Carga SIN75.074 MW 10,50%PLD MédioR$ 141,84/MWh 6,99%PLD SE/COR$ 143,2/MWh 8,02%PLD SulR$ 143,2/MWh 8,02%PLD NER$ 138,75/MWh 4,67%PLD NorteR$ 142,2/MWh 7,26%EAR SIN70,9% 0,14%EAR SE/CO65,6% 0,15%EAR Sul59,7% 3,11%EAR NE89,2% 0,11%EAR Norte94,1% 0,11%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul71% MLT 7,58%ENA NE58% MLT 1,69%ENA Norte59% MLT 1,67%Carga SIN75.074 MW 10,50%PLD MédioR$ 141,84/MWh 6,99%PLD SE/COR$ 143,2/MWh 8,02%PLD SulR$ 143,2/MWh 8,02%PLD NER$ 138,75/MWh 4,67%PLD NorteR$ 142,2/MWh 7,26%EAR SIN70,9% 0,14%EAR SE/CO65,6% 0,15%EAR Sul59,7% 3,11%EAR NE89,2% 0,11%EAR Norte94,1% 0,11%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul71% MLT 7,58%ENA NE58% MLT 1,69%ENA Norte59% MLT 1,67%
Hidráulica41.458 MW(54%) 13,86%Térmica8.326 MW(11%) 6,81%Eólica14.502 MW(19%) 1,92%Solar10.093 MW(13%) 14,55%Nuclear2.007 MW(3%) 0,05%Hidráulica41.458 MW(54%) 13,86%Térmica8.326 MW(11%) 6,81%Eólica14.502 MW(19%) 1,92%Solar10.093 MW(13%) 14,55%Nuclear2.007 MW(3%) 0,05%Hidráulica41.458 MW(54%) 13,86%Térmica8.326 MW(11%) 6,81%Eólica14.502 MW(19%) 1,92%Solar10.093 MW(13%) 14,55%Nuclear2.007 MW(3%) 0,05%
PETR4R$ 37,86 0,53%PETR3R$ 41,83 0,99%PRIO3R$ 52,86 0,81%RECV3R$ 10,04 0,20%VBBR3R$ 29,59 0,34%UGPA3R$ 25,87 1,05%RAIZ4R$ 0,40 2,44%CSAN3R$ 3,64 3,19%EGIE3R$ 33,94 0,64%CMIG4R$ 10,85 1,00%CPFE3R$ 44,39 2,44%EQTL3R$ 38,78 2,44%ENGI11R$ 47,55 0,11%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,46 0,78%ENEV3R$ 26,29 1,94%TAEE11R$ 39,57 0,38%ALUP11R$ 32,45 1,04%LIGT3R$ 3,07 8,90%PETR4R$ 37,86 0,53%PETR3R$ 41,83 0,99%PRIO3R$ 52,86 0,81%RECV3R$ 10,04 0,20%VBBR3R$ 29,59 0,34%UGPA3R$ 25,87 1,05%RAIZ4R$ 0,40 2,44%CSAN3R$ 3,64 3,19%EGIE3R$ 33,94 0,64%CMIG4R$ 10,85 1,00%CPFE3R$ 44,39 2,44%EQTL3R$ 38,78 2,44%ENGI11R$ 47,55 0,11%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,46 0,78%ENEV3R$ 26,29 1,94%TAEE11R$ 39,57 0,38%ALUP11R$ 32,45 1,04%LIGT3R$ 3,07 8,90%
BrentUS$ 74,26 1,52%WTIUS$ 70,90 0,21%Gás NaturalUS$ 3,29 3,27%DólarR$ 5,17 0,01%BrentUS$ 74,26 1,52%WTIUS$ 70,90 0,21%Gás NaturalUS$ 3,29 3,27%DólarR$ 5,17 0,01%BrentUS$ 74,26 1,52%WTIUS$ 70,90 0,21%Gás NaturalUS$ 3,29 3,27%DólarR$ 5,17 0,01%
Adasa assume fiscalização da Neoenergia Brasília em convênio de descentralização com AneelANEEL avança na revisão do Fator X, debate crucial para tarifas e investimentosNomeação de 22 especialistas fortalece capacidade regulatória da ANEELAMIG Brasil propõe comitê latino-americano para política de minerais críticosANEEL formaliza R$ 5,6 bilhões do GSF para aliviar conta de luz em 19 estadosMME proíbe venda de lâmpadas LED sem eficiência mínima após fim da transiçãoANEEL mantém bandeira amarela em julho, com custo adicional de R$ 1,885/100 kWhANP regulamenta acesso de terceiros a terminais de GNL e gasodutosGoverno libera R$ 550 milhões em crédito para subsidiar diesel importadoPortugal exige planos de participação comunitária em novos projetos renováveis a partir de 2026Governo português determina elaboração de estratégia industrial verde até 2040Inmetro cria plataforma digital para autenticar selos e produtos certificadosAdasa assume fiscalização da Neoenergia Brasília em convênio de descentralização com AneelANEEL avança na revisão do Fator X, debate crucial para tarifas e investimentosNomeação de 22 especialistas fortalece capacidade regulatória da ANEELAMIG Brasil propõe comitê latino-americano para política de minerais críticosANEEL formaliza R$ 5,6 bilhões do GSF para aliviar conta de luz em 19 estadosMME proíbe venda de lâmpadas LED sem eficiência mínima após fim da transiçãoANEEL mantém bandeira amarela em julho, com custo adicional de R$ 1,885/100 kWhANP regulamenta acesso de terceiros a terminais de GNL e gasodutosGoverno libera R$ 550 milhões em crédito para subsidiar diesel importadoPortugal exige planos de participação comunitária em novos projetos renováveis a partir de 2026Governo português determina elaboração de estratégia industrial verde até 2040Inmetro cria plataforma digital para autenticar selos e produtos certificados
Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

