Carga SIN81.476 MW 1,28%PLD MédioR$ 79,44/MWh 2,87%PLD SE/COR$ 79,44/MWh 2,86%PLD SulR$ 79,43/MWh 2,87%PLD NER$ 79,43/MWh 2,87%PLD NorteR$ 79,44/MWh 2,87%EAR SIN69,6% 0,43%EAR SE/CO63% 0,32%EAR Sul83,9% 1,64%EAR NE83,9% 0,47%EAR Norte89,8% 0,33%ENA SIN133% MLT 2,92%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul261% MLT 1,95%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte65% MLT 2,99%Carga SIN81.476 MW 1,28%PLD MédioR$ 79,44/MWh 2,87%PLD SE/COR$ 79,44/MWh 2,86%PLD SulR$ 79,43/MWh 2,87%PLD NER$ 79,43/MWh 2,87%PLD NorteR$ 79,44/MWh 2,87%EAR SIN69,6% 0,43%EAR SE/CO63% 0,32%EAR Sul83,9% 1,64%EAR NE83,9% 0,47%EAR Norte89,8% 0,33%ENA SIN133% MLT 2,92%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul261% MLT 1,95%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte65% MLT 2,99%
Hidráulica40.705 MW(49%) 6,12%Térmica10.104 MW(12%) 13,63%Eólica17.239 MW(21%) 13,14%Solar12.809 MW(15%) 0,77%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%Hidráulica40.705 MW(49%) 6,12%Térmica10.104 MW(12%) 13,63%Eólica17.239 MW(21%) 13,14%Solar12.809 MW(15%) 0,77%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%Hidráulica40.705 MW(49%) 6,12%Térmica10.104 MW(12%) 13,63%Eólica17.239 MW(21%) 13,14%Solar12.809 MW(15%) 0,77%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%
PETR4R$ 43,42 3,38%PETR3R$ 49,04 3,22%PRIO3R$ 60,85 4,18%RECV3R$ 10,67 3,39%VBBR3R$ 36,05 4,19%UGPA3R$ 33,05 3,28%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 4,07 4,63%EGIE3R$ 29,80 1,74%CMIG4R$ 11,34 3,09%CPFE3R$ 46,14 3,01%EQTL3R$ 38,66 2,22%ENGI11R$ 49,81 2,79%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,98 1,17%ENEV3R$ 26,31 1,70%TAEE11R$ 39,66 1,56%ALUP11R$ 32,62 1,08%LIGT3R$ 3,26 1,87%PETR4R$ 43,42 3,38%PETR3R$ 49,04 3,22%PRIO3R$ 60,85 4,18%RECV3R$ 10,67 3,39%VBBR3R$ 36,05 4,19%UGPA3R$ 33,05 3,28%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 4,07 4,63%EGIE3R$ 29,80 1,74%CMIG4R$ 11,34 3,09%CPFE3R$ 46,14 3,01%EQTL3R$ 38,66 2,22%ENGI11R$ 49,81 2,79%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,98 1,17%ENEV3R$ 26,31 1,70%TAEE11R$ 39,66 1,56%ALUP11R$ 32,62 1,08%LIGT3R$ 3,26 1,87%
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Radar Energia
AnáliseRenováveis

Fazenda sinaliza decreto de incentivos para hidrogênio verde em junho

O Ministério da Fazenda indicou que o decreto com incentivos fiscais para o hidrogênio verde (H2V) será publicado ainda em junho, uma medida crucial para destravar investimentos no setor. A iniciativa visa preencher uma lacuna regulatória e impulsionar a competitividade do Brasil na corrida global pela transição energética.

18 de junho de 2026 às 18:47Fonte oficial: Folha de S.PauloRedação Radar Energia

O Ministério da Fazenda sinalizou que o aguardado decreto com incentivos fiscais para a produção de hidrogênio verde (H2V) será publicado ainda em junho. A medida, que visa superar divergências internas e impulsionar o setor, é crucial para atrair investimentos e consolidar o Brasil como um ator relevante na economia do H2V.

A expectativa do mercado pela norma é grande, pois se aguarda um arcabouço fiscal capaz de destravar projetos bilionários. O interesse do Brasil no hidrogênio verde (H2V) intensificou-se desde 2021, culminando na criação do Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2) pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em 2022. Contudo, o programa carecia de um suporte fiscal específico para viabilizar as etapas iniciais de desenvolvimento.

Embora o Ministério da Fazenda seja o principal responsável pela elaboração e publicação do decreto, o MME e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) tiveram participação crucial na definição das prioridades. Empresas de energia, como Eletrobras, Petrobras e grandes desenvolvedores de fontes renováveis, são as principais beneficiárias e impulsionadoras dos investimentos que o decreto pretende catalisar.

Atualmente, o Brasil opera sem um marco regulatório específico e consolidado para o hidrogênio verde, o que gera insegurança jurídica para potenciais investidores. O decreto de incentivos fiscais atuará como uma medida infraconstitucional para mitigar parte dessa lacuna, enquanto o Projeto de Lei 2308/2023, em tramitação no Congresso Nacional, busca estabelecer um arcabouço legal mais abrangente para a produção, transporte, comercialização e certificação do H2V.

Com sua matriz energética predominantemente renovável, especialmente eólica e solar no Nordeste, o Brasil ostenta um potencial imenso para a produção de hidrogênio verde. Estudos indicam que o custo de produção de H2V no país pode ser um dos mais competitivos globalmente, com projeções de investimentos que podem superar US$ 100 bilhões até 2040, desde que haja um ambiente regulatório e fiscal favorável.

A publicação do decreto é esperada para destravar investimentos significativos em projetos de hidrogênio verde, tanto para consumo doméstico na descarbonização de indústrias como siderurgia, fertilizantes e petroquímica, quanto para exportação. Essa medida deve impulsionar a criação de uma nova cadeia produtiva, gerar empregos qualificados e fortalecer a posição do Brasil na transição energética global, contribuindo para as metas de redução de emissões.

A corrida global por competitividade no H2V é intensa. Países como os Estados Unidos, com a Lei de Redução da Inflação (IRA), oferecem créditos fiscais significativos que podem chegar a US$ 3/kg, tornando a produção altamente competitiva. A União Europeia, por sua vez, possui programas de apoio e metas ambiciosas como o REPowerEU, visando impulsionar a produção e importação de H2V, o que exige do Brasil agilidade para não perder espaço no cenário internacional.

Com a sinalização da Fazenda, a expectativa é que o decreto seja publicado ainda em junho, abrindo caminho para a efetivação dos incentivos fiscais. Paralelamente, o Projeto de Lei 2308/2023 continua sua tramitação no Congresso, com discussões sobre pontos cruciais como a certificação de origem renovável, mecanismos de comercialização e o papel da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na regulação. A aprovação dessa lei consolidaria o arcabouço regulatório de longo prazo para o setor.

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