912 MW(58%) 22,68%Térmica10.374 MW(13%) 5,23%Eólica9.327 MW(12%) 18,23%Solar12.177 MW(15%) 26,87%Nuclear1.990 MW(2%) 2,58%Hidráulica45.912 MW(58%) 22,68%Térmica10.374 MW(13%) 5,23%Eólica9.327 MW(12%) 18,23%Solar12.177 MW(15%) 26,87%Nuclear1.990 MW(2%) 2,58%
PETR4R$ 40,66 2,55%PETR3R$ 45,48 2,92%PRIO3R$ 57,57 3,82%RECV3R$ 10,43 2,05%VBBR3R$ 33,30 0,91%UGPA3R$ 30,11 1,95%RAIZ4R$ 0,31 11,43%CSAN3R$ 3,89 4,42%EGIE3R$ 32,27 3,90%CMIG4R$ 11,20 1,58%CPFE3R$ 47,20 1,40%EQTL3R$ 40,95 0,10%ENGI11R$ 51,64 0,92%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,31 5,53%ENEV3R$ 27,17 1,38%TAEE11R$ 41,26 1,22%ALUP11R$ 34,11 0,26%LIGT3R$ 3,15 0,32%PETR4R$ 40,66 2,55%PETR3R$ 45,48 2,92%PRIO3R$ 57,57 3,82%RECV3R$ 10,43 2,05%VBBR3R$ 33,30 0,91%UGPA3R$ 30,11 1,95%RAIZ4R$ 0,31 11,43%CSAN3R$ 3,89 4,42%EGIE3R$ 32,27 3,90%CMIG4R$ 11,20 1,58%CPFE3R$ 47,20 1,40%EQTL3R$ 40,95 0,10%ENGI11R$ 51,64 0,92%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,31 5,53%ENEV3R$ 27,17 1,38%TAEE11R$ 41,26 1,22%ALUP11R$ 34,11 0,26%LIGT3R$ 3,15 0,32%
BrentUS$ 85,50 2,64%WTIUS$ 79,93 2,29%Gás NaturalUS$ 2,91 0,45%DólarR$ 5,07 0,67%BrentUS$ 85,50 2,64%WTIUS$ 79,93 2,29%Gás NaturalUS$ 2,91 0,45%DólarR$ 5,07 0,67%BrentUS$ 85,50 2,64%WTIUS$ 79,93 2,29%Gás NaturalUS$ 2,91 0,45%DólarR$ 5,07 0,67%
CI do Senado aprova uso do Fundo Social para desconto na conta de luz a pacientes domiciliaresMME abre consulta pública do POTEE 2026 para expansão da transmissãoAneel aprova alta de 9,63% na tarifa da Energisa Sul-SudesteAneel estende concessão da UHE Jirau por 615 dias para recompor equilíbrioCNPE proíbe importação de biodiesel para mistura e eleva etanol na gasolina para 32%Primeiro navio porta-contêineres com etanol brasileiro parte de Santos para a ÁsiaAneel abre consulta pública para revisar metodologia do Fator XAneel avança em outorga de 52 usinas do LRCAP 2026Abrage defende usinas reversíveis como pilar do armazenamento na transição energéticaAneel rescinde contratos da Electra, protege distribuidoras e impõe multa bilionáriaANP lança aplicativo que expõe histórico de fiscalização e nota de postos de combustíveisCDPQ e GEB criam Verene Energia, 5ª maior plataforma de transmissão do paísCI do Senado aprova uso do Fundo Social para desconto na conta de luz a pacientes domiciliaresMME abre consulta pública do POTEE 2026 para expansão da transmissãoAneel aprova alta de 9,63% na tarifa da Energisa Sul-SudesteAneel estende concessão da UHE Jirau por 615 dias para recompor equilíbrioCNPE proíbe importação de biodiesel para mistura e eleva etanol na gasolina para 32%Primeiro navio porta-contêineres com etanol brasileiro parte de Santos para a ÁsiaAneel abre consulta pública para revisar metodologia do Fator XAneel avança em outorga de 52 usinas do LRCAP 2026Abrage defende usinas reversíveis como pilar do armazenamento na transição energéticaAneel rescinde contratos da Electra, protege distribuidoras e impõe multa bilionáriaANP lança aplicativo que expõe histórico de fiscalização e nota de postos de combustíveisCDPQ e GEB criam Verene Energia, 5ª maior plataforma de transmissão do país
Radar Energia
AnáliseBiocombustíveis

Primeiro navio porta-contêineres com etanol brasileiro parte de Santos para a Ásia

O CMA CGM Iron, primeiro navio porta-contêineres a operar com etanol produzido no Brasil, partiu do porto de Santos rumo à Ásia. A operação, viabilizada pela recente aprovação da IMO para o valor de intensidade de carbono do etanol de milho de segunda safra, abre um novo e vasto mercado de exportação para o biocombustível nacional, com potencial para reconfigurar a demanda e a alocação de capital no setor sucroenergético e de grãos.

14 de julho de 2026 às 15:50Fonte oficial: Cmacgm-groupRedação Radar Energia

O navio porta-contêineres CMA CGM Iron, o primeiro a operar com etanol produzido no Brasil, partiu do porto de Santos rumo à Ásia na madrugada de 14 de julho de 2026. A operação marca um teste inédito para a indústria brasileira de biocombustíveis e representa um passo significativo para a descarbonização do transporte marítimo global, conforme alinhamento com as metas da Organização Marítima Internacional (IMO).

O abastecimento da embarcação ocorreu em 12 de julho de 2026, com a Copersucar fornecendo 650 mil litros, equivalentes a 500 toneladas, de etanol anidro. A iniciativa é resultado de uma colaboração estratégica entre a armadora CMA CGM, a Copersucar como fornecedora do biocombustível, a AGEO Terminais responsável pela armazenagem, a Santos Brasil no terminal portuário e a Bunker One, que realizou o abastecimento.

O CMA CGM Iron é um navio tricombustível, adaptado para operar com metanol, etanol e combustível fóssil convencional, o que lhe confere flexibilidade operacional. Sua rota para a Ásia inclui escalas programadas no Sri Lanka e em Singapura antes de atingir seu destino final na China, demonstrando a viabilidade logística do uso do etanol em rotas transoceânicas.

A viabilidade do uso do etanol brasileiro como combustível marítimo foi impulsionada pela recente aprovação da IMO, em maio de 2026. A organização estabeleceu um valor padrão de 20,8 gramas de CO2 equivalente por megajoule para o etanol de milho de segunda safra brasileiro, um marco regulatório que abre um novo e vasto mercado de exportação para o biocombustível nacional.

Este desenvolvimento tem o potencial de reconfigurar a demanda e a alocação de capital nos setores sucroenergético e de grãos no Brasil, ao criar uma nova frente de exportação para o etanol. A operação pioneira posiciona o país como um ator chave na transição energética do transporte marítimo, oferecendo uma solução de baixa emissão para a frota global.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.