AMIG Brasil propõe comitê latino-americano para política de minerais críticos

A Associação Brasileira de Municípios Mineradores (AMIG Brasil) propôs a criação de um comitê internacional para harmonizar marcos regulatórios e formular uma política conjunta para minerais críticos na América Latina. A iniciativa busca fortalecer a posição da região diante da crescente demanda global por esses insumos estratégicos para a transição energética.

30 de junho de 2026 às 07:32Fonte oficial: AmigRedação Radar Energia

A Associação Brasileira de Municípios Mineradores (AMIG Brasil) propôs a criação de um comitê internacional para harmonizar os marcos regulatórios da mineração e formular uma política conjunta para minerais críticos na América Latina. A iniciativa visa aprofundar a governança regional desses recursos essenciais para a transição energética global, como lítio, cobre e terras raras.

A iniciativa da AMIG Brasil surge em um contexto de valorização estratégica dos minerais críticos, impulsionada pela eletrificação e pela transição energética. Projeções indicam um aumento de 4 a 6 vezes na demanda global até 2040, com o lítio podendo crescer até 40 vezes. A América Latina detém reservas cruciais, como o “triângulo do lítio” (Chile, Argentina, Bolívia), que concentra mais de 50% das reservas mundiais. O Brasil, por sua vez, é um relevante produtor de nióbio, terras raras e níquel, e já conta com a Política Nacional de Minerais Críticos (Decreto nº 10.657/2021).

A harmonização regulatória proposta visa criar um ambiente mais previsível e atrativo para investimentos em exploração e processamento na região, ao alinhar legislações nacionais diversas e complexas. Essa coordenação poderia, na visão da AMIG, fortalecer a posição geopolítica dos países latino-americanos nas negociações com grandes consumidores globais, como China, EUA e União Europeia, elevando o valor agregado dos produtos exportados e a arrecadação de royalties para os municípios mineradores.

O modelo sugerido pela associação assemelha-se à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que coordena políticas de produção e preços para maximizar os benefícios econômicos e a influência geopolítica de seus membros. Para avançar, a proposta da AMIG Brasil precisaria ser formalmente apresentada aos governos nacionais e ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, que, por sua vez, iniciaria diálogos diplomáticos com os demais países da região.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.